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Review do OnePlus 3T, ainda vale a pena depos do OnePlus 5?

Semana passada a OnePlus lançou mundialmente o OnePlus 5, seu novo super smartphone. Teve melhorias sim, porém muitas criticas principalmente ao seu design. Passado mais de 6 meses após o lançamento do OnePlus 3T, será que ainda vale a pena comprar ele? Confiram o nosso review do OnePlus 3T depois de 6 meses de lançamento.

A OnePlus não é a empresa de smartphones mais popular fora da China. Fundada pelo ex-presidente da Oppo, é uma das mais conhecidas por produzir bons aparelhos com preço justo. É isso que acontece com o OnePlus 3T, que tem um hardware mais poderoso do que um Galaxy S7, custando muito menos do que ele. A questão que fica no ar é: Vale a pena? Será que ainda vale a pena importar o OnePlus 3T?

Atualmente ele está custando cerca de R$ 1292 (clique aqui para ver) . Ou seja, são praticamente R$ 700 a menos que um Galaxy S7, ou R$ 500 a menos que um OnePlus 5. Será que vale a pena? Veremos.

Design e construção

Quando ao designe e sua construção, podemos dizer que o OnePlus 3T é um dos smartphones mais bonitos e bem construídos que já vi. Nada de especial como tela curva ou sem bordas. Ele é simples, bonito, forte e funcional.

Toda a parte externa é feita em uma peça de metal e que passa a clara sensação de que o smartphone é premium. A única parte que não é em metal fica nas antenas, em plástico mais escuro em forma de estreitas faixas, algo como há nos iPhones. O grande problema fica na traseira, que assim como quase todos tops de linha de 2016, possui uma câmera saltada, suscetível a arranhões.

Para amenizar o problema, há um aro de metal que fica nanômetros acima do vidro que recobre a lente. Isso torna mais difícil arranhar.

Umas das mais simples e geniais ideias que há no OnePlus 3T, assim como em todas as versões, é uma coisa copiada da Apple. Assim como nos iPhones e iPads, há um pequeno botão de deslizar que aciona o modo silencioso do aparelho. Esse botão é texturizado, ajudando na hora de não confundir funções quando o aparelho está no bolso.

O conjunto não é pesado e nem desajeitado. São aproximadamente 160 gramas que encaixam bem nas mãos, mas que, por conta das bordas nada finas, acabam tomando o mesmo espaço que um Galaxy S7 Edge.

A tela é de 5.5 polegadas, com resolução Full HD, dividindo espaço com o leitor de impressões digitais. É até agora o leitor de impressões digitais mais rápido que já usei. Mas não só rápido, a taxa de acerto dele é impressionante, é difícil lembrar quando ele falhou.

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Os botões não são na tela, eu particularmente prefiro assim. Elegantemente não há símbolos, apenas pontos que se iluminam quando o tocamos. Mas, se desejar, dá para habilitar os botões virtuais na tela. Um é para multitarefa e outro para voltar. Como nenhum deles fica desenhado na área do botão, é possível mudar a organização e passar um para a esquerda e outro para a direita. Ou mesmo desligar tudo e colocar os botões na tela.

Review OnePlus 3T – Tela

A OnePlus usa uma tela de AMOLED. Diferente do que dizem por aí, é diferente da tela Super AMOLED da Samsung. A tela é chamada Optic AMOLED. O que posso dizer é que ela é muito boa, porém não tem a mesma qualidade das telas Super AMOLED da Samsung, essa ainda reina absoluta no ramo. Mas a tela do OnePlus 3T é melhor que qualquer IPS. Se você não gosta do exagero de constraste das telas de AMOLED, há alguns presets de cores para configurar assim como prefere.

A tela é Full HD e isso pode aparecer como um problema para displays concorrentes, que entregam duas vezes mais resolução. Sinceramente? Não. Não é um problema, não é sequer possível notar a diferença em pixels de uma tela 2K para Full HD em uma distância comum de uso. O único momento onde você pode notar diferença é na hora de curtir realidade virtual, com o celular colado nos olhos.

A parte boa é que uma tela Full HD consome menos bateria. Além disso, utiliza menos o processador e a placa gráfica, economizando ainda mais energia. Por fim, A tela de menor tamanho faz parte da economia de dinheiro para deixar o smartphone mais barato.

One Plus 3T – Especificações técnicas

O OnePlus 3T fechou 2016 sendo o mais potente Android do mercado. Ele tem um hardware ainda impressionante. O OnePlus 3T utiliza um Snapdragon 821, com absurdos 6 GB de memória RAM e a poderosa Adreno 530. Na nossa versão de teste, ele vem com 64 GB. Mas há uma versão com 128 GB. S

Embora não seja o mais recente processador, o Snapdragon 821 não fica tão atrás do mais atual Snapdragon 835. Sendo que até mesmo empatam em alguns testes, especialmente quando envolvem o Google Pixel. Mesmo com muitos aplicativos abertos ao mesmo tempo, conseguimos abrir até jogos e nada travou. Abrimos mais jogos ainda, mantendo alguns no fundo, e nenhum engasgo apareceu.

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Abaixo um comparativo feito entre o OnePlus 3T e o LG G6.

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A pomposa memória RAM ajuda nisso, já que 6 GB abre espaço de sobra para que muita coisa fique rodando sem atrapalhar outras. O processador poderoso decora o bolo e a GPU coloca a cereja. Tudo flui com extrema rapidez. É mais do que seguro afirmar que o OnePlus 3T pode rodar qualquer programa ou jogo que está disponível na Play Store, nos próximos dois anos, com os pés nas costas.

Em jogos a situação é exatamente a mesma. Rodamos vários games pesados, mesmo com outros em background e nenhum deles mostrou queda em desempenho. Asphalt Xtreme, Vainglory, Unkilled e até mesmo o popular Mario Run. Todos executados com maestria.

Software

Gosta do Android Puro? Aposto que a maioria dirá que sim. Mas se eu falar que é possível ter um Android puro melhor que o original do Google, usado na linha Nexus e Pixel? Essa é a Oxygen OS. É uma versão quase pura do Android, que agrega coisas essenciais sem alterar o sistema do Google.

Ela é rápida, extremamente rápida. Vem como mimos como tema escuro, ligar e desligar automático entre outras coisas. Gostaria muito que essa ROM fosse padrão em todos os smartphones Android do mundo. Ah, já está no Android 7.0.1. Além disso, a OnePlus já garantiu atualização para o Android 8 (Android O) ainda esse ano.

Câmeras

Desde a primeira versão do OnePlus, a câmera sempre foi o calcanhar de Aquiles. Ela só foi realmente melhorada no OnePlus 5, ou seja, não foi no OnePlus 3T. Notem, não quer dizer que a câmera dele seja ruim, mas simplesmente não compete com outros top de linha, assim como acontece com o hardware.

Mas como disse, os resultados não são ruins, só são inferiores ao Galaxy S7, LG G6 ou G5, e outros tops, principalmente quando falta luz. Com boa iluminação, a diferença é pouca e, em alguns casos, as cores ficam até melhores no OnePlus 3T.

A câmera traseira trabalha com 16 megapixels, mesma resolução da frontal. Mesmo assim a qualidade não passa muito do que você espera de selfies apenas para redes sociais. O que está bem aceitável, mas em um momento a câmera frontal estourou os brancos e deixou tudo exageradamente claro. Abaixo alguns exemplos de fotos tiradas em boas condições de iluminação.

fotos do Oneplus 3t
Modo HDR ativado
Modelo mais linda do mundo!
Foto em modo macro

A abertura da lente é de f/2.0 e possui um sensor de 16 MP. Menor, por exemplo, do que o f/1.7 que está nos Galaxy S7, S8 e até no Moto G5 Plus. Na prática significa que entra menos luz no sensor, e isso prejudica fotos tiradas em ambientes pouco iluminados. Abaixo alguns exemplos de fotos tiradas com baixa iluminação, sejam a noite ou artificiais.

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Dia nublado, o OnePlus até que se saiu bem
Iluminação normal em um quarto
Dia chuvoso

O modo HDR, apenas na traseira, salva alguns disparos. O melhor de tudo é que ele é veloz o suficiente para ficar ligado o tempo todo. Algo que recomendamos fortemente que você faça. Todo o processamento acontece em background e praticamente em tempo real. Há ainda um modo chamado “SQ”, que melhora detalhes finos das fotos. A diferença é pequena, menor do que o HDR para fotos tradicionais. O único porém é que a velocidade do obturador poderia ser melhor, ás vezes ele pensa mais do que deveria. Cenas com muito movimento pode ser um problema captar com ele.

É possível filmar em até 4K com 30 quadros por segundo, com câmera lenta de até 120 quadros, com resolução HD. O estabilizador deixa a desejar, ficando abaixo de seus concorrentes. Mesmo assim, o resultado final é bem bacana.

E a bateria?

A bateria tem 3.400 mAh, o que é excelente dada a espessura do aparelho. No nosso já padrão de teste de bateria, onde consiste em deixar o celular ligado interruptamente rodando algum vídeo em streaming, sendo ou Netflix ou youtube, ele se saiu muito bem. Ele conseguiu ficar ligado por 8 horas. Mas o grande destaque fica pela tecnologia de carregamento rápido Dash Charge. Ele é rápido, muito rápido. Em 15 minutos ele consegue cerca de 50% de carga.

Vídeo Review

Prós e contras

Prós

  • Preço muito abaixo da concorrência
  • Hardware super potente
  • Construção impecável
  • Software liso e atualizado

Contras

  • Câmera é apenas boa
  • Falta um slot de cartão micro SD

Conclusão

Como todo aparelho importado, se você não mora em algum país onde a OnePlus atua, saiba que a garantia não existirá. No Brasil somente importando. Por outro lado, ele custa, por exemplo, um terço de um S8. Como já comparei com o S7 lá em cima, ele está custando cerca de R$700 a menos. Ou seja, vale muito a pena comprar o OnePlus 3T. Atualmente ele está custando cerca de R$ 1290 na Gearbest, contando ai com mais uns R$ 200 de impostos a serem pagos, (pode ser mais, porém é raro acontecer)m ele sai por R$ 1500! Preço de um Moto Z2 Play por exemplo, que é muito inferior.

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Review Moto Z2 Force, o celular com tela indestrutível

A segunda versão do smartphone de tela inquebrável chegou no fim do ano passado. Mas será que uma tela inquebrável consegue…

A segunda versão do smartphone de tela inquebrável chegou no fim do ano passado. Mas será que uma tela inquebrável consegue colocar o Moto Z2 Force em pé de igualdade com a concorrência? É isso que vamos analisar nesse review.

Design conservador, mas justificável

moto z2 force frente 2

Enquanto a concorrência está cada vez mais arriscando no design, a Motorola com seu Moto Z2 Force mateve praticamente intocável o design do Moto Z2 Force. Design sem bordas, telas com proporção 18:9 e resistência a água, são características dos concorrentes que vocês não verão aqui. Se isso faz diferença, Galaxy S8, LG G6, Pixel 2 e outros são melhores opções.

Mas a justificativa do design do Moto Z2 Force é um: os Moto Snaps. Os módulos – bem caros, só para enfatizar – que agregam funções ao Moto Z2 Force exige que ele mantenha o mesmo visual, pelo menos na parte traseira. Mas a justificativa é relativa, já que com o mesmo formato é perfeitamente possível aumentar a tela e mudando a proporção para 18:9 e, automaticamente, diminuindo suas enormes bordas. E isso irá acontecer na linha 2018.

Mas, o Moto Z2 Force ainda é um smartphone bonito de olhar. Sua espessura de apenas 6,1 mm chama muito atenção assim como o peso de apenas 143 gramas. Completa seu corpo inteiro de metal que trás uma segurança maior nele, afinal seu peso e espessura em um primeiro momento passa insegurança.

Vale lembrar que a tela é inquebrável, o resto do aparelho não. Então não compre pensando que você tem um smartphone super resistente, se ele cair vai arranhar o frame de metal vai sim amassar. A ideia da Motorola é que a tela fique intacta ao uso. Ela não garante em nenhum momento que o resto do aparelho seja resistente.

Tela inquebrável, mas os riscos continuam

O Moto Z2 Force trás a segunda geração da tecnologia s[]ShatterShield. Desenvolvida pela própria Motorola para a primeira versão, o Moto X Force, ele trás um conjunto de camadas de proteção sobrepostas para garantir resistência ao display. Esse display é de AMOLED flexível, por isso é dificil de quebrar e resiste a quedas.

moto z2 force shattershield

O grande diferencial das camadas, é que a última visível não é de vidro, como em outros celulares, o Moto Z2 Force tem uma fina camada de plástico. Isso torna o display mais flexível e capaz de absorver impactos do dia a dia sem estilhaçar ou apresentar rachaduras. Mas ai vem outro problema: plástico é plástico.

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No Moto X Force a reclamação maior era justamente essa última camada que arranhava demais. No Moto Z2 Force ela melhorou muito, mas continua arranhando com mais facilidade que um vidro. Depois de um dias os arranhões aparecem inevitavelmente. Mas o que achei mais ruim foi que o plástico atrapalha um pouco o dedos deslizar na tela. As vezes parece que tem algo “prendendo” o dedo. Com o tempo se acostuma. Tudo isso citado acima é resolvido colocando uma pelicula de vidro, solução simples e barata.

moto z2 force tela arranha

Mas em qualidade de visualização a tela do Moto Z2 Force é competente. Ela possui 5,5 polegadas e resolução Quad HD (1.440 x 2.560 pixels). Como se trata de uma tela de AMOLED o brilho e constraste são excelentes. Mas, comparando com a tela do Galaxy S8 também de AMOLED, ela tem menos brilho, perceptível principalmente em um dia claro.

Hardware de ponta

Processador Snapdragon 835, memória RAM de 6 GB e 64 GB de memória interna com suporte a cartão microSD de até 2 TB (embora ainda não existam tais). Impressionante não é? Mas números são só números até que testemos um smartphone na prática.

Como se comporta o Moto Z2 Force na prática? Espetacularmente bem. O Moto Z2 Force é incrivelmente rápido, nunca trava e roda qualquer jogo, do mais pesado que exista, sem dificuldade.

Nem se preocupe em ficar fechando aplicativos. Simplesmente não consegui superar a multitarefa deles, abri cerca de 100 aplicativos para estressar o aparelho. Nem sinal de travamento. O Android super otimizado manteve quase todos os apps e começou a fechar quando julgou necessário.

Ele tem o que há de melhor atualmente no mercado. Não há muito o que falar.

Câmeras dentro do padrão Motorola

moto z2 force camera

O Moto Z2 Force trás uma câmera dupla na traseira. São dois sensores de 12 MP com abertura de f/2.0, sendo que um é monocromático e o outro é colorido. A combinação é bem interessante.

No papel, a Motorola trás diversos recursos de software que colocariam a câmera do Moto Z2 Force dentre as melhores no mercado.

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Temos o já obrigatório “Modo Profundidade”, que permite ao celular aplicar um efeito que deixa o plano de fundo da foto borrado, enquanto o primeiro plano fica em destaque. O primeiro truque é que dá para brincar um pouco com esse fundo desfocado.

Depois que você tira foto, dentro do app há um modo “profundidade”. Escolhendo onde você quer o foco, dá para você deixar, por exemplo, o fundo preto e branco, desfocado ou retirar o fundo e substituir por outra foto.

Legal não é? Seria muito bom se funcionasse satisfatoriamente, o que não ocorre. O modo profundidade nem sempre separa bem o que está em primeiro plano do que está no fundo, deixando, muitas vzes, um aspecto artificial que deixa a foto parecendo o resultado de um Photoshop mal feito. Na maioria das vezes alguma coisa se perde no foco misturando frente e fundo. Isso acontece com toda a linha de smartphones com câmera dupla da Motorola. Quem sabe não seja melhorado em futuras atualizações.

Deixando de lado o modo profundidade e funcionando como uma câmera normal, a câmera do Moto Z2 Force consegue tirar boas fotos. Muitas vezes o celular perde a mão no balanço de branco e no alcance dinâmico. Mas, num geral, faz fotos acima de qualquer intermediário. Mas que fique claro que a qualidade da câmera não é a mesma do Galaxy S8 ou iPhone 8. Ela está no nível de qualidade do LG G6 ou Zenfone 4, embora em uma comparação perderia no número de alguns recursos fotográficos.

O que fiquei surpreso foi da qualidade em baixa luminosidade. Embora tenha uma abertura pequena de f/2.0, especialmente por conta do sensor secundário que fotografa em tons de cinza, a quantidade de ruído é mínima. Fotos noturnas ou em ambientes escuros não são um problema para ele.

A câmera frontal de 5 MP e ângulo aberto captura uma área maior que o normal, o que é bem-vindo, mas, em termos de qualidade, não impressiona.

E os Moto Snaps, ainda valem a pena?

O diferencial da linha Z, como comentamos logo acima, é o suporte a Moto Snaps, acessórios modulares que se conectam ao smartphone por meio de conectores ímas. Todos os Snaps lançados em 2016 e 2017, para as duas gerações do Moto Z e Moto Z Play, funcionam no Moto Z2 Force. Esse conceito de retroportabilidade que acho sensacional na linha Z. E vai continuar por pelo menos uns 2 anos!

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moto z2 force moto snaps

Para o nosso teste, a Motorola enviou um Snap de bateria externa, que recarrega o smartphone sem fios quando você está longe de uma tomada. Assim como em qualquer outro modelo da linha, o acessório funciona de modo extremamente intuitivo e prático: é só acoplar e pronto.

O portfólio de acessórios ainda inclui um projetor, uma lente com zoom óptico para a câmera, uma caixa de som, um gamepad que atua como controle para jogos e uma câmera de 360 graus. Todos são compatíveis com o Moto Z2 Force ou qualquer outro smartphone da linha Z.

moto z2 force snap game

O problema desses acessórios, porém, continua sendo o mesmo: preço. O mais barato é o de bateria e custa R$ 399. Há Snaps que chegam a custar até R$ 1.499 (projetor), que é praticamente o preço de outro celular.

Mas o legal é que você compra de acordo com sua necessidade. Além disso dá para importar esses módulos por preços melhores, claro, sabendo dos riscos de uma importação.

Review Moto Z2 Force – Prós e contras

Prós

  • Tela inquebrável
  • Preço competitivo
  • Um dos melhores hardwares da atualidade
  • Compatibilidade com Moto Snaps

Contras

  • Design passado
  • Câmera poderia ser melhor

Review Moto Z2 Force – Preço e Conclusão

Com um visual defasado frente a concorrência, o Moto Z2 Force em um primeiro momento poderia não ser uma opção. Mas não é bem assim. Se trata de uma das melhores compras no contexto geral. Temos aqui um hardware excelente, uma tela inquebrável (mesmo tendo pontos negativos) e uma câmera ok. Mas o grande diferencial é o seu preço: é possível achar ele até uns R$ 2100. Bem abaixo do Galaxy S8 seu concorrente. Para efeito de comparação ele custa o preço de um Zenfone 4 de 4 GB cujo tem um hardware inferior e leva vantagem apenas na câmera.

  • Compre aqui o Moto Z2 Force

O único smartphone que briga com ele na escolha seria o LG G6. Possui uma câmera melhor e design mais atraente, mas perde em todos os outros aspectos.

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Vídeo review: 3 meses com o Moto X4, vale a pena?

Confiram o review em vídeo do Moto X4, novo smartphone da Motorola que trás um super design em vidro mas peca em suas câmeras.

Dando continuidade há uma das mais famosas linhas de smartphone da Motorola, a X, a Lenovo trás finalmente um sucessor: o Moto X4. Mas, diferente dos anteriores, é um smartphone mais barato com hardware de intermediário. Será que vale a pena? Assistam o vídeo acima e descubram.

Moto X4 – Design

O Moto X4 tem um foco maior no design. Com um acabamento inteiro de vidro, e a traseira com efeito 3D, é o smartphone mais bonito já feito pela Motorola. Além disso, ele conta com proteção IP68 contra água e poeira, sendo possível emergir o dispositivo em até 1,5 metros de profundidade.

Moto X4 – Hardware

Ele conta ainda com um bom hardware intermediário com processador Snapdragon 630, 3 GB de memória RAM e apenas 32 GB de armazenamento interno. Sendo seu armazenamento seu calcanhar de áquiles, já que somente 15 GB é disponível para o usuário. O motivo eu já expliquei aqui, mas resumidamente ele possui uma partição de 8 GB para o sistema e mais outra de 8 GB clonando a primeira. Sendo assim, mais de 16 GB são ocupados.

Moto X4 – Câmeras

Sua câmera, que deveria ser a principal feature, é dual com um sensor de 12 MP com abertura de f2.0 e outro de 8 MP com abertura de f2.2. Esse último tira fotos em preto e branco. No geral as fotos condizem com seu preço, nada de muito fantástico.

O problema são seus efeitos de profundidade. Na teoria funcionaria muito bem. Através de software, a câmera identifica o fundo e a frente da foto. Com isso, o software consegue, por exemplo, desfocar o fundo, mudar para preto e branco e até trocar por outra foto. Mas na prática não funciona muito bem. O reconhecimento só acontece quando a distância entre a imagem da frente e da traseira é grande o bastante. Em distâncias curtas o software erra bastante, borrando bordas.

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A câmera frontal também é um problema sério, pois a mesma não consegue focar o rosto, sempre ficando um meio termo entre o fundo e a frente.

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Review Galaxy S8: 6 meses depois ele ainda é o melhor

Já se passaram mais de 6 meses do lançamento do Galaxy S8, o topo de linha da Samsung atualmente, juntamente…

Já se passaram mais de 6 meses do lançamento do Galaxy S8, o topo de linha da Samsung atualmente, juntamente com o Galaxy Note 8. Depois de 6 meses usando esse aparelho resolvemos, finalmente, publicar nosso review. Será que vale a pena? Ele é realmente o melhor? Confiram os detalhes abaixo.

Review em vídeo do Galaxy S8

Review Galaxy S8 – Design

Sem dúvidas o que mais chama a atenção no Galaxy S8 é seu design. Embora a tela curva já estivesse presente no Galaxy S7 Edge e S6 Edge, as coisas ficaram menores. Se trata de um smartphone gigante mas em um corpo pequeno. O Galaxy S8 é um Galaxy S7 com tela maior, mas não com carcaça maior. Ele possui tela de 5,8 polegadas e mesmo assim é significativamente menor que qualquer smartphone de 5,5 polegadas. Para se ter uma ideia, ele é mais estreito que um Moto G5S que tem tela de 5,2 polegadas.

Review Galaxy S8 frontal

De largura ele é mais fino que o antecessor Galaxy S7 que tem tela de 5,2 polegadas. Porém é mais alto. É o novo padrão de telas 18:9. Além disso, mesmo de altura ele é pequeno. A Samsung removeu os botões físicos de início, voltar e multitarefa, que foram para a tela, como já acontece em outras fabricantes.

Review Galaxy S8 frontal

Uma tecnologia interessante nele é que o botão inicio, mesmo sendo visualmente virtual, ele ainda é fisíco. Ou seja, é um botão fisico que é virtual, entendeu? Vamos explicar. A Samsung manteve um sensor de pressão embaixo da região onde o botão de início é exibido. Isso significa que ele pode ser acionado a qualquer momento, inclusive com a tela desligada ou quando você estiver rodando um jogo em tela cheia.

No geral ele é mais premium que o Galaxy S7. Detalhes como o calombo da câmera traseira finalmente sumiu por completo (embora fosse praticamente inexistente no anterior). Ele também é mais confortável que o S7 Edge, pois as bordas curvas ficaram  mais suaves e o aro de metal também é mais suave. Claro que o tamanho fino ajuda muito. A maioria das pessoas conseguirá usar ele com apenas uma mão.

Review galaxy s8 espessura

O conector de ouvido continua lá, firme e forte do lado do conector Tipo C, que estranhamente ficou de fora na geração passada. Em uma das laterais há a bandeja para 2 SIM Cards mais o cartão micro SD: isso mesmo, há uma bandeja hibrída por aqui. Infelizmente não é tudo separado como no Galaxy A5 2017, por exemplo. Mas é um avanço já que o S7 só tinha opção Single SIM.

Review Galaxy S8 conector de fone de ouvidos

Outra coisa que reparei é que ele ficou mais resistente. Embora continue de vidro atrás e na frente, para garantir o carregamento sem fio, ele é muito resistente. Mesmo após várias quedas ele continuou intacto, até mesmo o aro de metal pouco amassa. No S7 esse aro era mais maleável, amassando facilmente, e o vidro também quebra com certa facilidade. Porém,  vidro da traseria arranha muito fácil, muito fácil mesmo. Usar sem capinha terá um resultado desastroso em dias, como podem notar abaixo.

Review Galaxy S8 traseira arranhada

Review Galaxy S8 – Tela

A linha Galaxy S tradicionalmente possui as melhores telas de smartphones do mundo. Não tinha muito o que melhorar no Galaxy S7, ele já é excelente. Mas melhorou no Galaxy S8. O painel AMOLED de 5,8 polegadas com resolução de 2960×1440 pixels é impecável, com cores equilibradas de fábrica, sem excesso de saturação, além de brilho forte, alto nível de contraste e ângulo de visão irrepreensível. A diferença para o S7 que mais reparei foi justamente a melhora no brilho, dá para usar o aparelho confortavelmente mesmo em um dia ensolarado sem nuvens. Algo raro hoje em dia.

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Review Galaxy S8 tela

Assim como aconteceu com a atualização para o Nougat no Galaxy S7, a tela agora não vem configurada no padrão para a resolução máxima. Ao invés disso, ela vem por padrão configurada em 2220×1080 pixels. Se trata de um full HD+. Ou seja, mesmo sendo a metade da capacidade da tela, é impossível ao olho nu notar essa diferença. Isso ajuda na economia de bateria: a GPU é poupada, já que não precisa renderizar textos, animações de menu e ícones de aplicativos usando o máximo de potência. Se quiser mais economia, ainda dá para diminuir para HD+ com resolução  de 1480×720 pixels, o máximo só fica mesmo para realidade virtual.

Por ter uma proporção de tela de 18,5:9, nem todos os aplicativos ocupam todo o espaço do display, ficando com faixas pretas. Você pode esperar que o desenvolvedor atualize o aplicativo ou forçar manualmente para que o software ocupe o painel inteiro — eu fiz isso em vários aplicativos e não notei problemas de compatibilidade. Quando um vídeo está rodando em tela cheia, o Galaxy S8 mostra um botão para que a imagem passe a ocupar todo o display, se você preferir assim. Mas não se preocupe, isso vai virar padrão, ainda mais que o próximo aparelho do Google (inclusive farão o próprio hardware) virá com esse padrão. É a melhor tela é pronto.

Review Galaxy S8 – Câmeras

Assim como em tela, a linha Galaxy S também é referência em câmeras. O Galaxy S7 possui uma das melhores câmeras do ano passado, considerada por muitos como a melhor. Porém, do ano passado para cá houve uma grande evolução por parte de concorrentes. Principalmente com a padronização para as câmeras dual. Com isso, esperavá-se uma câmera dual no S8, porém não veio, foi papel do Note 8 trazer. Mas mesmo assim ainda temos uma das melhores câmeras do mercado no papel e na prática.

A Samsung praticamente não mexeu na câmera traseira em relação à geração anterior. O Galaxy S8 tem sensor de 12 megapixels e lente com abertura f/1,7 — que continua sendo uma das maiores do mercado, o que em teoria permite fotos noturnas de melhor qualidade. Ele não tem exatamente o mesmo sensor do Galaxy S7, mas tem o mesmo número de pixels, o mesmo tamanho físico e as mesmas tecnologias.

Review Galaxy S8 cameras

 

Isso é ruim porque não houve um avanço realmente significativo na qualidade das fotos, mas, por outro lado, pode ser bom porque a câmera do Galaxy S7, mesmo em 2017, ainda se sobressai na multidão.

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No software, a Samsung colocou alguns efeitos especiais no aplicativo de câmera, como carimbos, stickers e máscaras em tempo real, a funcionalidade inútil mais importante e popular do momento. E houve melhorias na usabilidade, sendo possível controlar o zoom (digital, infelizmente) apenas deslizando o botão do obturador para cima ou para baixo, evitando o gesto de pinça.

Quanto à qualidade da fotografia, o Galaxy S8, como dito acima, continua uma das melhores câmeras do mercado. A principal melhoria foi na câmera frontal, que teve sua resolução elevada para 8 megapixels, o que de fato resultou em aumento de definição nas selfies. Em conjunto com a lente, que também possui abertura f/1,7, os resultados são excelentes. E para finalizar, a câmera frontal agora conta com foco manual. Não é o único, mas é o primeiro que testei com câmera frontal com essa tecnologia.

foto camera frontal galaxy s8

De praxe, se a iluminação ajudar as fotos tiradas pelo S8 são de fato excelentes. Nível de ruído baixissimo, cores fiéis como pouca intervenção de software, nível de detalhes acima do normal e um alcance dinâmico fenômenal, sendo o melhor que já testei nessa categoria. Nada de branco sempre estourado, ou sombras escondendo objetos forografados. Perfeito equilibrio, para um smartphone.

Foto camera galaxy S8 Foto camera galaxy S8 Um detalhe interessante é o modo foco seletivo. Embora sempre presente nas gerações anteriores. Dá para perceber que a Samsung melhorou o software. Isso se deve ao fato da concorrência ter duas câmeras e produzir por hardware o efeito bokeh. Porém, mesmo assim, o resultado da câmera única do Galaxy S8 é melhor que vários dual câmeras que vejo por aí.

Foto camera galaxy S8 Foto camera galaxy S8

Parabéns para a Samsung. Embora tenha um modo manual, raramente é necessário usar, pois o automático quase sempre acerta nas configurações.

Com iluminação ruim, as fotos continuam muito boas. O nível é o mesmo do Galaxy S7: a definição é muito boa, praticamente não existe ruído e as luzes não estouram. Em ambientes pouco iluminados e com luz artificial, as fotos também ficam acima da média.

Foto camera galaxy S8 noite Foto camera galaxy S8 noite Foto camera galaxy S8 noite

Review Galaxy S8 – Hardware e perfomance

O processador usado no Galaxy S8 brasileiro é o Exynos 8895, atualização do usado no Galaxy S7 que era a versão 8890. Nos EUA e alguns outros países, é utilizado o Snapdragon 835. Mas, ao contrário do que muitos pensam, no gera o processador da Samsung possui características que se sobressaem frente ao concorrente. Ele conta com quatro núcleos Exynos-M1 de 2,3 GHz de alto desempenho e quatro núcleos Cortex-A53 de 1,7 GHz de baixo consumo de energia. É o primeiro chip para dispositivos móveis com litografia de 10 nanômetros, junto com o Snapdragon 835. Lembrando que atualmente, a Samsung fabrica ambos, embora no caso do Snap a Qualcomm para ela fabricar seu projeto.

O desempenho é muito bom. Ele tem um multitarefa eficiente, que não fica matando os aplicativos em segundo plano, não apresenta sinais de engasgo e faz qualquer coisa sem o minimo de dificuldade. Resumindo: é o melhor processador do mercado. Fecha com 4GB de RAM e 64GB de armazenamento interno. O Galaxy S8+, com excessão da tela, possui o mesmo hardware, porém há ainda uma versão bem mais cara com 6GB de RAM e 128GB de armazenamento interno.

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Um destaque é o fato do Galaxy S8 ser o primeiro smartphone do mercado com Bluetooth 5.0. A nova versão da tecnologia de conexão sem fio traz novidades evolucionárias, como o dobro de velocidade de transmissão e quatro vezes mais alcance. A Samsung aproveitou a novidade para colocar o recurso Áudio Duplo, que permite transmitir simultaneamente para dois fones de ouvido (para compartilhar o som) ou dois alto-falantes (para amplificar o volume). E aind aconta com o USB 3.1, que traz possibilidades interessantes como transmitir imagem via HDMI, bastando um adaptador USB Tipo C para HDMI. O adaptador dos novos Macbooks funcionam nele.

Mas a principal novidade é o leitor de íris, que foi herdado do Galaxy Note 7. Ele é confiável e, teoricamente, funciona mesmo no escuro por meio de infravermelho. No geral não gostei tanto. A câmera precisa enxergar seus olhos, então é necessário posicionar bem o aparelho na sua frente. Embora muitos dizem o contrário, na minha experiência houve bastantes falhas ao ponto de desistir do seu uso.

Juntando o fato do leitor ser pouco útil, para meu uso, juntou o fato da Samsung ter feito a maior cagada do S8: a posição do leitor digital. Ele fica estranhamento ao lado da câmera. Além de toda hora meter o dedo na lente da câmera, devido ao posicionamento alto e o celular ser alongado, preciso sempre subir a mão no celular. Resumindo, muitas vezes deixo de usar proteção para não passar nervoso.

No quesito bateria, não houve evolução frente a geração passada. Infelizmente, continua em 3.000 mAh. A bateria do Gaalxy S7 era boa em seu lançamento, porém ela sofre de perda considerável de desempenho com o passar do tempo. Tenho um S7 com 1 ano de uso e ele deve durar a metade do tempo de que no começo, e atualização para o Nougar ajudou nisso.

O S8, depois de 6 meses, já perdeu também. Deve durar uns 10% menos desde que comprei. Pelo menos, ele está mais otimizado para o Nougat. Só espero que com a chegada do Android 8.0 Oreo, ele melhore em bateria e não piore.

Nos meus testes, tirando o aparelho da tomada às 9 horas da manhã, ouvindo duas horas de streaming de música no 4G, e navegando na web por 1h30min a 1h50min, também pela rede móvel, eu sempre cheguei em casa às 23 horas com algo entre 20% e 30% de bateria.

Review Galaxy S8 – Prós e contras

Prós

  • Câmera de alto nível
  • Melhor tela do mercado
  • Hardware de última geração
  • Proteção contra água

Contras

  • Leitor de impressões digitais mal posicionado

Review Galaxy S8 – Conclusão

Vale a pena? Sinceramente depende. Custando mais de 3 Mil Reais atualmente, na minha opinião ele não oferece tanta coisa assim a mais que um Galaxy S7 Edge por quase o dobro do preço. É melhor, obviamente que sim, mas as diferenças não serão tão notadas assim para justificar o preço. Mas, se a diferença de preço não seja problema para você, ele é disparado o melhor top de linha do mercado brasileiro atualmente rodando o sistema Android. É um celular sensacional para ser usado sem problemas por, pelo menos, uns 3 anos.

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destaques, Planos, TIM

TIM Beta sem convite: somente esse mês (Outubro 2017)

O TIM Beta é um dos melhores planos do Brasil, ou o melhor para muitos. O grande problema é o…

O TIM Beta é um dos melhores planos do Brasil, ou o melhor para muitos. O grande problema é o sistema para entrar apenas por convites. Mas por tempo limitado a TIM acaba de divulgar uma promoção que basta uma recarga especifica para clientes se tornarem TIM Beta. Saibam mais abaixo.

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Através de um hotsite da operadora, até o fim de Outubro clientes da TIM que já possuem um número da operadora receberão um convite da própria TIM para ingressar no jogo TIM Beta. O convite tem validade de 10 dias após a mesma enviar por SMS. A promoção tem validade do dia 25 até o dia 31 de Outubro.

Para ser elegível na promoção, basta que seja feita uma recarga de R$ 100 com cartão de crédito no hotsite da promoção. Após 25 hroas do ato da recarga a TIM enviará um SMS com link para preencher seus dados cadastrais e assim ser migrado para o plano TIM Beta. Os R$ 100 da recarga poderão ser utilizados nos pacotes do TIM Beta disponíveis.

São vários pacotes diferentes para usar o seu saldo: existe o plano diário que custa R$ 1,30 por dia, onde você tem direito a 100 MB de dados por dia e ligações ilimitadas para telefones da TIM; o plano semanal que dá direito a 1,5 GB por semana (6GB mensais) com ligações ilimitadas para qualquer operadora e acesso ao serviço de streaming Deezer sem descontar da franquia.

Porém, dentre os pacotes, o que parece mais interessante é o mensal. Nele o cliente tem direito a 600 minutos de ligações e incríveis 10 GB de internete por mês. Para completar, os cliente ainda poderão utilizar gratuitamente o Deezer sem ser descontado da franquia. Outro plus é o serviço de backup TIM Protect Backup com capacidade de armazenamento de 30GB. Esse plano custa R$ 50 por mês.

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Como disse tem que ser até o fim de outubro, ou até que atinjam 10 mil convites enviados. Para cadastrar, acessem o site da TIM clicando aqui.

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