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Vídeo review: 3 meses com o Moto X4, vale a pena?

Confiram o review em vídeo do Moto X4, novo smartphone da Motorola que trás um super design em vidro mas peca em suas câmeras.

Dando continuidade há uma das mais famosas linhas de smartphone da Motorola, a X, a Lenovo trás finalmente um sucessor: o Moto X4. Mas, diferente dos anteriores, é um smartphone mais barato com hardware de intermediário. Será que vale a pena? Assistam o vídeo acima e descubram.

Moto X4 – Design

O Moto X4 tem um foco maior no design. Com um acabamento inteiro de vidro, e a traseira com efeito 3D, é o smartphone mais bonito já feito pela Motorola. Além disso, ele conta com proteção IP68 contra água e poeira, sendo possível emergir o dispositivo em até 1,5 metros de profundidade.

Moto X4 – Hardware

Ele conta ainda com um bom hardware intermediário com processador Snapdragon 630, 3 GB de memória RAM e apenas 32 GB de armazenamento interno. Sendo seu armazenamento seu calcanhar de áquiles, já que somente 15 GB é disponível para o usuário. O motivo eu já expliquei aqui, mas resumidamente ele possui uma partição de 8 GB para o sistema e mais outra de 8 GB clonando a primeira. Sendo assim, mais de 16 GB são ocupados.

Moto X4 – Câmeras

Sua câmera, que deveria ser a principal feature, é dual com um sensor de 12 MP com abertura de f2.0 e outro de 8 MP com abertura de f2.2. Esse último tira fotos em preto e branco. No geral as fotos condizem com seu preço, nada de muito fantástico.

O problema são seus efeitos de profundidade. Na teoria funcionaria muito bem. Através de software, a câmera identifica o fundo e a frente da foto. Com isso, o software consegue, por exemplo, desfocar o fundo, mudar para preto e branco e até trocar por outra foto. Mas na prática não funciona muito bem. O reconhecimento só acontece quando a distância entre a imagem da frente e da traseira é grande o bastante. Em distâncias curtas o software erra bastante, borrando bordas.

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A câmera frontal também é um problema sério, pois a mesma não consegue focar o rosto, sempre ficando um meio termo entre o fundo e a frente.

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Review Moto Z2 Force, o celular com tela indestrutível

A segunda versão do smartphone de tela inquebrável chegou no fim do ano passado. Mas será que uma tela inquebrável consegue…

A segunda versão do smartphone de tela inquebrável chegou no fim do ano passado. Mas será que uma tela inquebrável consegue colocar o Moto Z2 Force em pé de igualdade com a concorrência? É isso que vamos analisar nesse review.

Design conservador, mas justificável

moto z2 force frente 2

Enquanto a concorrência está cada vez mais arriscando no design, a Motorola com seu Moto Z2 Force mateve praticamente intocável o design do Moto Z2 Force. Design sem bordas, telas com proporção 18:9 e resistência a água, são características dos concorrentes que vocês não verão aqui. Se isso faz diferença, Galaxy S8, LG G6, Pixel 2 e outros são melhores opções.

Mas a justificativa do design do Moto Z2 Force é um: os Moto Snaps. Os módulos – bem caros, só para enfatizar – que agregam funções ao Moto Z2 Force exige que ele mantenha o mesmo visual, pelo menos na parte traseira. Mas a justificativa é relativa, já que com o mesmo formato é perfeitamente possível aumentar a tela e mudando a proporção para 18:9 e, automaticamente, diminuindo suas enormes bordas. E isso irá acontecer na linha 2018.

Mas, o Moto Z2 Force ainda é um smartphone bonito de olhar. Sua espessura de apenas 6,1 mm chama muito atenção assim como o peso de apenas 143 gramas. Completa seu corpo inteiro de metal que trás uma segurança maior nele, afinal seu peso e espessura em um primeiro momento passa insegurança.

Vale lembrar que a tela é inquebrável, o resto do aparelho não. Então não compre pensando que você tem um smartphone super resistente, se ele cair vai arranhar o frame de metal vai sim amassar. A ideia da Motorola é que a tela fique intacta ao uso. Ela não garante em nenhum momento que o resto do aparelho seja resistente.

Tela inquebrável, mas os riscos continuam

O Moto Z2 Force trás a segunda geração da tecnologia s[]ShatterShield. Desenvolvida pela própria Motorola para a primeira versão, o Moto X Force, ele trás um conjunto de camadas de proteção sobrepostas para garantir resistência ao display. Esse display é de AMOLED flexível, por isso é dificil de quebrar e resiste a quedas.

moto z2 force shattershield

O grande diferencial das camadas, é que a última visível não é de vidro, como em outros celulares, o Moto Z2 Force tem uma fina camada de plástico. Isso torna o display mais flexível e capaz de absorver impactos do dia a dia sem estilhaçar ou apresentar rachaduras. Mas ai vem outro problema: plástico é plástico.

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No Moto X Force a reclamação maior era justamente essa última camada que arranhava demais. No Moto Z2 Force ela melhorou muito, mas continua arranhando com mais facilidade que um vidro. Depois de um dias os arranhões aparecem inevitavelmente. Mas o que achei mais ruim foi que o plástico atrapalha um pouco o dedos deslizar na tela. As vezes parece que tem algo “prendendo” o dedo. Com o tempo se acostuma. Tudo isso citado acima é resolvido colocando uma pelicula de vidro, solução simples e barata.

moto z2 force tela arranha

Mas em qualidade de visualização a tela do Moto Z2 Force é competente. Ela possui 5,5 polegadas e resolução Quad HD (1.440 x 2.560 pixels). Como se trata de uma tela de AMOLED o brilho e constraste são excelentes. Mas, comparando com a tela do Galaxy S8 também de AMOLED, ela tem menos brilho, perceptível principalmente em um dia claro.

Hardware de ponta

Processador Snapdragon 835, memória RAM de 6 GB e 64 GB de memória interna com suporte a cartão microSD de até 2 TB (embora ainda não existam tais). Impressionante não é? Mas números são só números até que testemos um smartphone na prática.

Como se comporta o Moto Z2 Force na prática? Espetacularmente bem. O Moto Z2 Force é incrivelmente rápido, nunca trava e roda qualquer jogo, do mais pesado que exista, sem dificuldade.

Nem se preocupe em ficar fechando aplicativos. Simplesmente não consegui superar a multitarefa deles, abri cerca de 100 aplicativos para estressar o aparelho. Nem sinal de travamento. O Android super otimizado manteve quase todos os apps e começou a fechar quando julgou necessário.

Ele tem o que há de melhor atualmente no mercado. Não há muito o que falar.

Câmeras dentro do padrão Motorola

moto z2 force camera

O Moto Z2 Force trás uma câmera dupla na traseira. São dois sensores de 12 MP com abertura de f/2.0, sendo que um é monocromático e o outro é colorido. A combinação é bem interessante.

No papel, a Motorola trás diversos recursos de software que colocariam a câmera do Moto Z2 Force dentre as melhores no mercado.

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Temos o já obrigatório “Modo Profundidade”, que permite ao celular aplicar um efeito que deixa o plano de fundo da foto borrado, enquanto o primeiro plano fica em destaque. O primeiro truque é que dá para brincar um pouco com esse fundo desfocado.

Depois que você tira foto, dentro do app há um modo “profundidade”. Escolhendo onde você quer o foco, dá para você deixar, por exemplo, o fundo preto e branco, desfocado ou retirar o fundo e substituir por outra foto.

Legal não é? Seria muito bom se funcionasse satisfatoriamente, o que não ocorre. O modo profundidade nem sempre separa bem o que está em primeiro plano do que está no fundo, deixando, muitas vzes, um aspecto artificial que deixa a foto parecendo o resultado de um Photoshop mal feito. Na maioria das vezes alguma coisa se perde no foco misturando frente e fundo. Isso acontece com toda a linha de smartphones com câmera dupla da Motorola. Quem sabe não seja melhorado em futuras atualizações.

Deixando de lado o modo profundidade e funcionando como uma câmera normal, a câmera do Moto Z2 Force consegue tirar boas fotos. Muitas vezes o celular perde a mão no balanço de branco e no alcance dinâmico. Mas, num geral, faz fotos acima de qualquer intermediário. Mas que fique claro que a qualidade da câmera não é a mesma do Galaxy S8 ou iPhone 8. Ela está no nível de qualidade do LG G6 ou Zenfone 4, embora em uma comparação perderia no número de alguns recursos fotográficos.

O que fiquei surpreso foi da qualidade em baixa luminosidade. Embora tenha uma abertura pequena de f/2.0, especialmente por conta do sensor secundário que fotografa em tons de cinza, a quantidade de ruído é mínima. Fotos noturnas ou em ambientes escuros não são um problema para ele.

A câmera frontal de 5 MP e ângulo aberto captura uma área maior que o normal, o que é bem-vindo, mas, em termos de qualidade, não impressiona.

E os Moto Snaps, ainda valem a pena?

O diferencial da linha Z, como comentamos logo acima, é o suporte a Moto Snaps, acessórios modulares que se conectam ao smartphone por meio de conectores ímas. Todos os Snaps lançados em 2016 e 2017, para as duas gerações do Moto Z e Moto Z Play, funcionam no Moto Z2 Force. Esse conceito de retroportabilidade que acho sensacional na linha Z. E vai continuar por pelo menos uns 2 anos!

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moto z2 force moto snaps

Para o nosso teste, a Motorola enviou um Snap de bateria externa, que recarrega o smartphone sem fios quando você está longe de uma tomada. Assim como em qualquer outro modelo da linha, o acessório funciona de modo extremamente intuitivo e prático: é só acoplar e pronto.

O portfólio de acessórios ainda inclui um projetor, uma lente com zoom óptico para a câmera, uma caixa de som, um gamepad que atua como controle para jogos e uma câmera de 360 graus. Todos são compatíveis com o Moto Z2 Force ou qualquer outro smartphone da linha Z.

moto z2 force snap game

O problema desses acessórios, porém, continua sendo o mesmo: preço. O mais barato é o de bateria e custa R$ 399. Há Snaps que chegam a custar até R$ 1.499 (projetor), que é praticamente o preço de outro celular.

Mas o legal é que você compra de acordo com sua necessidade. Além disso dá para importar esses módulos por preços melhores, claro, sabendo dos riscos de uma importação.

Review Moto Z2 Force – Prós e contras

Prós

  • Tela inquebrável
  • Preço competitivo
  • Um dos melhores hardwares da atualidade
  • Compatibilidade com Moto Snaps

Contras

  • Design passado
  • Câmera poderia ser melhor

Review Moto Z2 Force – Preço e Conclusão

Com um visual defasado frente a concorrência, o Moto Z2 Force em um primeiro momento poderia não ser uma opção. Mas não é bem assim. Se trata de uma das melhores compras no contexto geral. Temos aqui um hardware excelente, uma tela inquebrável (mesmo tendo pontos negativos) e uma câmera ok. Mas o grande diferencial é o seu preço: é possível achar ele até uns R$ 2100. Bem abaixo do Galaxy S8 seu concorrente. Para efeito de comparação ele custa o preço de um Zenfone 4 de 4 GB cujo tem um hardware inferior e leva vantagem apenas na câmera.

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O único smartphone que briga com ele na escolha seria o LG G6. Possui uma câmera melhor e design mais atraente, mas perde em todos os outros aspectos.

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Android, Motorola

Moto G6, X5 e Z3 Play: Confiram as fotos dos supostos aparelhos

Ontem vazaram vários renders da nova geração de smartphones da Motorola apareceram. São fotos do Moto G6, X5 e Z3 Play. Todos…

Ontem vazaram vários renders da nova geração de smartphones da Motorola apareceram. São fotos do Moto G6, X5 e Z3 Play. Todos com grandes e importantes mudanças. Também foram mostrados alguns novos Moto Mods. Vejam abaixo os detalhes.

Moto G6, Moto G6 e Mot G6 Play

Seguindo a tradição, será dois Moto G6 já conhecidos; Moto G6 e Moto G6 Plus. Porém a diferença é que nos renders aparecem um novo modelo chamado Moto G6 Play.

As diferenças entre o Moto G6 e o Moto G6 Plus se destacam pelo processador. Mas há mais mudanças entre eles. Seguindo o novo padrão de design trazido pelo Moto X4, os novos Moto G6 terão traseiras de vidro com o mesmo efeito 3D. Além da câmera salda com duas lentes.

O Moo G6 deve contar com um display de 5.7″ Full HD (com aspecto 18:9 e bordas reduzidas), sensor dual-cam na parte traseira (12 + 5MP), módulo de 16MP na frontal, e leitor de impressões digitais na parte frontal.

O processador provavelmente será um Snapdragon 430, e terá 3 ou 4GB de RAM com 32 ou 64GB de armazenamento interno. A bateria seria de 300 mAh segundo os rumores.

Já o Moto G6 Plus teríamos como principal diferença o processador. Nesse caso seria um Snapdragon 630. Além disso a tela seria maior com 5,93″, bem como a bateria, que seria de 3200 mAh.

Por último teríamos o novo Moto G6 Play. Esse teria as mudanças mais interessantes. Primeiro seria a mudança do leitor de impressões digitais, que ao invés de ser na frente como acontece tradicionalmente com a linha G, ele seria movido para a traseira. O que parece bem legal é que um pedido que os fãs da Motorola fazem há anos e usar um leitor de impressões digitais embutido no famoso circulo com o logo da empresa.

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A bateria também seria maior com 4000 mAh.

Moto X5

O mais aguardado seria mesmo o Moto X5, sucessor do não tão aclamado Moto X4. Por mais que o Moto X4 não tenha feito tanto sucesso, pelo menos no Brasil, ele trouxe vida nova a linha Motorola com diferenciais como corpo em vidro e proteção contra água e poeira.

O Moto X5 manteria o design de vidro curvo e também a proteção contra água. Mas o mais interessante seria mesmo o seu formato sem bordas. Seguindo a moda de outras marcas. Notem que ele praticamente não possui bordas laterais e na parte de cima e de baixo são menores, lembra bastante o design do Galaxy S8.

Mas o mais “interessante” seria que na parte de cima o Moto X5 tem o famigerado entalhe, ou dente, que o iPhone X trouxe. Nele estaria acomodando a câmera frontal e possível sensores faciais para desbloqueio da tela. Pelo menos a solução da Motorola é colocar uma faixa preta por trás das notificações, disfarçando a existência do dente.

Conforme o banner, há um tal de “Moto Smar Ai”. Esse novo sistema de inteligência artificial deve ser o responsável por administrar o reconhecimento facial. Notem que não um leitor de impressões digitais no aparelho, mostrando que a Motorola deve estar apostando suas fichas no reconhecimento facial.

 

Há ainda uma espécie de barra de rolagem ou botão virtual abaixo do doc de aplicativos. Ele também pode estar ligado a inteligência artificial presente no aparelho.

Moto Z3 Play

Por último temos o Moto Z3 Play, que chegaria como o intermediário premium da Motorola e compatível com os Moto Snaps. Assim como o Moto X5, ele adota o padrão sem bordas, e parece que também usará reconhecimento facial como modo de desbloqueio, afinal não sinais de um leitor de impressões digitais. Uma segunda opção seria um leitor por debaixo da tela, já que a Vivo já apresentou a tecnologia na CES.

O Z3 Pay provavelmente teria um processador Snapdragon 660. Sua tela seria de 6 polegadas com aspecto 18:9 e resolução full HD+. Vale notar que mesmo aumentando a tela, o fato de reduzir as bordas laterais e superiores, além do novo aspecto 18:9, daria perfeitamente para manter o tamanho do Z2 Play e, consequentemente, a compatibilidade com os Moto Snaps atuais.

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Como de praxe, deve ter também uma versão mais potente do Moto Z3 play, talvez um Moto Z3 Force. Esse teria a mesma tela, porém com maior resolução e processador Snapdragon 845.

Moto Mod 5G

O Moto Z3 chegaria ao mercado trazendo consigo outro importante lançamento para a linha de Moto Mods; trata-se de um módulo capaz de conectar-se à redes 5g.

Levando em consideração a quantidade de vazamentos, é quase certo afirmar que conheceremos esses dispositivos (e talvez muito mais) durante a MWC 2018.

Fonte: Slashleaks, com informações do Tudocelular

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Android, Motorola

Moto X4 depois do Android 8.0 Oreo? Como ficaram a câmera e o armazenamento?

Semana retrasada o Moto X4 ganhou uma esperada atualização para o Android 8.0 Oreo, mas será que melhorou? E sua…

Semana retrasada o Moto X4 ganhou uma esperada atualização para o Android 8.0 Oreo, mas será que melhorou? E sua câmera frontal e armazenamento interno, foram corrigidos os “problemas”? Saiba  no vídeo acima.

Vale notar que a câmera frontal do Moto X4 desde o começou recebeu criticas por conta do foco. Segundo a Motorola, o foco fixo da mesma é de 40 cm, ou seja, menos que isso o resultado não é bom. Porém, 40 cm é pouco, muita gente prefere selfies em uma distância menor do que isso. Sendo assim, a questão do foco não foi mexida, por outro lado, o que me pareceu é que a qualidade em si melhorou. Com a diminuição de ruídos nas fotos, a impressão é que o foco melhora. Ponto para a Motorola.

Já a questão do armazenamento houve sim melhoras. A Motorola conseguiu otimizar mais o sistema diminuindo o seu tamanho de 8 para 6 GB. Como o aparelho utiliza o Seemless update (detalhes aqui), que consiste em clonar a partição, o espaço usado diminuiu de 16 GB para 12 GB. Assim o aparelho ganhou 4 GB de espaço interno.

No geral o sistema ficou mais rápido e fluído. A bateria continuou com o mesmo desempenho, assim como também a câmera traseira.

Alguém tem um Moto X4? O que estão achando dele depois da atualização para o Android 8.0 Oreo?

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Confirmado: Apple deixa iPhone antigos mais lentos de propósito

Se você tinha a impressão de que seu iPhone antigo começa a ficar mais devagar com o tempo, saiba que essa impressão…

Se você tinha a impressão de que seu iPhone antigo começa a ficar mais devagar com o tempo, saiba que essa impressão acabou de ser confirmada pela própria Apple.

Nesta quarta-feira, a Apple admitiu que uma atualização de software lançada no ano passou deixou o smartphone propositalmente mais lento para evitar problemas de bateria – com o desligamento repentino do iPhone.

O patch fe parte da atualização do iOS 10.2.1 e afetou os modelos iPhone 6, iPhone 6 PlusiPhone 6S Plus e iPhone SE. O iOS 11.2trouxe o mesmo recurso para o iPhone 7 e iPhone 7 Plus – que também será aplicado aos atuais iPhone no futuro.

Segundo a empresa, aparelhos antigos com baterias de íon de lítio tendem a ter problemas a longo prazo, quando as bateria já não seguram tanta carga quanto aparelhos novos.

Nosso objetivo é oferecer a melhor experiência para clientes, que inclui o desempenho geral e o prolongamento da vida de seus dispositivos. As baterias de íon de lítio tornam-se menos capazes de fornecer demandas de corrente quando em condições frias, com baixa carga da bateria ou à medida que envelhecem ao longo do tempo, o que pode resultar no desligamento inesperado do dispositivo para proteger seus componentes eletrônicos“, indicou a Apple em um comunicado (via CNet).

O comentário da Apple vem em resposta a um artigo de John Poole, fundador da organização por trás do software de benchmark Geekbench, que afirmou que processadores do iPhone perdem performance com o tempo.

Há ainda uma terceira hipótese que eu acredito que também tem sua parcela de culpa: a obsolescência programada. Sim, é muito mais lucrativo para uma empresa forçar o usuário a pensar que seu aparelho está mais lento porque é antigo e, consequentemente, comprar um modelo mais novo. Um exemplo de que isso acontece são os smartphones com Android.

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Embora as fabricantes garantam no máximo duas atualizações, com a alegação que versões mais novas do sistema deixariam os aparelhos mais lentos, desenvolvedores fazem ROMs alternativas sempre da versão mais nova do sistema para esses mesmos aparelhos. Isso prova que na realidade as empresas não atualizam por diversos motivos, mas com certeza não é porque o aparelho já esteja antigo.

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