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Huawei cresce 22% enquanto Xiaomi está estagnada

Huawei se mantém na segunda colocação no mundo e líder na China. Xiaomi estagnou e continua com pouca participação.
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31 de julho de 2019 às 10h59 - Atualização: 31/07/2019
Huawei e eua

A Huawei, apesar da crise envolvendo os EUA, continua crescendo. Mesmo já afirmado que não pretende ser a primeira mais esse ano, a empresa se manteve como segunda maior produtora celulares do mundo, e avançou 23% em receita esse ano. Já a concorrente Xiaomi, se mantém igual ao ano passado.

Um novo relatório divulgado pela Strategy Analytics, mostrou que a Huawei cresceu em 2019. Na China, seu maior mercado, ela continua isolada como a maior fabricante do país, tendo um aumento de 28% em sua receita, em relação a 2018.

Se tratando do mercado global, a empresa continua crescendo. Embora a Huawei tinha a ambição de passar a Samsung ainda esse ano, eles voltaram atrás nessa projeção, devido aos embargos que vem sofrendo dos EUA. Mesmo assim, sua receita cresceu 23,2% no primeiro semestre em relação ao mesmo período de 2018.

De acordo com a fabricante, foram 118 milhões de smartphones vendidos no primeiro semestre. O resultado foi 24% melhor que o do mesmo período de 2018 e trouxe uma receita de 220,8 bilhões de yuans (R$ 121 bilhões).

A Samsung mantém sua primeira posição com 22,3% da participação global de mercado de smartphones. A Huawei ocupa o segundo lugar, com 17,2%, enquanto a Apple é a terceira, com 11,1% do market share. Xiaomi e Oppo estão na quarta e quinta posiçao,  com 9,4% e 8,7% de participação de mercado, respectivamente.

Interessante notar que mesmo que a venda mundial tenha caído 3%, a Huawei viu as vendas globais de smartphones cresceram 8% em relação ao ano anterior, de 54,2 milhões no segundo trimestre de 2018 para 58,7 milhões no segundo trimestre de 2019. 

Comparando com outra chinesa, a Xiaomi, podemos ver a força da Huawei. Mesmo a Xiaomi tentando expandir no mercado mundial, inclusive voltando ao Brasil, o relatório aponta que a empresa estagnou com 9% de participação global.

Via Huawei

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