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Review Moto G5 Plus: ele retorna ao trono (agora que o preço baixou)

O Moto G é o smartphone mais vendido da história da Motorola. Mas em suas duas últimas versões ele não teve tanto sucesso assim, pelo menos no meio mais técnico. Agora, em sua quarta versão, o Moto G5 Plus novamente parece retornar ao seu trono de melhor custo x benefício. Querem saber porquê? Confiram nosso review abaixo.

Em sua quinta versão, o Moto G5 agora chegou em 2 versões diferentes, a comum que já fizemos review, e a mais parruda que é o Moto G5 Plus. Demorei alguns meses para fazer esse review, justamente para esperar o preço dele baixar e estabilizar.

Cerca de 3 meses após o lançamento, quando custava R$ 1500, agora ele está custando cerca de R$ 1100. Com preço bem menor posso afirmar: é a melhor opção de smartphone intermediário no mercado. Mas não confundam com intermediários premium, pois ele está longe disso. Acreditem, por R$ 1500 ele seria um tremendo mau negócio. Por isso vocês lerão discrepâncias de opiniões com reviews feitos há 3 meses atrás.

Design e acabamento

review moto g5 plus frente

Seguindo ainda a linha de design das versões anteriores. Agora o Moto G5 Plus trás um visual misturado da quarta e da terceira versão. Ele subiu de nível. A traseira tem uma tampa inteira de aluminio, e as bordas, embora de plástico, dão uma aparência mais premium que em versões anteriores.

Review Moto G5 Plus traseira

Ele é um aparelho relativamente fino com apenas 7.7 mm. Além disso, seu visual curvado deixa ele ainda mais esguio e bonito. Porém, na traseira, há a câmera com o famoso “tumor” da linha Z. Com cerca de 1 mm passando da traseira, o calombo acaba incomodando um pouco.

review moto g5 plus

Outro ponto negativo no seu design é o excesso de bordas. Tudo bem que a proposta não é um smartphone com design de primeira. Mas as bordas nas laterais da tela são grandes e mesmo com uma tela de 5,2 polegadas, ele tem praticamente a mesma largura de aparelhos de 5.5 polegadas, por causa delas.

Review Moto G5 Plus bordas
Eu vejo bordas, muitas bordas…

Tela

Com uma tela de 5,2 polegadas, ele diminui em relação ao Moto G4 Plus que tinha tela de 5,5. Ao meu ver ficou melhor. Como disse acima, com um design com bordas largas, 5,5 polegadas não ficaria ergonomicamente legal. Além disso, 5,2 fica melhor com a resolução full HD adotada. No geral, os ângulos de tela são excelentes. Mesmo debaixo de luz dá para enxergar satisfatoriamente as informações na tela. Claro que seria melhor uma tela de AMOLED como no Z2 Play que garantiria maior contraste, mas para o preço atual está de bom tamanho.

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Hardware e desempenho

Aqui o ponto forte e onde o Moto G5 se destaca frente a faixa de R$ 1000. Ele possui o excelente processador Snapdragon 625, considerado o melhor lançamento do ano passado da Qualcomm graças ao equilíbrio entre perfomance e economia de bateria. O ponto negativo, e maior motivo de reclamação, é seus 2 GB de RAM. Lá fora ele é vendido em opções de 3 ou 4 GB de RAM. Para fechar ele vem com 32 GB de armazenamento interno e expansão via Micro SD até 256 GB.

Quando aos 2 GB de RAM, realmente seria um problema grande na faixa de preço de lançamento. Afinal, posso garantir que o mínimo para o Android funcionar satisfatoriamente hoje em dia são 2GB, ou seja, o Moto G5 Plus não vai ser bem usável por mais de 2 anos. Obviamente, essa quantidade de RAM não suportaria usuários hardcore que exigem muito da multitarefa, acreditem, ele não aguenta. Depois desses 3 meses, 5 aplicativos já não é uma tarefa rápida no Moto G5 Plus. Mas vale lembrar que com R$ 1400 é possível comprar o Moto Z Play, que possui o mesmo processador mas 3 GB de RAM. Se o G5 Plus tivesse mais de 2 GB, não faria sentido ter ele no mercado. Isso acontece lá fora porque o preço do Moto G5 é bem inferior.

Então ele é ruim? Definitivamente não. Estamos falando de um aparelho de R$ 1000. Embora seja um valor alto, infelizmente é o padrão do Brasil hoje. Abaixo disso somente smartphones de entrada que nem de longe entregam o que o G5 Plus vai entregar com seu processador Snapdragon 625.

Ele rodou todos os jogos que testei, graças a GPU Adreno 506. Claro, que jogar com o máximo de frames não será possível na maioria dos jogos pesados. Mas no geral, todos os jogos da Google Play irão rodar de forma satisfatória. Ele faz pouco mais de 60 mil pontos no Antutu, para aqueles que ligam para isso (não é o meu caso).

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O ponto negativo na parte de hardware fica por conta da ausência do USB Tipo C. O velho micro USB está aqui. De imediato não faz diferença, mas daqui um ano o padrão Tipo C já estará dominando, isso é fato. Donos do G5 Plus ficarão para trás.

Bateria

Todos os aparelhos equipados com o Snapdragon 625 possuem uma boa perfomance no consumo de bateria. Com o Moto G5 Plus não é diferente. Nos meus dias de teste, tirando o smartphone da tomada às 9h, e utilizando 2h de streaming de música no 4G e 1h30min de navegação no 4G, com brilho no automático, eu consegui chegar até o final do dia (por volta de 22h ou 23h) com níveis entre 35% e 45% de bateria.

É uma bateria que deverá ser suficiente para aguentar um dia inteiro para a maioria das pessoas. Se não aguentar, o carregador rápido de 15 watts faz um bom trabalho em enchê-la rapidamente, com uma carga completa demorando menos de duas horas. Mas com 30 minutos já dá cerca de 35% de carga.

Ele também é rico em conexões: além do comum, possui NFC e TV Digital.

Software

A proposta de Android puro, original da Motorola, aos poucos a Lenovo vem colocando mais concessões na interface. O Moto G5 Plus trás um widget personalizado, usado em aparelhos da Lenovo. Além disso trás um app de papéis de parede de gosto duvidoso, como se não houvesse milhares do tipo na Google Play. Além é claro do app Moto Tela. Mas, no geral, o software ainda continua bem próximo da experiência de um Android stock.

 

Os diferenciais permanecem no aplicativo Moto, onde é possível ativar os atalhos do sensor biométrico e configurar os vários gestos de movimento para ativar determinadas funções — agitar duas vezes para ligar a lanterna, fazer um movimento de acelerar uma moto para abrir a câmera, deixar a tela virada para baixo para silenciar notificações, e por aí vai.

Desta vez, a Lenovo decidiu colocar a TV digital na versão mais cara. O esquema é o mesmo das gerações anteriores: você precisa colocar uma antena na entrada de 3,5 mm (que pode ser o próprio fone de ouvido ou um simples “rabicho” incluso na caixa) e assiste aos canais em HD onde houver sinal forte. O aplicativo mostra a grade de programação dos canais e permite gravar os programas. É um recurso bacana para não depender da conexão móvel se você quiser assistir a um programa ao vivo na TV aberta.

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Mas não espera atualizações no ritmo dos Google Pixels ou Nexus. Já faz um tempo que isso não vem acontecendo, já que até mesmo as atualizações de segurança que o Google libera todos meses demoram para chegar nos aparelhos da Motorola. Pelo menos ele já foi atualizado para o Android 7.0 Nougat.

Câmeras

Esse eu acho o maior destaque do MotO G5 Plus. Sua câmera principal briga de igual com muitos tops de linha do mercado que custariam de 2 a 3 mil Reais. O sensor de 12 megapixels com foco por detecção de fase e a lente com abertura de f/1,7 de fato entregam bons resultados. As fotos são detalhadas, têm bom alcance dinâmico e não apresentam ruídos mesmo em condições mais difíceis.

Review Moto G5 Plus camera

Durante o dia, o Moto G5 Plus entrega fotos com cores equilibradas, sem exagerar na saturação, e um ótimo nível de detalhes. O filtro de sharpening não é agressivo e deixa as imagens com um aspecto natural. O pós-processamento da Lenovo também consegue ressaltar bonitos degradês no céu e bons verdes no solo.

Prós e contras

Prós

  • Excelente câmera, a melhor da categoria
  • Hardware potente, (menos a memória RAM)
  • Bateria satisfatória
  • Tela com boa qualidade

Contras

  • Poderia ter mais memória RAM
  • Conector não é USB Tipo C

Conclusão

Se você procura por um smartphone que seja barato, mas não abre mão de ter uma boa câmera e um desempenho satisfatório, o Moto G5 Plus é a melhor opção atualmente. Seus concorrentes são o Galaxy A5 2017 que possui melhor acabamento, melhor tela e melhor bateria, mas é mais caro e mais lento. E o Zenfone 3 5,2 polegadas, que possui um hardware bem parecido, câmera quase equivalente, embora tenha estabilizador ótico que em certas situações pode ser melhor e tem mais RAM. Por outro lado tem um software pesado e que consome boa parte da RAM e é mais caro.

 

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Review Moto Z2 Force, o celular com tela indestrutível

A segunda versão do smartphone de tela inquebrável chegou no fim do ano passado. Mas será que uma tela inquebrável consegue…

A segunda versão do smartphone de tela inquebrável chegou no fim do ano passado. Mas será que uma tela inquebrável consegue colocar o Moto Z2 Force em pé de igualdade com a concorrência? É isso que vamos analisar nesse review.

Design conservador, mas justificável

moto z2 force frente 2

Enquanto a concorrência está cada vez mais arriscando no design, a Motorola com seu Moto Z2 Force mateve praticamente intocável o design do Moto Z2 Force. Design sem bordas, telas com proporção 18:9 e resistência a água, são características dos concorrentes que vocês não verão aqui. Se isso faz diferença, Galaxy S8, LG G6, Pixel 2 e outros são melhores opções.

Mas a justificativa do design do Moto Z2 Force é um: os Moto Snaps. Os módulos – bem caros, só para enfatizar – que agregam funções ao Moto Z2 Force exige que ele mantenha o mesmo visual, pelo menos na parte traseira. Mas a justificativa é relativa, já que com o mesmo formato é perfeitamente possível aumentar a tela e mudando a proporção para 18:9 e, automaticamente, diminuindo suas enormes bordas. E isso irá acontecer na linha 2018.

Mas, o Moto Z2 Force ainda é um smartphone bonito de olhar. Sua espessura de apenas 6,1 mm chama muito atenção assim como o peso de apenas 143 gramas. Completa seu corpo inteiro de metal que trás uma segurança maior nele, afinal seu peso e espessura em um primeiro momento passa insegurança.

Vale lembrar que a tela é inquebrável, o resto do aparelho não. Então não compre pensando que você tem um smartphone super resistente, se ele cair vai arranhar o frame de metal vai sim amassar. A ideia da Motorola é que a tela fique intacta ao uso. Ela não garante em nenhum momento que o resto do aparelho seja resistente.

Tela inquebrável, mas os riscos continuam

O Moto Z2 Force trás a segunda geração da tecnologia s[]ShatterShield. Desenvolvida pela própria Motorola para a primeira versão, o Moto X Force, ele trás um conjunto de camadas de proteção sobrepostas para garantir resistência ao display. Esse display é de AMOLED flexível, por isso é dificil de quebrar e resiste a quedas.

moto z2 force shattershield

O grande diferencial das camadas, é que a última visível não é de vidro, como em outros celulares, o Moto Z2 Force tem uma fina camada de plástico. Isso torna o display mais flexível e capaz de absorver impactos do dia a dia sem estilhaçar ou apresentar rachaduras. Mas ai vem outro problema: plástico é plástico.

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No Moto X Force a reclamação maior era justamente essa última camada que arranhava demais. No Moto Z2 Force ela melhorou muito, mas continua arranhando com mais facilidade que um vidro. Depois de um dias os arranhões aparecem inevitavelmente. Mas o que achei mais ruim foi que o plástico atrapalha um pouco o dedos deslizar na tela. As vezes parece que tem algo “prendendo” o dedo. Com o tempo se acostuma. Tudo isso citado acima é resolvido colocando uma pelicula de vidro, solução simples e barata.

moto z2 force tela arranha

Mas em qualidade de visualização a tela do Moto Z2 Force é competente. Ela possui 5,5 polegadas e resolução Quad HD (1.440 x 2.560 pixels). Como se trata de uma tela de AMOLED o brilho e constraste são excelentes. Mas, comparando com a tela do Galaxy S8 também de AMOLED, ela tem menos brilho, perceptível principalmente em um dia claro.

Hardware de ponta

Processador Snapdragon 835, memória RAM de 6 GB e 64 GB de memória interna com suporte a cartão microSD de até 2 TB (embora ainda não existam tais). Impressionante não é? Mas números são só números até que testemos um smartphone na prática.

Como se comporta o Moto Z2 Force na prática? Espetacularmente bem. O Moto Z2 Force é incrivelmente rápido, nunca trava e roda qualquer jogo, do mais pesado que exista, sem dificuldade.

Nem se preocupe em ficar fechando aplicativos. Simplesmente não consegui superar a multitarefa deles, abri cerca de 100 aplicativos para estressar o aparelho. Nem sinal de travamento. O Android super otimizado manteve quase todos os apps e começou a fechar quando julgou necessário.

Ele tem o que há de melhor atualmente no mercado. Não há muito o que falar.

Câmeras dentro do padrão Motorola

moto z2 force camera

O Moto Z2 Force trás uma câmera dupla na traseira. São dois sensores de 12 MP com abertura de f/2.0, sendo que um é monocromático e o outro é colorido. A combinação é bem interessante.

No papel, a Motorola trás diversos recursos de software que colocariam a câmera do Moto Z2 Force dentre as melhores no mercado.

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Temos o já obrigatório “Modo Profundidade”, que permite ao celular aplicar um efeito que deixa o plano de fundo da foto borrado, enquanto o primeiro plano fica em destaque. O primeiro truque é que dá para brincar um pouco com esse fundo desfocado.

Depois que você tira foto, dentro do app há um modo “profundidade”. Escolhendo onde você quer o foco, dá para você deixar, por exemplo, o fundo preto e branco, desfocado ou retirar o fundo e substituir por outra foto.

Legal não é? Seria muito bom se funcionasse satisfatoriamente, o que não ocorre. O modo profundidade nem sempre separa bem o que está em primeiro plano do que está no fundo, deixando, muitas vzes, um aspecto artificial que deixa a foto parecendo o resultado de um Photoshop mal feito. Na maioria das vezes alguma coisa se perde no foco misturando frente e fundo. Isso acontece com toda a linha de smartphones com câmera dupla da Motorola. Quem sabe não seja melhorado em futuras atualizações.

Deixando de lado o modo profundidade e funcionando como uma câmera normal, a câmera do Moto Z2 Force consegue tirar boas fotos. Muitas vezes o celular perde a mão no balanço de branco e no alcance dinâmico. Mas, num geral, faz fotos acima de qualquer intermediário. Mas que fique claro que a qualidade da câmera não é a mesma do Galaxy S8 ou iPhone 8. Ela está no nível de qualidade do LG G6 ou Zenfone 4, embora em uma comparação perderia no número de alguns recursos fotográficos.

O que fiquei surpreso foi da qualidade em baixa luminosidade. Embora tenha uma abertura pequena de f/2.0, especialmente por conta do sensor secundário que fotografa em tons de cinza, a quantidade de ruído é mínima. Fotos noturnas ou em ambientes escuros não são um problema para ele.

A câmera frontal de 5 MP e ângulo aberto captura uma área maior que o normal, o que é bem-vindo, mas, em termos de qualidade, não impressiona.

E os Moto Snaps, ainda valem a pena?

O diferencial da linha Z, como comentamos logo acima, é o suporte a Moto Snaps, acessórios modulares que se conectam ao smartphone por meio de conectores ímas. Todos os Snaps lançados em 2016 e 2017, para as duas gerações do Moto Z e Moto Z Play, funcionam no Moto Z2 Force. Esse conceito de retroportabilidade que acho sensacional na linha Z. E vai continuar por pelo menos uns 2 anos!

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moto z2 force moto snaps

Para o nosso teste, a Motorola enviou um Snap de bateria externa, que recarrega o smartphone sem fios quando você está longe de uma tomada. Assim como em qualquer outro modelo da linha, o acessório funciona de modo extremamente intuitivo e prático: é só acoplar e pronto.

O portfólio de acessórios ainda inclui um projetor, uma lente com zoom óptico para a câmera, uma caixa de som, um gamepad que atua como controle para jogos e uma câmera de 360 graus. Todos são compatíveis com o Moto Z2 Force ou qualquer outro smartphone da linha Z.

moto z2 force snap game

O problema desses acessórios, porém, continua sendo o mesmo: preço. O mais barato é o de bateria e custa R$ 399. Há Snaps que chegam a custar até R$ 1.499 (projetor), que é praticamente o preço de outro celular.

Mas o legal é que você compra de acordo com sua necessidade. Além disso dá para importar esses módulos por preços melhores, claro, sabendo dos riscos de uma importação.

Review Moto Z2 Force – Prós e contras

Prós

  • Tela inquebrável
  • Preço competitivo
  • Um dos melhores hardwares da atualidade
  • Compatibilidade com Moto Snaps

Contras

  • Design passado
  • Câmera poderia ser melhor

Review Moto Z2 Force – Preço e Conclusão

Com um visual defasado frente a concorrência, o Moto Z2 Force em um primeiro momento poderia não ser uma opção. Mas não é bem assim. Se trata de uma das melhores compras no contexto geral. Temos aqui um hardware excelente, uma tela inquebrável (mesmo tendo pontos negativos) e uma câmera ok. Mas o grande diferencial é o seu preço: é possível achar ele até uns R$ 2100. Bem abaixo do Galaxy S8 seu concorrente. Para efeito de comparação ele custa o preço de um Zenfone 4 de 4 GB cujo tem um hardware inferior e leva vantagem apenas na câmera.

  • Compre aqui o Moto Z2 Force

O único smartphone que briga com ele na escolha seria o LG G6. Possui uma câmera melhor e design mais atraente, mas perde em todos os outros aspectos.

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Moto G6, X5 e Z3 Play: Confiram as fotos dos supostos aparelhos

Ontem vazaram vários renders da nova geração de smartphones da Motorola apareceram. São fotos do Moto G6, X5 e Z3 Play. Todos…

Ontem vazaram vários renders da nova geração de smartphones da Motorola apareceram. São fotos do Moto G6, X5 e Z3 Play. Todos com grandes e importantes mudanças. Também foram mostrados alguns novos Moto Mods. Vejam abaixo os detalhes.

Moto G6, Moto G6 e Mot G6 Play

Seguindo a tradição, será dois Moto G6 já conhecidos; Moto G6 e Moto G6 Plus. Porém a diferença é que nos renders aparecem um novo modelo chamado Moto G6 Play.

As diferenças entre o Moto G6 e o Moto G6 Plus se destacam pelo processador. Mas há mais mudanças entre eles. Seguindo o novo padrão de design trazido pelo Moto X4, os novos Moto G6 terão traseiras de vidro com o mesmo efeito 3D. Além da câmera salda com duas lentes.

O Moo G6 deve contar com um display de 5.7″ Full HD (com aspecto 18:9 e bordas reduzidas), sensor dual-cam na parte traseira (12 + 5MP), módulo de 16MP na frontal, e leitor de impressões digitais na parte frontal.

O processador provavelmente será um Snapdragon 430, e terá 3 ou 4GB de RAM com 32 ou 64GB de armazenamento interno. A bateria seria de 300 mAh segundo os rumores.

Já o Moto G6 Plus teríamos como principal diferença o processador. Nesse caso seria um Snapdragon 630. Além disso a tela seria maior com 5,93″, bem como a bateria, que seria de 3200 mAh.

Por último teríamos o novo Moto G6 Play. Esse teria as mudanças mais interessantes. Primeiro seria a mudança do leitor de impressões digitais, que ao invés de ser na frente como acontece tradicionalmente com a linha G, ele seria movido para a traseira. O que parece bem legal é que um pedido que os fãs da Motorola fazem há anos e usar um leitor de impressões digitais embutido no famoso circulo com o logo da empresa.

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A bateria também seria maior com 4000 mAh.

Moto X5

O mais aguardado seria mesmo o Moto X5, sucessor do não tão aclamado Moto X4. Por mais que o Moto X4 não tenha feito tanto sucesso, pelo menos no Brasil, ele trouxe vida nova a linha Motorola com diferenciais como corpo em vidro e proteção contra água e poeira.

O Moto X5 manteria o design de vidro curvo e também a proteção contra água. Mas o mais interessante seria mesmo o seu formato sem bordas. Seguindo a moda de outras marcas. Notem que ele praticamente não possui bordas laterais e na parte de cima e de baixo são menores, lembra bastante o design do Galaxy S8.

Mas o mais “interessante” seria que na parte de cima o Moto X5 tem o famigerado entalhe, ou dente, que o iPhone X trouxe. Nele estaria acomodando a câmera frontal e possível sensores faciais para desbloqueio da tela. Pelo menos a solução da Motorola é colocar uma faixa preta por trás das notificações, disfarçando a existência do dente.

Conforme o banner, há um tal de “Moto Smar Ai”. Esse novo sistema de inteligência artificial deve ser o responsável por administrar o reconhecimento facial. Notem que não um leitor de impressões digitais no aparelho, mostrando que a Motorola deve estar apostando suas fichas no reconhecimento facial.

 

Há ainda uma espécie de barra de rolagem ou botão virtual abaixo do doc de aplicativos. Ele também pode estar ligado a inteligência artificial presente no aparelho.

Moto Z3 Play

Por último temos o Moto Z3 Play, que chegaria como o intermediário premium da Motorola e compatível com os Moto Snaps. Assim como o Moto X5, ele adota o padrão sem bordas, e parece que também usará reconhecimento facial como modo de desbloqueio, afinal não sinais de um leitor de impressões digitais. Uma segunda opção seria um leitor por debaixo da tela, já que a Vivo já apresentou a tecnologia na CES.

O Z3 Pay provavelmente teria um processador Snapdragon 660. Sua tela seria de 6 polegadas com aspecto 18:9 e resolução full HD+. Vale notar que mesmo aumentando a tela, o fato de reduzir as bordas laterais e superiores, além do novo aspecto 18:9, daria perfeitamente para manter o tamanho do Z2 Play e, consequentemente, a compatibilidade com os Moto Snaps atuais.

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Como de praxe, deve ter também uma versão mais potente do Moto Z3 play, talvez um Moto Z3 Force. Esse teria a mesma tela, porém com maior resolução e processador Snapdragon 845.

Moto Mod 5G

O Moto Z3 chegaria ao mercado trazendo consigo outro importante lançamento para a linha de Moto Mods; trata-se de um módulo capaz de conectar-se à redes 5g.

Levando em consideração a quantidade de vazamentos, é quase certo afirmar que conheceremos esses dispositivos (e talvez muito mais) durante a MWC 2018.

Fonte: Slashleaks, com informações do Tudocelular

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Moto X4 depois do Android 8.0 Oreo? Como ficaram a câmera e o armazenamento?

Semana retrasada o Moto X4 ganhou uma esperada atualização para o Android 8.0 Oreo, mas será que melhorou? E sua…

Semana retrasada o Moto X4 ganhou uma esperada atualização para o Android 8.0 Oreo, mas será que melhorou? E sua câmera frontal e armazenamento interno, foram corrigidos os “problemas”? Saiba  no vídeo acima.

Vale notar que a câmera frontal do Moto X4 desde o começou recebeu criticas por conta do foco. Segundo a Motorola, o foco fixo da mesma é de 40 cm, ou seja, menos que isso o resultado não é bom. Porém, 40 cm é pouco, muita gente prefere selfies em uma distância menor do que isso. Sendo assim, a questão do foco não foi mexida, por outro lado, o que me pareceu é que a qualidade em si melhorou. Com a diminuição de ruídos nas fotos, a impressão é que o foco melhora. Ponto para a Motorola.

Já a questão do armazenamento houve sim melhoras. A Motorola conseguiu otimizar mais o sistema diminuindo o seu tamanho de 8 para 6 GB. Como o aparelho utiliza o Seemless update (detalhes aqui), que consiste em clonar a partição, o espaço usado diminuiu de 16 GB para 12 GB. Assim o aparelho ganhou 4 GB de espaço interno.

No geral o sistema ficou mais rápido e fluído. A bateria continuou com o mesmo desempenho, assim como também a câmera traseira.

Alguém tem um Moto X4? O que estão achando dele depois da atualização para o Android 8.0 Oreo?

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Vídeo review: 3 meses com o Moto X4, vale a pena?

Confiram o review em vídeo do Moto X4, novo smartphone da Motorola que trás um super design em vidro mas peca em suas câmeras.

Dando continuidade há uma das mais famosas linhas de smartphone da Motorola, a X, a Lenovo trás finalmente um sucessor: o Moto X4. Mas, diferente dos anteriores, é um smartphone mais barato com hardware de intermediário. Será que vale a pena? Assistam o vídeo acima e descubram.

Moto X4 – Design

O Moto X4 tem um foco maior no design. Com um acabamento inteiro de vidro, e a traseira com efeito 3D, é o smartphone mais bonito já feito pela Motorola. Além disso, ele conta com proteção IP68 contra água e poeira, sendo possível emergir o dispositivo em até 1,5 metros de profundidade.

Moto X4 – Hardware

Ele conta ainda com um bom hardware intermediário com processador Snapdragon 630, 3 GB de memória RAM e apenas 32 GB de armazenamento interno. Sendo seu armazenamento seu calcanhar de áquiles, já que somente 15 GB é disponível para o usuário. O motivo eu já expliquei aqui, mas resumidamente ele possui uma partição de 8 GB para o sistema e mais outra de 8 GB clonando a primeira. Sendo assim, mais de 16 GB são ocupados.

Moto X4 – Câmeras

Sua câmera, que deveria ser a principal feature, é dual com um sensor de 12 MP com abertura de f2.0 e outro de 8 MP com abertura de f2.2. Esse último tira fotos em preto e branco. No geral as fotos condizem com seu preço, nada de muito fantástico.

O problema são seus efeitos de profundidade. Na teoria funcionaria muito bem. Através de software, a câmera identifica o fundo e a frente da foto. Com isso, o software consegue, por exemplo, desfocar o fundo, mudar para preto e branco e até trocar por outra foto. Mas na prática não funciona muito bem. O reconhecimento só acontece quando a distância entre a imagem da frente e da traseira é grande o bastante. Em distâncias curtas o software erra bastante, borrando bordas.

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A câmera frontal também é um problema sério, pois a mesma não consegue focar o rosto, sempre ficando um meio termo entre o fundo e a frente.

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