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Review LG L Prime Dual TV. Tenha funções do G3 em um smartphone barato

De olho no mercado de smartphones intermediários, a LG lança o LG L Prime Dual TV com exclusividade no Brasil. O foco desse modelo é trazer a experiência que há no topo de linha LG G3, melhor smartphone lançado no Brasil esse ano, para um modelo com configurações mais modestas e, principalmente, há um preço mais acessível. O LG L Prime Dual TV traz um corpo idêntico ao do G3 (proporcionalmente falando), o Smart Button e ainda alguns mimos que ajudam a tirar selfies como por exemplo, um flash virtual. Para fechar, ele também tem o já consagrado Knock On, melhor solução já feita para desbloqueio de telas.

Por outro lado, ele traz uma tela de 5 polegadas com apenas 480 x 854 pixels de resolução que está abaixo da concorrência direta que possuem telas HD. Outro ponto a se levar em consideração é que ele usa um processador da Mediatek, que ainda é mal visto por alguns. Custando entre 600 e 700 Reais será que ele consegue disputar de igual para igual com o Moto G e o Zenfone 5, referências nessa categoria? É isso que vamos ver nesse review.

Construção e acabamento

Conforme dito anteriormente, o LG L Prime Dual TV traz o mesmo corpo que o LG G3 e G3 Beat. Na verdade ele é praticamente igual ao LG G3 Beat sendo poucos milímetros maior que esse. É utilizado um plástico de excelente qualidade que na parte de trás imita o aço escovado. Ainda na parte de trás, temos o inteligente Smart Button e sua câmera de 8 Megapixels e logo abaixo seu alto falante (não é estéreo infelizmente).

Review LG L Prime Dual TV fundo

Nas laterais não há botões já que o Smart Button substitui todos. Na parte inferior temos a entrada micro USB e na superior a entrada do fone de ouvido além da antena de TV.

Review LG L Prime Dual TV conector

Na parte frontal temos a tela de bom tamanho de 5 polegadas. Vale ressaltar que as bordas laterais da tela são bem finas – não tão quanto as do G3 – como a maioria dos smartphones da LG, tornando o smartphone menor que outros com a tela de mesmo tamanho. Ainda na frente há a câmera frontal de 1,3 Megapixels e abaixo da tela o logo da LG.

Review LG L Prime Dual TV frente

Em suas medidas gerais, o LG L Prime Dual TV tem 138,15 de altura, 70,6 de largura e 10,7 mm de espessura. Como ele possui o “formato concha”, aonde as laterais vão se afinando, ele não parece que tem espessura.

Review LG L Prime Dual TV concha

No geral ele tem um excelente acabamento, tendo em vista a categoria que ele se propõe. Sua pegada também é muito boa, já que o plástico simulando o metal escovado não é totalmente liso, evitando assim acidentes com ele.

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Tela

Conforme dito anteriormente, a tela do L Prime Dual TV tem 5 polegadas de tamanho com a resolução de 480 x 854 pixels, o que é uma proporção ruim. A densidade de pixels dela é de 196 ppi. Na prática, isso significa que será normal o usuário ver um pouco de serrilhado nas bordas de ícones ou outras imagens. Por outro lado, não podemos deixar de citar que como a LG usou uma tela IPS e ainda possui uma interface bem desenhada com um visual bem flat, esses fatores conseguem mascarar um pouco a baixa resolução.

Review LG L Prime Dual TV icones

No geral, a baixa resolução não atrapalha o uso do smartphone, somente em casos mais específicos de imagens o usuário pode perceber, mesmo assim só aqueles que conhecem mais sobre resoluções e qualidade de tela.

Hardware e desempenho

A LG para conseguir um bom custo x beneficio e não entregar um smartphone lento, resolveu adotar um processador Mediatek, empresa famosa que oferece chips há um preço abaixo dos grandes como Qualcomm ou Nvidia. O modelo usado é um MT6584 Quad-core com clock de 1,3 GHz. A GPU usada no sock da MediaTek é uma Mali-400. Embora barato, vale citar que esse chip ganhou do Snapdragon 400 na maioria dos testes realizados por sites especializados. Abaixo uma lista com suas principais especificações:

Processador MT6584 Quad-core de 1,3 GHz

GPU Mali-400 MP2 @ 500 MHz

1GB de memória RAM

8GB de armazenamento interno + cartão SD

Câmera de 8 MPx que grava em full HD

Câmera frontal de 1,3 MPx

Bateria de 2460 mAh

No papel ele não perde em nada para seus concorrentes. Inclusive nos testes de benchmarks ele ficou sempre a frente do Moto G, porém abaixo do Zenfone 5 de 1,6 GHz que estão mais ou menos em sua faixa de preço.

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Nos testes práticos ele se saiu muito bem. Só para citar um exemplo, no jogo Real Racing 3 ele se saiu melhor que ambos os concorrentes, mostrando mais detalhes. Na visão da cabine do carro, ele conseguiu mostrar os reflexos do cenário e carros nos retrovisores, até então nos meus testes somente smartphones tops de linha conseguiram tal façanha (sem usar hacks).

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Isso mostra que a Mediatek evolui bastante e deixou para trás a fama de “fabricante de processadores de celulares clones chineses”. Vale lembrar que o Google também confia na empresa, já que os smartphones do projeto “Android One” utilizam seus processadores. Resumindo: é o famoso bom e barato.

bateria

Já a bateria do LG L Prime Dual TV possui 2460 mAh, que está dentro da média do mercado. Na prática ela também me surpreendeu. Conseguiu agüentar tranquilamente 1 dia de uso intenso, teve um desempenho semelhante ao Moto G e muito superior ao Zenfone 5 que é o pior nesse quesito. Quando digo 1 dia de uso intensivo, eu uso o 3G e WiFi ligados diretos, cerca de 2 horas de navegação na internet, mais ou menos umas 10 fotos, 30 minutos de TV,  umas 3 horas de música e as notificações ativas e pipocando durante todo o tempo. Fui carregar ele somente lá para as 10 horas da noite.

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Câmera

Sua câmera de 8 Megapixels realmente tem boa qualidade se formos comparar com outros smartphones da LG dessa categoria. Porém, ela fica um pouco atrás da câmera do Moto G é é bem inferior a do Zenfone 5, líder absoluto no quesito nessa faixa de preço de smartphones.

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A interface dele é exatamente a mesma do LG G3. Interface essa que agradou muitos mas também causou decepção aos que gostam de modificar as configurações de câmeras. Digo isso porque a interface é bem simples. O foco dela é o usuário que não quer se preocupar muito em detalhes, só quer tirar a câmera do bolso e tirar uma foto rápida. Os menus são bem intuitivos e de fácil acesso.

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Por outro lado, as personalizações são bem escassas, não há muitos ajustes finos para fazer como ajustar o ISO, selecionar o macro ou outras cenas. Totalmente o oposto do Zenfone 5 que tem um app mais do que completo.

Mas a LG também tem suas cartas na manga. Mirando a galera que curte tirar selfies, ele traz algumas funções bem bacanas. Como o “Quick Selfie” que com a câmera frontal habilitada, basta abrir e fechar a mão em frente dela para tirar a foto. O outro recurso é o “Virtual Flas” que simula um flash para a câmera frontal através de software, na verdade a tela projeta um quadro branco de alto brilho que irá iluminar o rosto na hora da foto, achei bem interessante o recurso.

Nas fotos durante o dia com uma boa iluminação ela se sai bem, sem granulados ou mesmo ruídos.

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Já fotos no escuro, ele segue o padrão da maioria dos smartphones onde as fotos são quase sem nitidez. Ele não é recomendado para fotos com pouca iluminação.

Pouca iluminação com flash

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Na parte de vídeos, ele grava vídeos em full HD e a câmera frontal grava em HD. A qualidade de ambos é satisfatória, o suficiente para gravar vídeos rápidos daqueles momentos que você não pode perder. Claro que como todos nessa categoria, a gravação não é de primeira qualidade e nem possui estabilização. Além disso, movimentos bruscos podem ocasionar efeito robotizado nos vídeos.

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Software e interface

O LG L Prime Dual TV traz a G3 UI. Quem já a usou sabe que embora modifique bastante o Android, a maioria do público acha a mesma agradável principalmente graças ao seu design bem flat com poucas sombras ou efeitos, algo bem próximo do que é o Android 5.0 Lollipop atualmente.

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Ele também traz várias das funções já conhecidas como o atalho na barra de notificações onde temos o Quick Note, onde dá para inserir anotações diretamente na tela, calculadora, Qslide dentro outros. A única coisa que ele não trás do G3 á o Widget de tempo com o Smart Notice. No lugar há um widget parecido mas sem a mesma interação.

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Lembrando que ele roda o Android 4.4.2 Kitkat. Segundo a LG, muitos de seus aparelhos serão atualizados para o Android Lollipop no ano que vem,mas os únicos nomes confirmados foram o LG G3 e o G2. Então é difícil afirmar se o Prime será atualizado para a próxima versão do Android.

TV digital

Um “plus” que o LG L Prime trás é a função de TV. O que mais gostei foi o fato dele vir com uma antena telescópica embutida, assim não tem a necessidade de ficar carregando o adaptador de fone de ouvido que aparelhos da Sony e da Motorola usam, basta puxar a antena e pronto. Além disso, ela tem uma melhor recepção que os modelos que usam o fone como antena.

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O app é muito completo, com opções que vão desde mudar a proporção da tela e passam por tecla SAP, gravação de programas, agendamento de horário e controle parental para bloquear canais em determinados horários, é uma TV completa. A resolução é a 1seg, como a resolução da tela é baixa, a TV se adaptou muito bem ao L Prime Dual.

Vídeo Review

Prós e contras

Prós

Design bonito e boa construção

Preço convidativo

Bom desempenho

TV digital

Câmera boa para sua categoria

Contras

Tela com baixa resolução

Conclusão

Como notaram nos prós e contras, o único ponto negativo fica mesmo por conta de sua tela com baixa resolução. Se isso é um fator determinante para você, é melhor não comprar o LG L Prime Dual. Por outro lado, ele possui muitas características de destaque, sendo assim colocando em uma balança, podemos afirmar que o L Prime Dual TV é um ótimo aparelho e não fica devendo em nada para o Moto G ou o Zenfone 5, pois embora tenha uma tela pior, há outros motivos que podem o tornar sua próxima compra.

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Review Moto Z2 Force, o celular com tela indestrutível

A segunda versão do smartphone de tela inquebrável chegou no fim do ano passado. Mas será que uma tela inquebrável consegue…

A segunda versão do smartphone de tela inquebrável chegou no fim do ano passado. Mas será que uma tela inquebrável consegue colocar o Moto Z2 Force em pé de igualdade com a concorrência? É isso que vamos analisar nesse review.

Design conservador, mas justificável

moto z2 force frente 2

Enquanto a concorrência está cada vez mais arriscando no design, a Motorola com seu Moto Z2 Force mateve praticamente intocável o design do Moto Z2 Force. Design sem bordas, telas com proporção 18:9 e resistência a água, são características dos concorrentes que vocês não verão aqui. Se isso faz diferença, Galaxy S8, LG G6, Pixel 2 e outros são melhores opções.

Mas a justificativa do design do Moto Z2 Force é um: os Moto Snaps. Os módulos – bem caros, só para enfatizar – que agregam funções ao Moto Z2 Force exige que ele mantenha o mesmo visual, pelo menos na parte traseira. Mas a justificativa é relativa, já que com o mesmo formato é perfeitamente possível aumentar a tela e mudando a proporção para 18:9 e, automaticamente, diminuindo suas enormes bordas. E isso irá acontecer na linha 2018.

Mas, o Moto Z2 Force ainda é um smartphone bonito de olhar. Sua espessura de apenas 6,1 mm chama muito atenção assim como o peso de apenas 143 gramas. Completa seu corpo inteiro de metal que trás uma segurança maior nele, afinal seu peso e espessura em um primeiro momento passa insegurança.

Vale lembrar que a tela é inquebrável, o resto do aparelho não. Então não compre pensando que você tem um smartphone super resistente, se ele cair vai arranhar o frame de metal vai sim amassar. A ideia da Motorola é que a tela fique intacta ao uso. Ela não garante em nenhum momento que o resto do aparelho seja resistente.

Tela inquebrável, mas os riscos continuam

O Moto Z2 Force trás a segunda geração da tecnologia s[]ShatterShield. Desenvolvida pela própria Motorola para a primeira versão, o Moto X Force, ele trás um conjunto de camadas de proteção sobrepostas para garantir resistência ao display. Esse display é de AMOLED flexível, por isso é dificil de quebrar e resiste a quedas.

moto z2 force shattershield

O grande diferencial das camadas, é que a última visível não é de vidro, como em outros celulares, o Moto Z2 Force tem uma fina camada de plástico. Isso torna o display mais flexível e capaz de absorver impactos do dia a dia sem estilhaçar ou apresentar rachaduras. Mas ai vem outro problema: plástico é plástico.

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No Moto X Force a reclamação maior era justamente essa última camada que arranhava demais. No Moto Z2 Force ela melhorou muito, mas continua arranhando com mais facilidade que um vidro. Depois de um dias os arranhões aparecem inevitavelmente. Mas o que achei mais ruim foi que o plástico atrapalha um pouco o dedos deslizar na tela. As vezes parece que tem algo “prendendo” o dedo. Com o tempo se acostuma. Tudo isso citado acima é resolvido colocando uma pelicula de vidro, solução simples e barata.

moto z2 force tela arranha

Mas em qualidade de visualização a tela do Moto Z2 Force é competente. Ela possui 5,5 polegadas e resolução Quad HD (1.440 x 2.560 pixels). Como se trata de uma tela de AMOLED o brilho e constraste são excelentes. Mas, comparando com a tela do Galaxy S8 também de AMOLED, ela tem menos brilho, perceptível principalmente em um dia claro.

Hardware de ponta

Processador Snapdragon 835, memória RAM de 6 GB e 64 GB de memória interna com suporte a cartão microSD de até 2 TB (embora ainda não existam tais). Impressionante não é? Mas números são só números até que testemos um smartphone na prática.

Como se comporta o Moto Z2 Force na prática? Espetacularmente bem. O Moto Z2 Force é incrivelmente rápido, nunca trava e roda qualquer jogo, do mais pesado que exista, sem dificuldade.

Nem se preocupe em ficar fechando aplicativos. Simplesmente não consegui superar a multitarefa deles, abri cerca de 100 aplicativos para estressar o aparelho. Nem sinal de travamento. O Android super otimizado manteve quase todos os apps e começou a fechar quando julgou necessário.

Ele tem o que há de melhor atualmente no mercado. Não há muito o que falar.

Câmeras dentro do padrão Motorola

moto z2 force camera

O Moto Z2 Force trás uma câmera dupla na traseira. São dois sensores de 12 MP com abertura de f/2.0, sendo que um é monocromático e o outro é colorido. A combinação é bem interessante.

No papel, a Motorola trás diversos recursos de software que colocariam a câmera do Moto Z2 Force dentre as melhores no mercado.

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Temos o já obrigatório “Modo Profundidade”, que permite ao celular aplicar um efeito que deixa o plano de fundo da foto borrado, enquanto o primeiro plano fica em destaque. O primeiro truque é que dá para brincar um pouco com esse fundo desfocado.

Depois que você tira foto, dentro do app há um modo “profundidade”. Escolhendo onde você quer o foco, dá para você deixar, por exemplo, o fundo preto e branco, desfocado ou retirar o fundo e substituir por outra foto.

Legal não é? Seria muito bom se funcionasse satisfatoriamente, o que não ocorre. O modo profundidade nem sempre separa bem o que está em primeiro plano do que está no fundo, deixando, muitas vzes, um aspecto artificial que deixa a foto parecendo o resultado de um Photoshop mal feito. Na maioria das vezes alguma coisa se perde no foco misturando frente e fundo. Isso acontece com toda a linha de smartphones com câmera dupla da Motorola. Quem sabe não seja melhorado em futuras atualizações.

Deixando de lado o modo profundidade e funcionando como uma câmera normal, a câmera do Moto Z2 Force consegue tirar boas fotos. Muitas vezes o celular perde a mão no balanço de branco e no alcance dinâmico. Mas, num geral, faz fotos acima de qualquer intermediário. Mas que fique claro que a qualidade da câmera não é a mesma do Galaxy S8 ou iPhone 8. Ela está no nível de qualidade do LG G6 ou Zenfone 4, embora em uma comparação perderia no número de alguns recursos fotográficos.

O que fiquei surpreso foi da qualidade em baixa luminosidade. Embora tenha uma abertura pequena de f/2.0, especialmente por conta do sensor secundário que fotografa em tons de cinza, a quantidade de ruído é mínima. Fotos noturnas ou em ambientes escuros não são um problema para ele.

A câmera frontal de 5 MP e ângulo aberto captura uma área maior que o normal, o que é bem-vindo, mas, em termos de qualidade, não impressiona.

E os Moto Snaps, ainda valem a pena?

O diferencial da linha Z, como comentamos logo acima, é o suporte a Moto Snaps, acessórios modulares que se conectam ao smartphone por meio de conectores ímas. Todos os Snaps lançados em 2016 e 2017, para as duas gerações do Moto Z e Moto Z Play, funcionam no Moto Z2 Force. Esse conceito de retroportabilidade que acho sensacional na linha Z. E vai continuar por pelo menos uns 2 anos!

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Para o nosso teste, a Motorola enviou um Snap de bateria externa, que recarrega o smartphone sem fios quando você está longe de uma tomada. Assim como em qualquer outro modelo da linha, o acessório funciona de modo extremamente intuitivo e prático: é só acoplar e pronto.

O portfólio de acessórios ainda inclui um projetor, uma lente com zoom óptico para a câmera, uma caixa de som, um gamepad que atua como controle para jogos e uma câmera de 360 graus. Todos são compatíveis com o Moto Z2 Force ou qualquer outro smartphone da linha Z.

moto z2 force snap game

O problema desses acessórios, porém, continua sendo o mesmo: preço. O mais barato é o de bateria e custa R$ 399. Há Snaps que chegam a custar até R$ 1.499 (projetor), que é praticamente o preço de outro celular.

Mas o legal é que você compra de acordo com sua necessidade. Além disso dá para importar esses módulos por preços melhores, claro, sabendo dos riscos de uma importação.

Review Moto Z2 Force – Prós e contras

Prós

  • Tela inquebrável
  • Preço competitivo
  • Um dos melhores hardwares da atualidade
  • Compatibilidade com Moto Snaps

Contras

  • Design passado
  • Câmera poderia ser melhor

Review Moto Z2 Force – Preço e Conclusão

Com um visual defasado frente a concorrência, o Moto Z2 Force em um primeiro momento poderia não ser uma opção. Mas não é bem assim. Se trata de uma das melhores compras no contexto geral. Temos aqui um hardware excelente, uma tela inquebrável (mesmo tendo pontos negativos) e uma câmera ok. Mas o grande diferencial é o seu preço: é possível achar ele até uns R$ 2100. Bem abaixo do Galaxy S8 seu concorrente. Para efeito de comparação ele custa o preço de um Zenfone 4 de 4 GB cujo tem um hardware inferior e leva vantagem apenas na câmera.

  • Compre aqui o Moto Z2 Force

O único smartphone que briga com ele na escolha seria o LG G6. Possui uma câmera melhor e design mais atraente, mas perde em todos os outros aspectos.

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Vídeo review: 3 meses com o Moto X4, vale a pena?

Confiram o review em vídeo do Moto X4, novo smartphone da Motorola que trás um super design em vidro mas peca em suas câmeras.

Dando continuidade há uma das mais famosas linhas de smartphone da Motorola, a X, a Lenovo trás finalmente um sucessor: o Moto X4. Mas, diferente dos anteriores, é um smartphone mais barato com hardware de intermediário. Será que vale a pena? Assistam o vídeo acima e descubram.

Moto X4 – Design

O Moto X4 tem um foco maior no design. Com um acabamento inteiro de vidro, e a traseira com efeito 3D, é o smartphone mais bonito já feito pela Motorola. Além disso, ele conta com proteção IP68 contra água e poeira, sendo possível emergir o dispositivo em até 1,5 metros de profundidade.

Moto X4 – Hardware

Ele conta ainda com um bom hardware intermediário com processador Snapdragon 630, 3 GB de memória RAM e apenas 32 GB de armazenamento interno. Sendo seu armazenamento seu calcanhar de áquiles, já que somente 15 GB é disponível para o usuário. O motivo eu já expliquei aqui, mas resumidamente ele possui uma partição de 8 GB para o sistema e mais outra de 8 GB clonando a primeira. Sendo assim, mais de 16 GB são ocupados.

Moto X4 – Câmeras

Sua câmera, que deveria ser a principal feature, é dual com um sensor de 12 MP com abertura de f2.0 e outro de 8 MP com abertura de f2.2. Esse último tira fotos em preto e branco. No geral as fotos condizem com seu preço, nada de muito fantástico.

O problema são seus efeitos de profundidade. Na teoria funcionaria muito bem. Através de software, a câmera identifica o fundo e a frente da foto. Com isso, o software consegue, por exemplo, desfocar o fundo, mudar para preto e branco e até trocar por outra foto. Mas na prática não funciona muito bem. O reconhecimento só acontece quando a distância entre a imagem da frente e da traseira é grande o bastante. Em distâncias curtas o software erra bastante, borrando bordas.

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A câmera frontal também é um problema sério, pois a mesma não consegue focar o rosto, sempre ficando um meio termo entre o fundo e a frente.

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Confirmado: Apple deixa iPhone antigos mais lentos de propósito

Se você tinha a impressão de que seu iPhone antigo começa a ficar mais devagar com o tempo, saiba que essa impressão…

Se você tinha a impressão de que seu iPhone antigo começa a ficar mais devagar com o tempo, saiba que essa impressão acabou de ser confirmada pela própria Apple.

Nesta quarta-feira, a Apple admitiu que uma atualização de software lançada no ano passou deixou o smartphone propositalmente mais lento para evitar problemas de bateria – com o desligamento repentino do iPhone.

O patch fe parte da atualização do iOS 10.2.1 e afetou os modelos iPhone 6, iPhone 6 PlusiPhone 6S Plus e iPhone SE. O iOS 11.2trouxe o mesmo recurso para o iPhone 7 e iPhone 7 Plus – que também será aplicado aos atuais iPhone no futuro.

Segundo a empresa, aparelhos antigos com baterias de íon de lítio tendem a ter problemas a longo prazo, quando as bateria já não seguram tanta carga quanto aparelhos novos.

Nosso objetivo é oferecer a melhor experiência para clientes, que inclui o desempenho geral e o prolongamento da vida de seus dispositivos. As baterias de íon de lítio tornam-se menos capazes de fornecer demandas de corrente quando em condições frias, com baixa carga da bateria ou à medida que envelhecem ao longo do tempo, o que pode resultar no desligamento inesperado do dispositivo para proteger seus componentes eletrônicos“, indicou a Apple em um comunicado (via CNet).

O comentário da Apple vem em resposta a um artigo de John Poole, fundador da organização por trás do software de benchmark Geekbench, que afirmou que processadores do iPhone perdem performance com o tempo.

Há ainda uma terceira hipótese que eu acredito que também tem sua parcela de culpa: a obsolescência programada. Sim, é muito mais lucrativo para uma empresa forçar o usuário a pensar que seu aparelho está mais lento porque é antigo e, consequentemente, comprar um modelo mais novo. Um exemplo de que isso acontece são os smartphones com Android.

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Embora as fabricantes garantam no máximo duas atualizações, com a alegação que versões mais novas do sistema deixariam os aparelhos mais lentos, desenvolvedores fazem ROMs alternativas sempre da versão mais nova do sistema para esses mesmos aparelhos. Isso prova que na realidade as empresas não atualizam por diversos motivos, mas com certeza não é porque o aparelho já esteja antigo.

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Review Galaxy S8: 6 meses depois ele ainda é o melhor

Já se passaram mais de 6 meses do lançamento do Galaxy S8, o topo de linha da Samsung atualmente, juntamente…

Já se passaram mais de 6 meses do lançamento do Galaxy S8, o topo de linha da Samsung atualmente, juntamente com o Galaxy Note 8. Depois de 6 meses usando esse aparelho resolvemos, finalmente, publicar nosso review. Será que vale a pena? Ele é realmente o melhor? Confiram os detalhes abaixo.

Review em vídeo do Galaxy S8

Review Galaxy S8 – Design

Sem dúvidas o que mais chama a atenção no Galaxy S8 é seu design. Embora a tela curva já estivesse presente no Galaxy S7 Edge e S6 Edge, as coisas ficaram menores. Se trata de um smartphone gigante mas em um corpo pequeno. O Galaxy S8 é um Galaxy S7 com tela maior, mas não com carcaça maior. Ele possui tela de 5,8 polegadas e mesmo assim é significativamente menor que qualquer smartphone de 5,5 polegadas. Para se ter uma ideia, ele é mais estreito que um Moto G5S que tem tela de 5,2 polegadas.

Review Galaxy S8 frontal

De largura ele é mais fino que o antecessor Galaxy S7 que tem tela de 5,2 polegadas. Porém é mais alto. É o novo padrão de telas 18:9. Além disso, mesmo de altura ele é pequeno. A Samsung removeu os botões físicos de início, voltar e multitarefa, que foram para a tela, como já acontece em outras fabricantes.

Review Galaxy S8 frontal

Uma tecnologia interessante nele é que o botão inicio, mesmo sendo visualmente virtual, ele ainda é fisíco. Ou seja, é um botão fisico que é virtual, entendeu? Vamos explicar. A Samsung manteve um sensor de pressão embaixo da região onde o botão de início é exibido. Isso significa que ele pode ser acionado a qualquer momento, inclusive com a tela desligada ou quando você estiver rodando um jogo em tela cheia.

No geral ele é mais premium que o Galaxy S7. Detalhes como o calombo da câmera traseira finalmente sumiu por completo (embora fosse praticamente inexistente no anterior). Ele também é mais confortável que o S7 Edge, pois as bordas curvas ficaram  mais suaves e o aro de metal também é mais suave. Claro que o tamanho fino ajuda muito. A maioria das pessoas conseguirá usar ele com apenas uma mão.

Review galaxy s8 espessura

O conector de ouvido continua lá, firme e forte do lado do conector Tipo C, que estranhamente ficou de fora na geração passada. Em uma das laterais há a bandeja para 2 SIM Cards mais o cartão micro SD: isso mesmo, há uma bandeja hibrída por aqui. Infelizmente não é tudo separado como no Galaxy A5 2017, por exemplo. Mas é um avanço já que o S7 só tinha opção Single SIM.

Review Galaxy S8 conector de fone de ouvidos

Outra coisa que reparei é que ele ficou mais resistente. Embora continue de vidro atrás e na frente, para garantir o carregamento sem fio, ele é muito resistente. Mesmo após várias quedas ele continuou intacto, até mesmo o aro de metal pouco amassa. No S7 esse aro era mais maleável, amassando facilmente, e o vidro também quebra com certa facilidade. Porém,  vidro da traseria arranha muito fácil, muito fácil mesmo. Usar sem capinha terá um resultado desastroso em dias, como podem notar abaixo.

Review Galaxy S8 traseira arranhada

Review Galaxy S8 – Tela

A linha Galaxy S tradicionalmente possui as melhores telas de smartphones do mundo. Não tinha muito o que melhorar no Galaxy S7, ele já é excelente. Mas melhorou no Galaxy S8. O painel AMOLED de 5,8 polegadas com resolução de 2960×1440 pixels é impecável, com cores equilibradas de fábrica, sem excesso de saturação, além de brilho forte, alto nível de contraste e ângulo de visão irrepreensível. A diferença para o S7 que mais reparei foi justamente a melhora no brilho, dá para usar o aparelho confortavelmente mesmo em um dia ensolarado sem nuvens. Algo raro hoje em dia.

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Review Galaxy S8 tela

Assim como aconteceu com a atualização para o Nougat no Galaxy S7, a tela agora não vem configurada no padrão para a resolução máxima. Ao invés disso, ela vem por padrão configurada em 2220×1080 pixels. Se trata de um full HD+. Ou seja, mesmo sendo a metade da capacidade da tela, é impossível ao olho nu notar essa diferença. Isso ajuda na economia de bateria: a GPU é poupada, já que não precisa renderizar textos, animações de menu e ícones de aplicativos usando o máximo de potência. Se quiser mais economia, ainda dá para diminuir para HD+ com resolução  de 1480×720 pixels, o máximo só fica mesmo para realidade virtual.

Por ter uma proporção de tela de 18,5:9, nem todos os aplicativos ocupam todo o espaço do display, ficando com faixas pretas. Você pode esperar que o desenvolvedor atualize o aplicativo ou forçar manualmente para que o software ocupe o painel inteiro — eu fiz isso em vários aplicativos e não notei problemas de compatibilidade. Quando um vídeo está rodando em tela cheia, o Galaxy S8 mostra um botão para que a imagem passe a ocupar todo o display, se você preferir assim. Mas não se preocupe, isso vai virar padrão, ainda mais que o próximo aparelho do Google (inclusive farão o próprio hardware) virá com esse padrão. É a melhor tela é pronto.

Review Galaxy S8 – Câmeras

Assim como em tela, a linha Galaxy S também é referência em câmeras. O Galaxy S7 possui uma das melhores câmeras do ano passado, considerada por muitos como a melhor. Porém, do ano passado para cá houve uma grande evolução por parte de concorrentes. Principalmente com a padronização para as câmeras dual. Com isso, esperavá-se uma câmera dual no S8, porém não veio, foi papel do Note 8 trazer. Mas mesmo assim ainda temos uma das melhores câmeras do mercado no papel e na prática.

A Samsung praticamente não mexeu na câmera traseira em relação à geração anterior. O Galaxy S8 tem sensor de 12 megapixels e lente com abertura f/1,7 — que continua sendo uma das maiores do mercado, o que em teoria permite fotos noturnas de melhor qualidade. Ele não tem exatamente o mesmo sensor do Galaxy S7, mas tem o mesmo número de pixels, o mesmo tamanho físico e as mesmas tecnologias.

Review Galaxy S8 cameras

 

Isso é ruim porque não houve um avanço realmente significativo na qualidade das fotos, mas, por outro lado, pode ser bom porque a câmera do Galaxy S7, mesmo em 2017, ainda se sobressai na multidão.

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No software, a Samsung colocou alguns efeitos especiais no aplicativo de câmera, como carimbos, stickers e máscaras em tempo real, a funcionalidade inútil mais importante e popular do momento. E houve melhorias na usabilidade, sendo possível controlar o zoom (digital, infelizmente) apenas deslizando o botão do obturador para cima ou para baixo, evitando o gesto de pinça.

Quanto à qualidade da fotografia, o Galaxy S8, como dito acima, continua uma das melhores câmeras do mercado. A principal melhoria foi na câmera frontal, que teve sua resolução elevada para 8 megapixels, o que de fato resultou em aumento de definição nas selfies. Em conjunto com a lente, que também possui abertura f/1,7, os resultados são excelentes. E para finalizar, a câmera frontal agora conta com foco manual. Não é o único, mas é o primeiro que testei com câmera frontal com essa tecnologia.

foto camera frontal galaxy s8

De praxe, se a iluminação ajudar as fotos tiradas pelo S8 são de fato excelentes. Nível de ruído baixissimo, cores fiéis como pouca intervenção de software, nível de detalhes acima do normal e um alcance dinâmico fenômenal, sendo o melhor que já testei nessa categoria. Nada de branco sempre estourado, ou sombras escondendo objetos forografados. Perfeito equilibrio, para um smartphone.

Foto camera galaxy S8 Foto camera galaxy S8 Um detalhe interessante é o modo foco seletivo. Embora sempre presente nas gerações anteriores. Dá para perceber que a Samsung melhorou o software. Isso se deve ao fato da concorrência ter duas câmeras e produzir por hardware o efeito bokeh. Porém, mesmo assim, o resultado da câmera única do Galaxy S8 é melhor que vários dual câmeras que vejo por aí.

Foto camera galaxy S8 Foto camera galaxy S8

Parabéns para a Samsung. Embora tenha um modo manual, raramente é necessário usar, pois o automático quase sempre acerta nas configurações.

Com iluminação ruim, as fotos continuam muito boas. O nível é o mesmo do Galaxy S7: a definição é muito boa, praticamente não existe ruído e as luzes não estouram. Em ambientes pouco iluminados e com luz artificial, as fotos também ficam acima da média.

Foto camera galaxy S8 noite Foto camera galaxy S8 noite Foto camera galaxy S8 noite

Review Galaxy S8 – Hardware e perfomance

O processador usado no Galaxy S8 brasileiro é o Exynos 8895, atualização do usado no Galaxy S7 que era a versão 8890. Nos EUA e alguns outros países, é utilizado o Snapdragon 835. Mas, ao contrário do que muitos pensam, no gera o processador da Samsung possui características que se sobressaem frente ao concorrente. Ele conta com quatro núcleos Exynos-M1 de 2,3 GHz de alto desempenho e quatro núcleos Cortex-A53 de 1,7 GHz de baixo consumo de energia. É o primeiro chip para dispositivos móveis com litografia de 10 nanômetros, junto com o Snapdragon 835. Lembrando que atualmente, a Samsung fabrica ambos, embora no caso do Snap a Qualcomm para ela fabricar seu projeto.

O desempenho é muito bom. Ele tem um multitarefa eficiente, que não fica matando os aplicativos em segundo plano, não apresenta sinais de engasgo e faz qualquer coisa sem o minimo de dificuldade. Resumindo: é o melhor processador do mercado. Fecha com 4GB de RAM e 64GB de armazenamento interno. O Galaxy S8+, com excessão da tela, possui o mesmo hardware, porém há ainda uma versão bem mais cara com 6GB de RAM e 128GB de armazenamento interno.

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Um destaque é o fato do Galaxy S8 ser o primeiro smartphone do mercado com Bluetooth 5.0. A nova versão da tecnologia de conexão sem fio traz novidades evolucionárias, como o dobro de velocidade de transmissão e quatro vezes mais alcance. A Samsung aproveitou a novidade para colocar o recurso Áudio Duplo, que permite transmitir simultaneamente para dois fones de ouvido (para compartilhar o som) ou dois alto-falantes (para amplificar o volume). E aind aconta com o USB 3.1, que traz possibilidades interessantes como transmitir imagem via HDMI, bastando um adaptador USB Tipo C para HDMI. O adaptador dos novos Macbooks funcionam nele.

Mas a principal novidade é o leitor de íris, que foi herdado do Galaxy Note 7. Ele é confiável e, teoricamente, funciona mesmo no escuro por meio de infravermelho. No geral não gostei tanto. A câmera precisa enxergar seus olhos, então é necessário posicionar bem o aparelho na sua frente. Embora muitos dizem o contrário, na minha experiência houve bastantes falhas ao ponto de desistir do seu uso.

Juntando o fato do leitor ser pouco útil, para meu uso, juntou o fato da Samsung ter feito a maior cagada do S8: a posição do leitor digital. Ele fica estranhamento ao lado da câmera. Além de toda hora meter o dedo na lente da câmera, devido ao posicionamento alto e o celular ser alongado, preciso sempre subir a mão no celular. Resumindo, muitas vezes deixo de usar proteção para não passar nervoso.

No quesito bateria, não houve evolução frente a geração passada. Infelizmente, continua em 3.000 mAh. A bateria do Gaalxy S7 era boa em seu lançamento, porém ela sofre de perda considerável de desempenho com o passar do tempo. Tenho um S7 com 1 ano de uso e ele deve durar a metade do tempo de que no começo, e atualização para o Nougar ajudou nisso.

O S8, depois de 6 meses, já perdeu também. Deve durar uns 10% menos desde que comprei. Pelo menos, ele está mais otimizado para o Nougat. Só espero que com a chegada do Android 8.0 Oreo, ele melhore em bateria e não piore.

Nos meus testes, tirando o aparelho da tomada às 9 horas da manhã, ouvindo duas horas de streaming de música no 4G, e navegando na web por 1h30min a 1h50min, também pela rede móvel, eu sempre cheguei em casa às 23 horas com algo entre 20% e 30% de bateria.

Review Galaxy S8 – Prós e contras

Prós

  • Câmera de alto nível
  • Melhor tela do mercado
  • Hardware de última geração
  • Proteção contra água

Contras

  • Leitor de impressões digitais mal posicionado

Review Galaxy S8 – Conclusão

Vale a pena? Sinceramente depende. Custando mais de 3 Mil Reais atualmente, na minha opinião ele não oferece tanta coisa assim a mais que um Galaxy S7 Edge por quase o dobro do preço. É melhor, obviamente que sim, mas as diferenças não serão tão notadas assim para justificar o preço. Mas, se a diferença de preço não seja problema para você, ele é disparado o melhor top de linha do mercado brasileiro atualmente rodando o sistema Android. É um celular sensacional para ser usado sem problemas por, pelo menos, uns 3 anos.

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