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Vídeo Review – Moto E4 Plus, bateria + bateria….

Recentemente a Motorola lançou no Brasil o Moto E4 Plus, nova versão da antiga linha de entrada que havia sido…

Recentemente a Motorola lançou no Brasil o Moto E4 Plus, nova versão da antiga linha de entrada que havia sido abandonada. O Moto E4 recebeu versão Plus com mais bateria. Porém ele não é o melhor custo x beneficio, perdendo para a linha superior que é a Moto G, estranho mas é verdade. Entenda lendo na íntegra nosso review abaixo.

O Moto E4 Plus é um smartphone com algumas boas características. O dispositivo tem tela HD de 5,5 polegadas, processador MediaTek MT6737 de 1,3 GHz (pois é, de novo), 2 GB de RAM, 16 GB para armazenamento interno, câmera traseira de 13 megapixels com abertura f/2,0, câmera frontal de 5 megapixels com abertura f/2,4, além de leitor de digitais e bateria de 5.000 mAh. Essa última é sua maior e melhor característica. Vamos aos detalhes

Design e acabamento

O Design e a construção do Moto E4 Plus, são um dos seus pontos mais fortes. Comparado aos outros modelos da mesma faixa de preço, ele apresenta um acabamento de muita qualidade; é feito em alumínio, plástico e vidro.

Além disso pesa apenas 145g e possui tamanho razoável, com excessão da espessura: são 155 x 77.5 x 9.6mm, o Moto E4 Plus acaba sendo bem sólido na mão. A leve curvatura da tampa traseira também deixa ele confortável de usar, mas é preciso lembrar que estamos falando de um aparelho com 5,5 polegadas de tela. O Moto E4 é vendido nas cores dourada, titanium e azul safira e roda o Android 7.1.1 Nougat.

Tela

O painel LCD IPS do Moto E4 Plus tem definição HD, o que fica abaixo daquilo que é oferecido nessa mesma faixa de preço. A tela tem 5,5 polegadas e exibe cores equilibradas e contraste regular. O brilho não é dos mais fortes, mas é possível utilizá-lo sob luz solar desde que não muito forte.

A tela do E4 Plus é de qualidade, mas o Moto G5 tem uma tela melhor em todos os sentidos, nitidez, cores, contraste e brilho. Outro ponto que merece ser destacado aqui é referente ao modo de cor intensidade, presente nas configurações da tela, pois, aparentemente, a Motorola o deixou com uma saturação acima da média. Acredito que a fabricante tenha feito isso para que o usuário consiga ter uma experiência melhor com o display do Moto E4 Plus.

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Hardware e desempenho

Contando com um processador quad-core de até 1.3GHz, o modelo 6735, da MediaTek. Vale lembrar, conforme disse no vídeo, o processador é de smartphone de entrada, sendo listado como tal pela própria fabricante Mediatek. Nao é que seja ruim, o Moto E4 Plus até que dá conta da multitarefa, mas passando de 5 aplicativos abertos ele começa apresentar sinais de lentidão. Ele ainda trás 2GB de RAM e 16 GB de armazenamento interno. Pode parecer pouco, mas lembre-se que se trata de um smartphone relativamente barato.

Além disso, é nos gráficos que o usuário encontrará suas maiores dificuldades: o smarphone reproduz imagens 2D de forma satisfatória, mas até mesmo em visuais 3D mais simples, sem muitos elementos ou efeitos, o dispositivo engasga e demonstra se esforçar demais para exibir os movimentos com alguma fluidez.

No que diz respeito aos outros componentes do hardware, o aparelho se mostra em dia com os concorrentes, trazendo itens importantes como o Bluetooth 4.2, GPS com A-GPS e GLONASS, Wi-Fi b/g/n, suporte a cartões microSD de até 128GB, Rádio FM e acelerômetro, além de sensor de luminosidade e proximidade.

Bateria

Um dos grandes destaques do Moto E4 Plus é sua bateria de 5.000mAh, que o torna um grande concorrente do Asus Zenfone 3 Max. No kit do Moto E4 temos um carregador turbo de 10W. Com isso, é possível ganhar algumas horas de uso com menos de 30 minutos de carga.

O Moto E4 Plus realmente entrega uma autonomia de bateria grande, como esperado, sendo quase impossível drenar sua bateria por completo em 8 horas de uso. Utilizei o modelo com o 4G ligado, sincronização e localização ativados, e com esse perfil acessei redes sociais, e-mails e utilizei a câmera. Com 100% de carga por volta das 9h e fazendo essas atividades pude chegar ao final do dia com 69% de carga.

Com o brilho em 70% na maioria do tempo, usando o GPS do Google Maps e com os mesmos serviços que descrevi acima ativados, a bateria do E4 Plus descarregava cerca de 8% por hora. Dessa forma, tenho plena certeza de que com uso convencional você também conseguirá chegar ao final do segundo dia com carga. Durante meus testes não consegui passar para um terceiro dia, mas o E4 Plus entregou 48 horas de energia completas.

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É possível maratonar uma série do Netflix entre 9 ou 11 horas consecutivamente, ou então escutar o streaming do spotify em qualidade alta por 18 horas. É válido destacar aqui que mesmo permanecendo ligado por mais de um dia e rodando diferentes tipos de tarefas, a bateria do Moto E4 Plus não superaqueceu em nenhum momento.

Software

O Moto E4 Plus sai de fábrica com Android 7.1.1 Nougat e interface do usuário pouco modificada. O pacote de segurança que vem pré-instalado é o referente ao mês de maio, ou seja, está pendente de atualização. Aparentemente, a Motorola anda um pouco atrasada, pois seus últimos lançamentos não estão saindo com o patch mais recente ou com a versão do Android mais atual.

Com relação aos recursos do software, o Moto E4 Plus não traz nenhuma novidade, apenas recursos básicos. O dispositivo não conta com DTV. O app Moto, responsável por controlar as funções inteligentes do sistema que envolvem gestos, voz e toque não oferece nenhum recurso do Moto Voz. Nele, você irá encontrar somente o Moto Tela e os controles por gestos para habilitar ou desativar a navegação através dos botões virtuais na tela.

O Moto E4 Plus também roda com as últimas alterações que a Motorola fez nos ícones do sistema, adicionando um visual de papel dobrado. Particularmente, acho que essa alteração deixou o launcher e o AppDrawer poluído. Outro ponto que vale ser destacado é que a Moto Tela não é ativada através do sensor de proximidade pois o mesmo não está presente no aparelho. Neste caso, o Moto E4 Plus utiliza o sensor de movimentos para exibi-la, ou seja, é preciso o aparelho para que o mesmo funcione.

Diferente do que a Motorola fez com outros lançamentos recentes, o Android O não é uma atualização que a empresa está prometendo entregar. Nem mesmo no site da empresa está descrito que o modelo receberá mais um update de sistema, como acontece com os Moto G5, por exemplo. Além disso, a presença do processador da MediaTek pode fazer com que as atualizações demorem mais para chegar ao modelo, visto que a empresa é conhecida por atrasar a distribuição dos drivers de seus chipsets.

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Câmeras

 A câmera de 13 megapixels do Moto E4 Plus é uma espécie de quebra-galho. Ela não captura fotos impressionantes, mas entrega um resultado dentro do esperado para um aparelho básico.Com boa iluminação, o Moto E4 Plus tira fotos medianas, com um nível de detalhes não muito alto e um pouco de ruído em áreas de sombra. O alcance dinâmico do sensor de imagem é ruim, o que frequentemente torna as cenas muito escuras, mas é possível amenizar o problema ativando manualmente o HDR. Também pode haver perda de definição nas bordas.

Em ambientes internos, o ruído se destaca, mas a câmera ainda consegue preservar boa parte dos detalhes dos objetos. À noite, pode esquecer: a granulação toma conta da cena e os detalhes dos objetos vão embora. Além disso, como a abertura da lente não é grande (f/2,2), o Moto E4 Plus é obrigado a reduzir muito a velocidade do obturador, o que torna mais difícil tirar uma foto sem borrões de movimento.

Prós e contras

Prós

  • Bateria super acima da média
  • Hardware condizente com o preço
  • Boa construção

Contras

  • Poderia ter mais memória interna
  • Conector não é USB Tipo C
  • Câmera fraca

Conclusão

O Moto E4 Plus tem o que eu espero de um aparelho básico. A câmera, como sempre, é o componente que acaba sofrendo mais com o corte de custos. Mas o desempenho é satisfatório para quem não joga, a tela possui boa qualidade e a bateria dura bastante. O acabamento diferenciado e o leitor de impressões digitais são bons chamarizes para um smartphone de entrada.

O problema é que ele chegou custando mais que um aparelho básico. Com preço sugerido de R$ 949, o Moto E4 Plus é apenas 50 reais mais barato que o Moto G5. E o irmão mais caro possui display com resolução bem superior, o dobro de armazenamento interno (32 GB), um hardware mais potente e uma câmera que tira fotos melhores. Só a bateria fica muito abaixo, com capacidade de 3.000 mAh. Ou seja, no geral o G5 é melhor.

O único motivo para escolher o Moto E4 Plus seria a bateria. Pois ela aguenta facilmente 2 dias ou até mais dependendo do usuário.

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Review Moto Z2 Force, o celular com tela indestrutível

A segunda versão do smartphone de tela inquebrável chegou no fim do ano passado. Mas será que uma tela inquebrável consegue…

A segunda versão do smartphone de tela inquebrável chegou no fim do ano passado. Mas será que uma tela inquebrável consegue colocar o Moto Z2 Force em pé de igualdade com a concorrência? É isso que vamos analisar nesse review.

Design conservador, mas justificável

moto z2 force frente 2

Enquanto a concorrência está cada vez mais arriscando no design, a Motorola com seu Moto Z2 Force mateve praticamente intocável o design do Moto Z2 Force. Design sem bordas, telas com proporção 18:9 e resistência a água, são características dos concorrentes que vocês não verão aqui. Se isso faz diferença, Galaxy S8, LG G6, Pixel 2 e outros são melhores opções.

Mas a justificativa do design do Moto Z2 Force é um: os Moto Snaps. Os módulos – bem caros, só para enfatizar – que agregam funções ao Moto Z2 Force exige que ele mantenha o mesmo visual, pelo menos na parte traseira. Mas a justificativa é relativa, já que com o mesmo formato é perfeitamente possível aumentar a tela e mudando a proporção para 18:9 e, automaticamente, diminuindo suas enormes bordas. E isso irá acontecer na linha 2018.

Mas, o Moto Z2 Force ainda é um smartphone bonito de olhar. Sua espessura de apenas 6,1 mm chama muito atenção assim como o peso de apenas 143 gramas. Completa seu corpo inteiro de metal que trás uma segurança maior nele, afinal seu peso e espessura em um primeiro momento passa insegurança.

Vale lembrar que a tela é inquebrável, o resto do aparelho não. Então não compre pensando que você tem um smartphone super resistente, se ele cair vai arranhar o frame de metal vai sim amassar. A ideia da Motorola é que a tela fique intacta ao uso. Ela não garante em nenhum momento que o resto do aparelho seja resistente.

Tela inquebrável, mas os riscos continuam

O Moto Z2 Force trás a segunda geração da tecnologia s[]ShatterShield. Desenvolvida pela própria Motorola para a primeira versão, o Moto X Force, ele trás um conjunto de camadas de proteção sobrepostas para garantir resistência ao display. Esse display é de AMOLED flexível, por isso é dificil de quebrar e resiste a quedas.

moto z2 force shattershield

O grande diferencial das camadas, é que a última visível não é de vidro, como em outros celulares, o Moto Z2 Force tem uma fina camada de plástico. Isso torna o display mais flexível e capaz de absorver impactos do dia a dia sem estilhaçar ou apresentar rachaduras. Mas ai vem outro problema: plástico é plástico.

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No Moto X Force a reclamação maior era justamente essa última camada que arranhava demais. No Moto Z2 Force ela melhorou muito, mas continua arranhando com mais facilidade que um vidro. Depois de um dias os arranhões aparecem inevitavelmente. Mas o que achei mais ruim foi que o plástico atrapalha um pouco o dedos deslizar na tela. As vezes parece que tem algo “prendendo” o dedo. Com o tempo se acostuma. Tudo isso citado acima é resolvido colocando uma pelicula de vidro, solução simples e barata.

moto z2 force tela arranha

Mas em qualidade de visualização a tela do Moto Z2 Force é competente. Ela possui 5,5 polegadas e resolução Quad HD (1.440 x 2.560 pixels). Como se trata de uma tela de AMOLED o brilho e constraste são excelentes. Mas, comparando com a tela do Galaxy S8 também de AMOLED, ela tem menos brilho, perceptível principalmente em um dia claro.

Hardware de ponta

Processador Snapdragon 835, memória RAM de 6 GB e 64 GB de memória interna com suporte a cartão microSD de até 2 TB (embora ainda não existam tais). Impressionante não é? Mas números são só números até que testemos um smartphone na prática.

Como se comporta o Moto Z2 Force na prática? Espetacularmente bem. O Moto Z2 Force é incrivelmente rápido, nunca trava e roda qualquer jogo, do mais pesado que exista, sem dificuldade.

Nem se preocupe em ficar fechando aplicativos. Simplesmente não consegui superar a multitarefa deles, abri cerca de 100 aplicativos para estressar o aparelho. Nem sinal de travamento. O Android super otimizado manteve quase todos os apps e começou a fechar quando julgou necessário.

Ele tem o que há de melhor atualmente no mercado. Não há muito o que falar.

Câmeras dentro do padrão Motorola

moto z2 force camera

O Moto Z2 Force trás uma câmera dupla na traseira. São dois sensores de 12 MP com abertura de f/2.0, sendo que um é monocromático e o outro é colorido. A combinação é bem interessante.

No papel, a Motorola trás diversos recursos de software que colocariam a câmera do Moto Z2 Force dentre as melhores no mercado.

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Temos o já obrigatório “Modo Profundidade”, que permite ao celular aplicar um efeito que deixa o plano de fundo da foto borrado, enquanto o primeiro plano fica em destaque. O primeiro truque é que dá para brincar um pouco com esse fundo desfocado.

Depois que você tira foto, dentro do app há um modo “profundidade”. Escolhendo onde você quer o foco, dá para você deixar, por exemplo, o fundo preto e branco, desfocado ou retirar o fundo e substituir por outra foto.

Legal não é? Seria muito bom se funcionasse satisfatoriamente, o que não ocorre. O modo profundidade nem sempre separa bem o que está em primeiro plano do que está no fundo, deixando, muitas vzes, um aspecto artificial que deixa a foto parecendo o resultado de um Photoshop mal feito. Na maioria das vezes alguma coisa se perde no foco misturando frente e fundo. Isso acontece com toda a linha de smartphones com câmera dupla da Motorola. Quem sabe não seja melhorado em futuras atualizações.

Deixando de lado o modo profundidade e funcionando como uma câmera normal, a câmera do Moto Z2 Force consegue tirar boas fotos. Muitas vezes o celular perde a mão no balanço de branco e no alcance dinâmico. Mas, num geral, faz fotos acima de qualquer intermediário. Mas que fique claro que a qualidade da câmera não é a mesma do Galaxy S8 ou iPhone 8. Ela está no nível de qualidade do LG G6 ou Zenfone 4, embora em uma comparação perderia no número de alguns recursos fotográficos.

O que fiquei surpreso foi da qualidade em baixa luminosidade. Embora tenha uma abertura pequena de f/2.0, especialmente por conta do sensor secundário que fotografa em tons de cinza, a quantidade de ruído é mínima. Fotos noturnas ou em ambientes escuros não são um problema para ele.

A câmera frontal de 5 MP e ângulo aberto captura uma área maior que o normal, o que é bem-vindo, mas, em termos de qualidade, não impressiona.

E os Moto Snaps, ainda valem a pena?

O diferencial da linha Z, como comentamos logo acima, é o suporte a Moto Snaps, acessórios modulares que se conectam ao smartphone por meio de conectores ímas. Todos os Snaps lançados em 2016 e 2017, para as duas gerações do Moto Z e Moto Z Play, funcionam no Moto Z2 Force. Esse conceito de retroportabilidade que acho sensacional na linha Z. E vai continuar por pelo menos uns 2 anos!

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moto z2 force moto snaps

Para o nosso teste, a Motorola enviou um Snap de bateria externa, que recarrega o smartphone sem fios quando você está longe de uma tomada. Assim como em qualquer outro modelo da linha, o acessório funciona de modo extremamente intuitivo e prático: é só acoplar e pronto.

O portfólio de acessórios ainda inclui um projetor, uma lente com zoom óptico para a câmera, uma caixa de som, um gamepad que atua como controle para jogos e uma câmera de 360 graus. Todos são compatíveis com o Moto Z2 Force ou qualquer outro smartphone da linha Z.

moto z2 force snap game

O problema desses acessórios, porém, continua sendo o mesmo: preço. O mais barato é o de bateria e custa R$ 399. Há Snaps que chegam a custar até R$ 1.499 (projetor), que é praticamente o preço de outro celular.

Mas o legal é que você compra de acordo com sua necessidade. Além disso dá para importar esses módulos por preços melhores, claro, sabendo dos riscos de uma importação.

Review Moto Z2 Force – Prós e contras

Prós

  • Tela inquebrável
  • Preço competitivo
  • Um dos melhores hardwares da atualidade
  • Compatibilidade com Moto Snaps

Contras

  • Design passado
  • Câmera poderia ser melhor

Review Moto Z2 Force – Preço e Conclusão

Com um visual defasado frente a concorrência, o Moto Z2 Force em um primeiro momento poderia não ser uma opção. Mas não é bem assim. Se trata de uma das melhores compras no contexto geral. Temos aqui um hardware excelente, uma tela inquebrável (mesmo tendo pontos negativos) e uma câmera ok. Mas o grande diferencial é o seu preço: é possível achar ele até uns R$ 2100. Bem abaixo do Galaxy S8 seu concorrente. Para efeito de comparação ele custa o preço de um Zenfone 4 de 4 GB cujo tem um hardware inferior e leva vantagem apenas na câmera.

  • Compre aqui o Moto Z2 Force

O único smartphone que briga com ele na escolha seria o LG G6. Possui uma câmera melhor e design mais atraente, mas perde em todos os outros aspectos.

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Android, Samsung

Galaxy S8 e S8+ começa a receber o Android 8.0 Oreo

A Samsung normalmente começa a testar uma versão nova do Android com alguns beta testers, no caso do S8 começou…

A Samsung normalmente começa a testar uma versão nova do Android com alguns beta testers, no caso do S8 começou em Novembro. Passando a fase de testes, finalmente os usuários começam aos poucos a receber a atualização para o Android 8.0 Oreo.

O site especializado em Samsung, o SamMobile, avisa que os beta tester do Oreo para S8 já começaram a receber a atualização final. Passada essa fase, que deve ser rápida, os usuários de forma geral começarão a finalmente terem seus smartphones atualizados.

Mas antes de correr lá em configurações para atualizar seu aparelho, saiba o seguinte: como sempre a atualização é aos poucos de país em país. E, infelizmente, o Brasil costuma ficar no fim da lista.

A grande novidade que virá junto com o Android 8.0 Orei é a nova interface da Samsung. A Samsung Experience 9.0 chega com várias funcionalidades presentes no Oreo. Fazem parte disso a nova central de notificações; melhor gerenciamente da multitarefa, principalmente fechando apps sedentos de RAM que ficam em segundo plano; notificações que surgem ao pressionar e segurar algum ícone; melhorias no Always On Display, novos emojis; e por aí vai.

Usuários da geração passada ainda terão que esperar um pouco. S7 e S7 Edge já está em fase de testes, mas pela lógica depois irá para os beta testers só então para os usuários comuns, ou seja, ainda vai demorar.

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Android, Samsung

Samsung apresenta Galaxy A8 e A8+ a partir de R$ 2.399

A Samsung anunciou (6) os modelos Galaxy A8 e o A8+ para o mercado brasileiro, anunciados em Dezembro lá fora….

A Samsung anunciou (6) os modelos Galaxy A8 e o A8+ para o mercado brasileiro, anunciados em Dezembro lá fora. Com visual mais próximo do Galaxy S9 que ainda não foi lançado, eles elevam o padrão e se tornam smartphones premium na construção e no preço. A grande novidade é a câmera frontal dupla.

A principal diferença entre os dois modelos é o tamanho da tela. O Galaxy A8 possui display AMOLED de 5,6 polegadas e resolução de 2220×1080 pixels; no Galaxy A8+, o tamanho sobe para 6 polegadas, mantendo a resolução. As bordas são bem finas, no que a Samsung chama de “display infinito”. Porém não tem a função Edge como a linha S. Na verdade, achei as bordas grandes se comparada com a linha S e Note, sendo assim, não acho que caberia o nome infinity display. O leitor de digitais fica na traseira, abaixo da câmera.

galaxy a8 a8+ traseira

A câmera frontal tem sensores de 16 e 8 megapixels, com lente de abertura f/1,9. O legal é que dá para tirar boas selfies com efeito bokeh, o famoso fundo desfocado. Além disso ela trás a função foco seletivo presente desde o Galaxy S6. Nele é possível escolher o foco depois de tirar a foto. Já a câmera traseira tem resolução de 16 megapixels e lente de abertura f/1,7, com estabilização digital para vídeos.

Por dentro, temos um processador octa-core Exynos 7885 com dois núcleos de alto desempenho de 2,2 GHz e seis núcleos de baixa potência de 1,6 GHz. Completam o conjunto a bateria de 3.000 mAh (A8) ou 3.500 mAh (A8+), a RAM de 4 GB e os 64 GB de armazenamento, que podem ser expandidos com um microSD (lá fora, existe uma versão de 32 GB, que não será comercializada no Brasil).

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A Samsung frisou que se tratam de aparelhos premium, ou seja, subiram de nível. Mas o preço também, e muito. No Brasil, os aparelhos estarão disponíveis a partir desta terça-feira (6) nas cores preto, dourado e ametista, com Android 7.1.1 Nougat e preço sugerido de R$ 2.399 para o Galaxy A8 e R$ 2.699 para o Galaxy A8+.

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Youtube Go! chega ao Brasil. Baixe e assista vídeos off-line

Ótima notícia: o Google disponibilizou no Brasil o app Youtube Go!, com ele é possível fazer o download e assistir…

Ótima notícia: o Google disponibilizou no Brasil o app Youtube Go!, com ele é possível fazer o download e assistir off-line vídeos da plataforma. Principalmente no Brasil onde a internet não é das melhores, é uma excelente opção para os usuários.

Para quem não se lembra, o YouTube Go funciona de forma semelhante ao aplicativo tradicional. Com ele você pode até compartilhar vídeos via Bluetooth com outro smartphone que tenha o aplicativo instalado. A diferença fica mesmo por conta da possibilidade de baixar os vídeos para assistir off-line posteriormente.

Quando o usuário efetua o download de um vídeo, o aplicativo também mostra quanto espaço aquela mídia irá ocupar no armazenamento do smartphone. Uma boa pedida para quem tem aparelhos mais básicos:

Além de todas as novidades, o aplicativo também recebeu otimizações de desempenho para poder rodar em smartphones mais simples. Isso só foi possível graças aos feedback dos usuários em países em que o app já estava disponível.

Marcella Campos, diretora de marketing do YouTube no Brasil, explica que o YouTube Go ajuda a tornar o conteúdo da plataforma mais acessível a uma grande parcela de brasileiros. Confira todas as funcionalidades do aplicativo:

YouTube Go

  • Descubra um mundo de vídeos: músicas, filmes, séries, comédia, moda, cozinha, tutoriais e muito, muito mais!
  • Baixe e assista seus vídeos preferidos.
  • Compartilhe vídeos instantaneamente – não use dados para transferir.
  • Procure por qualquer vídeo e descubra novidades.
  • App pesa apenas 8,5 MB.

Controle seus dados

  • Escolha entre baixar ou transmitir.
  • Pré-visualize vídeos antes de baixar ou assistir.
  • Selecione quantos MBs você quer gastar em vídeos.

Compartilhe vídeos instantaneamente

  • Compartilhe com seus amigos e família.
  • Transferência de vídeos não usa dados.
  • Velocidade super-rápida: envie vídeos em segundos.
  • Uma vez recebido, uma rápida verificação de segurança de 15 KB permite assistir ao vídeo.
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Baixe vídeos!

  • Baixe vídeos para seu telefone ou cartão microSD.
  • Assista-os sem esperar carregar.
  • Veja o que baixou a qualquer hora do dia, em qualquer lugar, até mesmo sem conexão à internet.
  • Assista aos vídeos baixados várias vezes, sem usar mais dados para isso.

Super-rápido!

Não se preocupe mais em deixar o telefone de lado enquanto um vídeo carrega.

Feito para funcionar com menos memória e velocidades mais lentas.

Funciona com versões antigas do Android, até o Jellybean (Android 4.1).

O aplicativo já está listado na Play Store brasileira e assim que o Google liberar o seu download, você poderá baixar clicando no card abaixo:

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