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Review HTC Touch 2 com Windows Mobile 6.5

Hoje um review fora do tradicional aqui no Tekimobile, afinal é o primeiro Review de um Smartphone com Windows Mobile, o escolhido foi o HTC Touch 2, que embora não seja tão novo assim em termos de Brasil é um modelo que tem um bom Hardware e bons recursos. Diferentemente do Touch 1 o Touch 2 traz o Windows Mobile 6.5 – ou Windows Phone 6.5 caso prefira – que embora não seja nenhum Windows Phone 7 já traz algumas inovações frente ao anterior 6.1.

Hardware

O HTC Touch tem um belo Hardware para um aparelho com mais de 1 ano de mercado: Ele conta com A-GPS, conexão 3G HSDPA Dual Band, 256MB de RAM, 512MB de ROM, CPU Qualcomm de 528MHz, Rádio FM com RDS e tem um plugue de fone de ouvido de 3.5mm, aqueles padrão de fone de ouvidos.

Quanto a parte de fora, ou carcaça, é um legitimo HTC, ou seja, MUITO bem acabado e muito bonito, sua lateral cromada dá bastante estilo ao aparelho. Como ele é bem fino e pequeno cabe perfeitamente em qualquer bolso sem incoveniente nenhum.

A maior novidade com certeza é que embaixo da tela tem uma parte sensível ao toque que você arrastando para a direita você consegue dar Zoom em fotografias e em páginas da internet.

A tela infelizmente tem apenas 240×320 de resolução sendo assim os ícones são pixelizados e páginas de internet ficam com qualidade bem baixas ao navegar.

Software

Logo que você liga o Touch 2 damos de cara com a famosa interface Sense da HTC, nem de longe parece a velha interface de “PDA” que o Windows Mobile tem, que normalmente é impossível usar os dedos. Graças ao Sense coisas extremamente simples como fazer uma ligação ou abrir alguns programas você pode perfeitamente usar os dedos e esquecer que existe “canetinha”, os belos Widgets do Sense também são um show a parte, deixando as telas de espera extremamente modernas sem dever nada ao Androids ou ao iPhone.

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A primeira coisa que melhorou bastante no Windows Phone 6.5 é o menu de aplicativos, finalmente foi abandonada (em partes) aquela maldita interface anterior que mais parecia um Windows 95 adaptado para um smartphone, esse foi uns dos motivos que sempre me deixaram bem longe do Windows Mobile. O 6.5 traz um bom menu com ícones grandes que dá facilmente para usar o aparelho somente com os dedos e acreditem: o Knetic Scrooling funciona perfeitamente, até parece um Android! coisa que o Symbian S60v5 até hoje não consegue fazer eficazmente e sem engasgadas ! o Windows Mobile 6.5 também está bem mais rápido que as versões anteriores, quem já usou um HTC Touch sabe o inferno que era usar o Windows Mobile 6.1 e o Sense simultaneamente.

Mas nem tudo são flores, basta tentar fazer algum tipo de configuração no aparelho que caimos novamente naquelas telas onde é IMPOSSÍVEL usar os dedos, forçosamente temos que usar a já ultrapassada canetinha Stylus, até para você configurar uma simples conexão WiFi são vários passos cansativos.

Mas dá para usar ele “quase” o tempo todo sem esbarrar nessas telas antigas e automaticamente se virar com ele somente com os dedos.

Market Place: a loja de aplicativos

Ainda não tinha esperimentado a loja de aplicativos Market Place, e acreditem, ela é bem melhor do que eu imaginava que seria. Primeiro é que o visual lembra bastante a da App Store e é até mais bonita que a Android Market. Obviamente que no quesito quantidade de aplicativos ela não chega nem perto da Android Market e App Store, principalmente em questão de aplicativos gratuitos, mas isso não significa que não tenha bons aplicativos gratuitos nela, você consegue aplicativo para quase tudo que você necessita, porém não há muitas opções.

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Para acessá-la basta entrar com um login do Windows Live e pronto, aplicativos pagos e gratuitos sem distinção.

Fiquei imaginando como será a Market Place no Windows Phone 7, e sinceramente pelo o quê ela é atualmente, com certeza a versão nova não ficará devendo em nada para a App Store.

Câmera

Já disse no Review do HTC Magic e repito: Não há aparelhos HTC com boas câmeras e ponto final. A câmera do HTC Touch 2 é tão ruim quanto a do Magic, as imagens são granuladas e ainda por cima não possui flash. Nem pense em tirar fotos sem luz natural é muito difícil nesse aparelho.

Aplicativos Office

Esta aí um ponto forte nesse aparelho e creio eu que um dos principais que levam a pessoas comprarem um Windows Mobile. A suite Office com certeza é muito boa, afinal a Microsoft criou o Office então obviamente ele tem a melhor suite Office mobile. Apesar da tela do Touch 2 não ser muito grande, dá para trabalhar eficazmente com o Office, desde que você não tenha que fazer edições, afinal não há teclado fisico e o teclado da tela é proporcional a tela, ou seja, pequeno.

Como disse no começo não sou muito fâ do Windows Mobile, mas de acordo com os vídeo recentes do Windows Phone 7 a evolução é muito grande, ele parece ser um sistema totalmente novo e o melhor de tudo: o Windows Phone finalmente parece ser um sistema para smartphone e não uma adaptação do Windows 95 para celular.

Para finalizar algumas fotos do HTC Touch 2 logo abaixo:

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Vídeo review: 3 meses com o Moto X4, vale a pena?

Confiram o review em vídeo do Moto X4, novo smartphone da Motorola que trás um super design em vidro mas peca em suas câmeras.

Dando continuidade há uma das mais famosas linhas de smartphone da Motorola, a X, a Lenovo trás finalmente um sucessor: o Moto X4. Mas, diferente dos anteriores, é um smartphone mais barato com hardware de intermediário. Será que vale a pena? Assistam o vídeo acima e descubram.

Moto X4 – Design

O Moto X4 tem um foco maior no design. Com um acabamento inteiro de vidro, e a traseira com efeito 3D, é o smartphone mais bonito já feito pela Motorola. Além disso, ele conta com proteção IP68 contra água e poeira, sendo possível emergir o dispositivo em até 1,5 metros de profundidade.

Moto X4 – Hardware

Ele conta ainda com um bom hardware intermediário com processador Snapdragon 630, 3 GB de memória RAM e apenas 32 GB de armazenamento interno. Sendo seu armazenamento seu calcanhar de áquiles, já que somente 15 GB é disponível para o usuário. O motivo eu já expliquei aqui, mas resumidamente ele possui uma partição de 8 GB para o sistema e mais outra de 8 GB clonando a primeira. Sendo assim, mais de 16 GB são ocupados.

Moto X4 – Câmeras

Sua câmera, que deveria ser a principal feature, é dual com um sensor de 12 MP com abertura de f2.0 e outro de 8 MP com abertura de f2.2. Esse último tira fotos em preto e branco. No geral as fotos condizem com seu preço, nada de muito fantástico.

O problema são seus efeitos de profundidade. Na teoria funcionaria muito bem. Através de software, a câmera identifica o fundo e a frente da foto. Com isso, o software consegue, por exemplo, desfocar o fundo, mudar para preto e branco e até trocar por outra foto. Mas na prática não funciona muito bem. O reconhecimento só acontece quando a distância entre a imagem da frente e da traseira é grande o bastante. Em distâncias curtas o software erra bastante, borrando bordas.

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A câmera frontal também é um problema sério, pois a mesma não consegue focar o rosto, sempre ficando um meio termo entre o fundo e a frente.

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Review Galaxy S8: 6 meses depois ele ainda é o melhor

Já se passaram mais de 6 meses do lançamento do Galaxy S8, o topo de linha da Samsung atualmente, juntamente…

Já se passaram mais de 6 meses do lançamento do Galaxy S8, o topo de linha da Samsung atualmente, juntamente com o Galaxy Note 8. Depois de 6 meses usando esse aparelho resolvemos, finalmente, publicar nosso review. Será que vale a pena? Ele é realmente o melhor? Confiram os detalhes abaixo.

Review em vídeo do Galaxy S8

Review Galaxy S8 – Design

Sem dúvidas o que mais chama a atenção no Galaxy S8 é seu design. Embora a tela curva já estivesse presente no Galaxy S7 Edge e S6 Edge, as coisas ficaram menores. Se trata de um smartphone gigante mas em um corpo pequeno. O Galaxy S8 é um Galaxy S7 com tela maior, mas não com carcaça maior. Ele possui tela de 5,8 polegadas e mesmo assim é significativamente menor que qualquer smartphone de 5,5 polegadas. Para se ter uma ideia, ele é mais estreito que um Moto G5S que tem tela de 5,2 polegadas.

Review Galaxy S8 frontal

De largura ele é mais fino que o antecessor Galaxy S7 que tem tela de 5,2 polegadas. Porém é mais alto. É o novo padrão de telas 18:9. Além disso, mesmo de altura ele é pequeno. A Samsung removeu os botões físicos de início, voltar e multitarefa, que foram para a tela, como já acontece em outras fabricantes.

Review Galaxy S8 frontal

Uma tecnologia interessante nele é que o botão inicio, mesmo sendo visualmente virtual, ele ainda é fisíco. Ou seja, é um botão fisico que é virtual, entendeu? Vamos explicar. A Samsung manteve um sensor de pressão embaixo da região onde o botão de início é exibido. Isso significa que ele pode ser acionado a qualquer momento, inclusive com a tela desligada ou quando você estiver rodando um jogo em tela cheia.

No geral ele é mais premium que o Galaxy S7. Detalhes como o calombo da câmera traseira finalmente sumiu por completo (embora fosse praticamente inexistente no anterior). Ele também é mais confortável que o S7 Edge, pois as bordas curvas ficaram  mais suaves e o aro de metal também é mais suave. Claro que o tamanho fino ajuda muito. A maioria das pessoas conseguirá usar ele com apenas uma mão.

Review galaxy s8 espessura

O conector de ouvido continua lá, firme e forte do lado do conector Tipo C, que estranhamente ficou de fora na geração passada. Em uma das laterais há a bandeja para 2 SIM Cards mais o cartão micro SD: isso mesmo, há uma bandeja hibrída por aqui. Infelizmente não é tudo separado como no Galaxy A5 2017, por exemplo. Mas é um avanço já que o S7 só tinha opção Single SIM.

Review Galaxy S8 conector de fone de ouvidos

Outra coisa que reparei é que ele ficou mais resistente. Embora continue de vidro atrás e na frente, para garantir o carregamento sem fio, ele é muito resistente. Mesmo após várias quedas ele continuou intacto, até mesmo o aro de metal pouco amassa. No S7 esse aro era mais maleável, amassando facilmente, e o vidro também quebra com certa facilidade. Porém,  vidro da traseria arranha muito fácil, muito fácil mesmo. Usar sem capinha terá um resultado desastroso em dias, como podem notar abaixo.

Review Galaxy S8 traseira arranhada

Review Galaxy S8 – Tela

A linha Galaxy S tradicionalmente possui as melhores telas de smartphones do mundo. Não tinha muito o que melhorar no Galaxy S7, ele já é excelente. Mas melhorou no Galaxy S8. O painel AMOLED de 5,8 polegadas com resolução de 2960×1440 pixels é impecável, com cores equilibradas de fábrica, sem excesso de saturação, além de brilho forte, alto nível de contraste e ângulo de visão irrepreensível. A diferença para o S7 que mais reparei foi justamente a melhora no brilho, dá para usar o aparelho confortavelmente mesmo em um dia ensolarado sem nuvens. Algo raro hoje em dia.

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Review Galaxy S8 tela

Assim como aconteceu com a atualização para o Nougat no Galaxy S7, a tela agora não vem configurada no padrão para a resolução máxima. Ao invés disso, ela vem por padrão configurada em 2220×1080 pixels. Se trata de um full HD+. Ou seja, mesmo sendo a metade da capacidade da tela, é impossível ao olho nu notar essa diferença. Isso ajuda na economia de bateria: a GPU é poupada, já que não precisa renderizar textos, animações de menu e ícones de aplicativos usando o máximo de potência. Se quiser mais economia, ainda dá para diminuir para HD+ com resolução  de 1480×720 pixels, o máximo só fica mesmo para realidade virtual.

Por ter uma proporção de tela de 18,5:9, nem todos os aplicativos ocupam todo o espaço do display, ficando com faixas pretas. Você pode esperar que o desenvolvedor atualize o aplicativo ou forçar manualmente para que o software ocupe o painel inteiro — eu fiz isso em vários aplicativos e não notei problemas de compatibilidade. Quando um vídeo está rodando em tela cheia, o Galaxy S8 mostra um botão para que a imagem passe a ocupar todo o display, se você preferir assim. Mas não se preocupe, isso vai virar padrão, ainda mais que o próximo aparelho do Google (inclusive farão o próprio hardware) virá com esse padrão. É a melhor tela é pronto.

Review Galaxy S8 – Câmeras

Assim como em tela, a linha Galaxy S também é referência em câmeras. O Galaxy S7 possui uma das melhores câmeras do ano passado, considerada por muitos como a melhor. Porém, do ano passado para cá houve uma grande evolução por parte de concorrentes. Principalmente com a padronização para as câmeras dual. Com isso, esperavá-se uma câmera dual no S8, porém não veio, foi papel do Note 8 trazer. Mas mesmo assim ainda temos uma das melhores câmeras do mercado no papel e na prática.

A Samsung praticamente não mexeu na câmera traseira em relação à geração anterior. O Galaxy S8 tem sensor de 12 megapixels e lente com abertura f/1,7 — que continua sendo uma das maiores do mercado, o que em teoria permite fotos noturnas de melhor qualidade. Ele não tem exatamente o mesmo sensor do Galaxy S7, mas tem o mesmo número de pixels, o mesmo tamanho físico e as mesmas tecnologias.

Review Galaxy S8 cameras

 

Isso é ruim porque não houve um avanço realmente significativo na qualidade das fotos, mas, por outro lado, pode ser bom porque a câmera do Galaxy S7, mesmo em 2017, ainda se sobressai na multidão.

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No software, a Samsung colocou alguns efeitos especiais no aplicativo de câmera, como carimbos, stickers e máscaras em tempo real, a funcionalidade inútil mais importante e popular do momento. E houve melhorias na usabilidade, sendo possível controlar o zoom (digital, infelizmente) apenas deslizando o botão do obturador para cima ou para baixo, evitando o gesto de pinça.

Quanto à qualidade da fotografia, o Galaxy S8, como dito acima, continua uma das melhores câmeras do mercado. A principal melhoria foi na câmera frontal, que teve sua resolução elevada para 8 megapixels, o que de fato resultou em aumento de definição nas selfies. Em conjunto com a lente, que também possui abertura f/1,7, os resultados são excelentes. E para finalizar, a câmera frontal agora conta com foco manual. Não é o único, mas é o primeiro que testei com câmera frontal com essa tecnologia.

foto camera frontal galaxy s8

De praxe, se a iluminação ajudar as fotos tiradas pelo S8 são de fato excelentes. Nível de ruído baixissimo, cores fiéis como pouca intervenção de software, nível de detalhes acima do normal e um alcance dinâmico fenômenal, sendo o melhor que já testei nessa categoria. Nada de branco sempre estourado, ou sombras escondendo objetos forografados. Perfeito equilibrio, para um smartphone.

Foto camera galaxy S8 Foto camera galaxy S8 Um detalhe interessante é o modo foco seletivo. Embora sempre presente nas gerações anteriores. Dá para perceber que a Samsung melhorou o software. Isso se deve ao fato da concorrência ter duas câmeras e produzir por hardware o efeito bokeh. Porém, mesmo assim, o resultado da câmera única do Galaxy S8 é melhor que vários dual câmeras que vejo por aí.

Foto camera galaxy S8 Foto camera galaxy S8

Parabéns para a Samsung. Embora tenha um modo manual, raramente é necessário usar, pois o automático quase sempre acerta nas configurações.

Com iluminação ruim, as fotos continuam muito boas. O nível é o mesmo do Galaxy S7: a definição é muito boa, praticamente não existe ruído e as luzes não estouram. Em ambientes pouco iluminados e com luz artificial, as fotos também ficam acima da média.

Foto camera galaxy S8 noite Foto camera galaxy S8 noite Foto camera galaxy S8 noite

Review Galaxy S8 – Hardware e perfomance

O processador usado no Galaxy S8 brasileiro é o Exynos 8895, atualização do usado no Galaxy S7 que era a versão 8890. Nos EUA e alguns outros países, é utilizado o Snapdragon 835. Mas, ao contrário do que muitos pensam, no gera o processador da Samsung possui características que se sobressaem frente ao concorrente. Ele conta com quatro núcleos Exynos-M1 de 2,3 GHz de alto desempenho e quatro núcleos Cortex-A53 de 1,7 GHz de baixo consumo de energia. É o primeiro chip para dispositivos móveis com litografia de 10 nanômetros, junto com o Snapdragon 835. Lembrando que atualmente, a Samsung fabrica ambos, embora no caso do Snap a Qualcomm para ela fabricar seu projeto.

O desempenho é muito bom. Ele tem um multitarefa eficiente, que não fica matando os aplicativos em segundo plano, não apresenta sinais de engasgo e faz qualquer coisa sem o minimo de dificuldade. Resumindo: é o melhor processador do mercado. Fecha com 4GB de RAM e 64GB de armazenamento interno. O Galaxy S8+, com excessão da tela, possui o mesmo hardware, porém há ainda uma versão bem mais cara com 6GB de RAM e 128GB de armazenamento interno.

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Um destaque é o fato do Galaxy S8 ser o primeiro smartphone do mercado com Bluetooth 5.0. A nova versão da tecnologia de conexão sem fio traz novidades evolucionárias, como o dobro de velocidade de transmissão e quatro vezes mais alcance. A Samsung aproveitou a novidade para colocar o recurso Áudio Duplo, que permite transmitir simultaneamente para dois fones de ouvido (para compartilhar o som) ou dois alto-falantes (para amplificar o volume). E aind aconta com o USB 3.1, que traz possibilidades interessantes como transmitir imagem via HDMI, bastando um adaptador USB Tipo C para HDMI. O adaptador dos novos Macbooks funcionam nele.

Mas a principal novidade é o leitor de íris, que foi herdado do Galaxy Note 7. Ele é confiável e, teoricamente, funciona mesmo no escuro por meio de infravermelho. No geral não gostei tanto. A câmera precisa enxergar seus olhos, então é necessário posicionar bem o aparelho na sua frente. Embora muitos dizem o contrário, na minha experiência houve bastantes falhas ao ponto de desistir do seu uso.

Juntando o fato do leitor ser pouco útil, para meu uso, juntou o fato da Samsung ter feito a maior cagada do S8: a posição do leitor digital. Ele fica estranhamento ao lado da câmera. Além de toda hora meter o dedo na lente da câmera, devido ao posicionamento alto e o celular ser alongado, preciso sempre subir a mão no celular. Resumindo, muitas vezes deixo de usar proteção para não passar nervoso.

No quesito bateria, não houve evolução frente a geração passada. Infelizmente, continua em 3.000 mAh. A bateria do Gaalxy S7 era boa em seu lançamento, porém ela sofre de perda considerável de desempenho com o passar do tempo. Tenho um S7 com 1 ano de uso e ele deve durar a metade do tempo de que no começo, e atualização para o Nougar ajudou nisso.

O S8, depois de 6 meses, já perdeu também. Deve durar uns 10% menos desde que comprei. Pelo menos, ele está mais otimizado para o Nougat. Só espero que com a chegada do Android 8.0 Oreo, ele melhore em bateria e não piore.

Nos meus testes, tirando o aparelho da tomada às 9 horas da manhã, ouvindo duas horas de streaming de música no 4G, e navegando na web por 1h30min a 1h50min, também pela rede móvel, eu sempre cheguei em casa às 23 horas com algo entre 20% e 30% de bateria.

Review Galaxy S8 – Prós e contras

Prós

  • Câmera de alto nível
  • Melhor tela do mercado
  • Hardware de última geração
  • Proteção contra água

Contras

  • Leitor de impressões digitais mal posicionado

Review Galaxy S8 – Conclusão

Vale a pena? Sinceramente depende. Custando mais de 3 Mil Reais atualmente, na minha opinião ele não oferece tanta coisa assim a mais que um Galaxy S7 Edge por quase o dobro do preço. É melhor, obviamente que sim, mas as diferenças não serão tão notadas assim para justificar o preço. Mas, se a diferença de preço não seja problema para você, ele é disparado o melhor top de linha do mercado brasileiro atualmente rodando o sistema Android. É um celular sensacional para ser usado sem problemas por, pelo menos, uns 3 anos.

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Review Zenfone 4: Vale a pena pagar o preço?

A ASUS apresentou a quarta versão de seu smartphone: o Zenfone 4 chegou em 3 versões e fazendo barulho. O…

A ASUS apresentou a quarta versão de seu smartphone: o Zenfone 4 chegou em 3 versões e fazendo barulho. O Zenfone 4 melhorou em relação a versão passada, porém o preço aumentou e o principal motivo de comprar o Zenfone 3 não se aplica no 4: Pagar menos por mais. Testamos a versão mais parruda do Zenfone 4, confira abaixo o que achamos dele.

Review em vídeo

Design e construção

Hoje em dia smartphones são bem parecidos, então um sempre vai lembrar outro. No Caso do Zenfone 4 não é diferente. Na parte da frente temos algo bem parecido com um Galaxy ou um iPhone, mas mesmo assim se trata de um aparelho muito bonito. As bordas laterais diminuiram em relação ao Zenfone 3, porém ainda não dá para ser chamado de bordless.

Review Zenfone 4 frente

A tela possui curvatura 2,5 D em todas as suas laterais, o que garante melhor pegada e deixa o aparelho mais bonito de fato. As bordas superiores e inferiores são bem grandes, possuem o mesmo tamanho para uma perfeita simetria, algo encontrado nos iPhones. Mas é na parte traseira que ele se destaca, o famoso efeito de luzes concêntricas, característica da ASUS, está presente em todo o vidro traseiro.

Review Zenfone 4 traseira

Outro destaque é o modo que as câmeras foram montadas. Elas estão abaixo da camada de vidro, ou seja, não tem nenhum calombo, tornando assim todo aparelho totalmente plano. Aqui temos suas duas câmeras, uma normal e uma Wide-angle de 120 graus.

Embora seja muito fino, apenas 7,7 mm, ainda achei o Zenfone 4 um pouco trambolhão e não muito confortável na mão quando comparado com concorrentes. O problema não é nem o tamanho, e sim da traseira ser totalmente plana. Como ele não tem curvas nas laterais, a pegada não é tão boa assim. Com o tempo acostuma-se já que é algo bem pessoal, mas acho que bordas curvas seriam bem vindas num aparelho desse tamanho e preço. Juntando o fato dele ser de vidro e escorregadio, uma capinha é meio que obrigatório para evitar uma queda fatal. Pelo menos ele vem com uma básica de silicone.

Review Zenfone 4

Ele é todo construido sobre um chassi de aluminio, revestido de vidro com corning gorilla Glass 3 na frente e na parte de trás. Aqui um elogio: a tela está muito bem tratada, não estou falando de qualidade de imagem ainda, mas a proteção oleofóbica é uma das melhores que já vi. Raramente fica engordurada ou com marcas de dedo. Além disso ela não arranha facilmente. Usei sem pelicula por 3 semanas e não há nenhum arranhão, nem aqueles minúsculos. Para efeito de comparação, o Galaxy S8 e o Moto Z2 Force, em 2 dias já estavam cheio de arranhões apenas de colocar e tirar do bolso. Não sei se com o tempo piora, mas não vejo necessidade de peliculas nesse aparelho.

Tela

A tela dele é uma tela de 5,5 polegadas com resolução full HD. A tela é de LCD IPS. A qualidade é ok, nada de ruim mas também nada fora do normal de um intermediário premium. Você não terá problemas em enxergar mesmo em um dia ensolarado.

Review Zenfone 4 tela

O brilho é bem alto, o contraste é bom e o branco é bem fiel. Porém, o preto é meio acinzentando ou azulado dependendo do ambiente, mesmo para uma tela IPS achei que o preto poderia ser melhor. Mas nada que atrapalhe muito.

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A reclamação fica porque a ASUS poderia ter colocado a tela AMOLED que equipa o Zenfone 4 Pro, que aliás não veio ao Brasil. Ou, pelo menos, uma resolução 2K como concorrentes top de linha possuem. Afinal estamos falando de um aparelho que rompe a casa dos 2 Mil Reais.

Hardware

Na parte de hardware temos um smartphone bem poderoso. O processador é um Snapdragon 660, possui 6 GB de RAM e 64 GB de armazenamento além de entrada para cartão micro SD.

Categorizar o Snadragon 660 é bem difícil. Ele está acima de qualquer intermediário premium, que normalmente vem com o Snapdragon 625 ou 630. Temos aqui Moto Z2 Play, Moto G5S Plus, Galaxy A9, dentre outros. Porém, ele não chega a ser um top de linha. O processamento chega bem perto, praticamente equivalente ao Snapdragon 820 do ano passado. A grande diferença fica por conta da GPU, ele vem equipado com uma Adreno 512. Essa GPU é cerca de 30% mais fraca que a Adreno 530 do Snapdragon 820. Na prática temos uma perfomance que beira um top de linha, porém mais econômico energicamente.

Review Zenfone 4 antutu

Ele vai dar conta de 99% dos usuários. Até mesmo jogos mais pesados ele roda bem, com perfomance notoriamente melhor que nos intermediários premiums.

Ele fez cerca de 110 mil pontos no Antutu Benchmark. Além disso, rodou bem a maioria dos jogos pesados.

A bateria dele é de 3300 mAh. Como disse, o Snpadragon 660 é econômico em relação aos tops de linha, mas não espere desempenho de bateria de um intermediário como Zenfone 4 com Snap 630 ou Moto Z2 Play. No meu uso ele ficou na média dos tops de linha bons. Aguenta bem um dia de uso.

Aqui vai um detalhe, o gerenciador de bateria da ASUS em parceria com a Qualcoom somada ao modo doze do Android, aprendem do seu uso. Funciona assim: com o passar do tempo o sistema vai identificando quais os seus apps que gastam mais energia, os que não gastam, que ficam em segundo plano e etc. Com essas informações, o sistema vai se adaptando ao seu uso; como por exemplo deixar, ou não, determinado app na memória RAM. Com isso, o desempenho vai melhorando conforme os primeiros dias vão se passando.

No meu caso, para chegar no resultado abaixo, demoraram cerca de 8 dias. No começo a bateria não durava nem metade disso. Por isso fica a dica: só reclame das baterias de smartphones com processadores Snapdragon e com Android 7 para cima depois de alguns dias.

Tirando o aparelho da tomada às 7h da manhã, eu fiquei navegando na internet por cerca de 2:30 pelo 4G, ouvi música no spotify via Bluetooth por 3 horas no Wifi e joguei alguns jogos casualmente somando uns 30 minutos. Tudo isso sempre com o brilho no automático. Chegando em casa as 20:00, ele estava com 20% de bateria. É uma marca boa, pelo menos para meu uso.

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Review Zenfone 4 – Câmeras

O principal apelo de marketing do Zenfone 4 é o conjunto de câmeras. O slogan dele é “We love photos”. Dito isso, realmente a ASUS não fez feio. Começando por sua câmera frontal, ela possui 8 MP e abertura f2.0. No papel nada extraordinário, mas fiquei bem impressionado com o desempenho dela em boa luz.

Ela conta com um modo retrato via software bem eficaz, mas não perfeito. Notem na foto abaixo, ela aplicou um desfoque muito bom, porém nas bordas da minha orelha dá para notar erros. Além disso, as bordas das imagens tem uma perda de tonalidade de cores bem estranhas. Mas, no geral, está acima da média, incluindo até mesmo celulares tops de linha.

Review Zenfone 4 camera frontal Review Zenfone 4 camera frontal<

Na traseira são duas câmeras: uma principal, de 12 megapixels com lente de abertura f/1,8; e uma secundária, de 8 megapixels, que acompanha uma lente grande angular de 120 graus com abertura f/2,2.

Review Zenfone 4 camera dupla

A lente principal tira ótimas fotos em qualquer condição de iluminação. Mesmo durante a noite, a perda de detalhes é pouco e consegue um bom nível de nitidez. O alcance dinâmico, que sempre pesa em celulares, é bem equilibrado não estourando exageradamente os brancos ou omitindo detalhes sobre sombras. As cores são equilibradas, o contraste é bem natural e nitidez boa.

Review Zenfone 4 fotos Review Zenfone 4 fotos

Review Zenfone 4 fotos Review Zenfone 4 fotos Review Zenfone 4 fotos

Review Zenfone 4 fotos Review Zenfone 4 fotos Review Zenfone 4 fotos

Mas como acontece com 99% dos celulares com duas câmeras, a segunda (seja zoom ou seja wide angle) é bem inferior. No caso do Zenfone 4, achei inferior até mesmo do que a frontal. Mesmo tendo uma abertura de f2.2, as fotos a noite poderiam ser melhores, ficam bem ruins e indistinguiveis. Pior, mesmo durante o dia onde as fotos possuem bastante ruidos e falta de nitidez. Abaixo a mesma composição tirada primeiro com a Wide-angle e depois com a lente normal.

Review Zenfone 4 fotos Review Zenfone 4 fotos

Vale lembrar que além de abertura menor, a lente é fabricada por uma empresa diferente. Enquanto a principal é um sensor Sony IMX362 (mesmo do Zenfone 3 Zoom), o secundário é um OmniVision 8856, empresa que costuma fazer sensores para smartphones chineses mais baratos. Por isso a qualidade não é das melhores.

Eu continuo preferindo lentes Wide-angle para composições diferentes de cenas, mas acho que ficaria legal com uma lente com melhor qualidade.

Ele grava vídeos em 4 K e full HD em 60 fps. Possui um estabilizador ótico de 4 eixos que nos testes se mostrou satisfatório, porém inferior a smartphones como o Galaxy S7, que possui o mesmo sistema de estabilização.

Software

O grande problema da ASUS sempre foi o seu software, a ZEN UI é famosa por ser poluida, feia e lenta. No Zenfone 4, na versão 4 da Zen UI, a ASUS tentou melhorar, e de fato conseguiu melhorar bastante. Não está do jeito que gostaria, mas está a caminho para isso. Agora a interface reduziu drasticamente o número de aplicativos pré-instalados inúteis. Além disso, alguns recursos relativamente legais como gravação de chamadas e seu bom app de gerenciamento de arquivos continuam. Além disso perdeu um pouco do carnaval de cores e ficou mais simples.

Mas, como disse, ainda tem o que melhorar. Sinceramente o que fico mais triste é que parece que a ASUS faz uma adaptaçao da Zen UI para o português e não de fato uma versão. Erros feios de traduções estão presentes desde o primeiro Zenfone e ainda não foram corrigidos no Zenfone 4. Notem que na hora de ajustar o brilho, o minimo é escuro e o máximo é “luz”.  Ele tem a opção de mudar a fonte, legal. Então vamos lá em estilo de fonte, dai você encontrar “Fonte Padrão” e mais 3 fontes em mandarim. Ou quando configurar o tempo de compartilhar conexão começa com Após x minutos e do nada muda para Depois de. No novo app assistente de áudio, é possível configurar perfis para diferentes fones de ouvidos. Dai, quando você vai adicionar um aparece um “Adiconar” fones.

Esses são alguns exemplos. Pode parecer besteira, mas isso me passa uma sensação de amadorismo na tradução, o que não pode acontecer em uma empresa do porte da ASUS. Principalmente a falta de respeito com a língua portuguesa. Nem interfaces de marcas que nem vendem no Brasil, como a MIUI da Xiaomi ou a EMUI da Huawei eu vi erros tão absurdos na tradução.

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A parte “boa” é que em duas atualizações que ele teve alguns erros mais aparentes foram corrigidos, restando até então esses acima.

Resumindo a ASUS deu uma bela melhorada na interface, mas ainda é uma que eu menos gosto.

Conclusão

Podemos dizer que o Zenfone 4 é uma grande evolução se comparado com o Zenfone 3, que particularmente achei uma aparelho mediano. Porém, o preço também aumentou. Mesmo a versão com Snadragon 630 tá mais cara que o Zenfone 3 quando lançou. Mas tá na média.

O grande problema, que a ASUS deve estar ciente, é esse modelo que testei com o Snap 660. O aparelho é excelente e o Snadragone 660 é excelente. Mas não é um top de linha. Eu sei que não é só o processador que vai ditar se ele é um top de linha, no contexto ele compete sim com outros tops de linha. Mas se eu quero comprar um top de linha, instintivamente eu quero um processador top de linha. Além disso, o maior problema que eu acho é a concorrência, principalmente os tops de linha do ano passado que ainda são melhores que o Zenfone 4 em vários aspectos.

No preço que ele tá agora, você comprar um Samsung Galaxy S7 Edge, que é melhor em praticamente tudo, o mesmo acontece com o LG G6 que também tá na faixa de preço. E com poucas centenas de Reais, que não vai fazer tanta diferença quando a cifra passa de 2 Mil, dá para levar um Galaxy S8 que é melhor em tudo. Mas, se ele baixar o preço, que não é comum na ASUS, ai sim ele pode vir a ser a melhor opção de mercado em desempenho. Mas acho dificil, pois dai teriam que baixar muito também o Zenfone 3 com Snap 630. No fim das contas, quem vai puxar as vendas serão o Zenfone 3 e o Zenfone 3 Selfie.

Mesmo o Zenfone 4 com snapdragon 630 não acho vantagem, já que o próprio Zenfone 3 Zoom tá mais barato, com hardware pouca coisa inferior, com câmera idêntica e ainda com uma bateria enorme.

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Android, Reviews

Vídeo: Tablet com Android e Windows 10 por R$ 315

Já pensaram em um tablet que rode Windows 10 e Android, que dê para conectar mouse e teclado, conectar em…

Já pensaram em um tablet que rode Windows 10 e Android, que dê para conectar mouse e teclado, conectar em um monitor e ter um PC na hora? Ou quando quiser mais portabilidade, um tablet de 8 polegadas com bom hardware e que rode os seus jogos para Android preferidos? O Teclast X80 Power faz tudo isso.

O Teclast X80 Power é um poderoso tablet, levando em conta seu preço de apenas R$ 315, que roda o sistema Android e também o sistema Windows 10. No vídeo acima mostro ele em ação.

O Teclast X80 Power pode ser comprado por apenas R$ 315 na loja Banggood, com garantia de entrega e garantia contra extravios. Basta clicar aqui.

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