Esse é o Moto G6 Play que chega no Brasil semana que vem

Semana que vem estaremos em um evento da Motorola, embora não confirmado do que se trata, é quase certeza que será o anúncio da linha Moto G6. Ainda mais depois dos vazamentos de ontem do Moto G6 Play que iremos mostrar abaixo. Confiram.

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As imagens registradas abaixo, foram divulgadas por um grupo do Facebook especializado em compartilhar informações da Motorola.

As fotos confirmam praticamente todos os rumores que envolvem o Moto G6 Play até então.  Isso inclui o redesenho do aparelho onde o leitor de impressões digitais, finalmente, vai para a traseira sobre o logo da Motorola. Além disso, vemos que as bordas diminuiram e a tela terá o aspecto 18:9 com resolução full HD+.

Para ajudar, a pelicula que normalmente recobre a tela com especificações técnicas está presente na tela.

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Ainda olhando para a área frontal, encontra-se a câmera de selfies, acompanhada de um LED para o flash, o alto-falante de chamadas e os sensores usuais, o de luz e o de proximidade.

O painel posterior é detalhado por uma única câmera e outro LED, ambos delimitados por um anel que entra em contraste com pintura escura. O sensor biométrico, por sua vez, ganhou o logotipo da Motorola, conforme dito acima.

Abaixo um resumo das especificações técnicas do Moto G6 Play que sabemos até então.

  • Tela de 5,7 polegadas (18:9), protegida pelo vidro Gorilla Glass
  • Resolução HD+ (1440 x 720 pixels), 282 ppi
  • 3 GB de RAM
  • 32 GB de memória interna
  • Entrada para cartão microSD de até 128 GB
  • Chipset Qualcomm Snapdragon (ainda a detalhar)
  • Processador de oito núcleos rodando a 1,4 GHz
  • Câmera principal de 13 MP com LED para o flash
  • Câmera frontal de 5 MP com LED para o flash
  • Proteção contra respingos d’água
  • Leitor de impressões digitais com gestos
  • Dual SIM (nano)
  • Bateria de 4.000 mAh, com suporte a carregamento rápido
  • Android 8.0 Oreo como sistema operacional

Lembrando que dia 19 de Abril a partir das 10 horas da manhã, estaremos no evento de lançamento da Motorola passando todas as informações em tempo real. Então fiquem ligados.

Fonte: Facebook

Há jogos legalizados de apostas para celular? Entenda como a lei funciona

De modo geral, sabemos que para jogar na internet, basta ter um dispositivo. A variedade de jogos para celular é enorme, com títulos de ação, puzzle, esportes, aventura e muito mais. Porém, um certo nicho de mercado ainda gera certo receio para os brasileiros: as apostas e games de cassino.

É certo que qualquer passatempo que envolva transações financeiras deve ser seguro e confiável. E como não há cassinos no Brasil, muitos jogadores ficam com o pé atrás em relação aos jogos de azar disponíveis para smartphones. Então, vamos esclarecer a principal dúvida sobre este tipo de game: é legal apostar pelo celular? Continue lendo e descubra!

O que diz a lei brasileira

A antiga lei de 1946 “proíbe a prática ou exploração de jogos de azar em todo o território nacional”, considerando apenas a prática de jogos em espaços físicos. Portanto, como não existia internet na época, a lei não proíbe que os brasileiros utilizem serviços de apostas.

Hoje em dia, não há plataformas do Brasil, já que não é possível registrar uma empresa de jogos de azar. Então, os apostadores podem contar com os sites estrangeiros, que possuem licença de atuação emitidas por outros países.

É importante certificar-se de que o site apresenta as informações da empresa, como endereço e registro. Assim, o jogador pode saber se o serviço realmente é oferecido por uma companhia internacional, que não fere a legislação brasileira.

Boa parte dos grandes sites do ramo oferecem um portal exclusivo para o público do Brasil, com tradução e até mesmo atendimento ao cliente em português.

Sites e apps regulamentados

Dentre as plataformas estrangeiras, boa parte traz um excelente suporte para celulares. Afinal, nem todo mundo gosta de jogar pelo computador, porque preferem a mobilidade de smartphones e tablets.

Há duas formas de acessar os serviços: por meio de site mobile ou por aplicativo. A questão é que nem sempre os programas estão disponíveis no Google Play. E isso não quer dizer que a empresa oferece algo ilegal. Na loja de aplicativos, há restrições para o cadastro de software relacionado a jogos de azar, algo que não ocorre no iTunes.

Não há problema. Basta fazer o download de apk pelo site da empresa. Como são muitas opções de programas, nossa dica é que você confira os melhores apps de cassino em páginas especializadas sobre o assunto. Depois de escolher um aplicativo, verificar se ele pertence a uma companhia internacional licenciada, só resta se cadastrar e se divertir por horas!

Dicas para escolher as plataformas de jogos

Agora que você sabe que pode usufruir de serviços de apostas no celular sem ficar preocupado em estar infringindo a lei, preparamos dicas especiais para te ajudar a escolher um bom serviço.

  • Os games de cassino não são oferecidos separadamente. O jogador deve baixar o app do cassino em questão, que traz um vasto catálogo de jogos. Geralmente, as maiores empresas do ramo trazem cassino, pôquer e apostas esportivas no mesmo programa.
  • Dê preferência a apps em português, que tenham foco nos gamers do Brasil.
  • Os aplicativos devem ter métodos de pagamento variados, para facilitar o gerenciamento da conta. O cartão de crédito virtual é um pagamento seguro que está ganhando a internet. Mas para quem prefere opções tradicionais, há várias plataformas com boleto bancário.
  • Verifique se o app traz bônus para novatos e outras formas de incentivos. Como a concorrência é grande, as companhias costumam dar crédito extra para quem faz um depósito inicial na conta, dobrando o valor adicionado.
  • Mesmo que não queira apostar dinheiro, dá para se divertir de graça. Há cassinos com jogos em modo de treino, ou seja, jogo gratuito, que serve como uma demonstração. Se a sua intenção é se familiarizar com o serviço antes de investir dinheiro de verdade, uma ótima ideia é conferir se o app permite jogar sem saldo na conta.

Será que tem algo que você não pode fazer com o seu celular?

Há mais celulares no mundo do que pessoas e isso só tende a aumentar. No Brasil as empresas telecomunicações só tem uma preocupação: fidelizar os seus clientes. As opções são muitas e os consumidores só querem ter acesso a internet, com mais qualidade e em mais quantidade, para conseguirem resolver praticamente todos os seus problemas, principalmente, através dos aplicativos.

Hoje os celulares são a essência da sociedade capitalista moderna, onde tudo gire em torno do aparelho. No Brasil, não tem uma pessoa que não está olhando para sua tela do celular quando nos metrôs e nos ônibus. Os brasileiros passam praticamente 24 horas por dia, 7 dias por semana grudados nos seus celulares, já que neles encontram tudo o que precisam para resolver os seus problemas diários e cotidianos.

O ano de 2017 foi o ano para os aplicativos: alguns dados mundiais

Segundo o relatório da empresa AppAnnie, em 2017, os aplicativos ocuparam em média 1,5 meses na vida das pessoas, além disso, eles geraram uma renda de quase 90 bilhões de dólares em todo o mundo e quase 180 bilhões de downloadas.

A Índia e o Brasil são os que mais tiveram aumento no mercado de aplicativos, já que apresentam uma grande população que ainda está em desenvolvimento econômico.

A China é hoje a potência mundial na economia dos aplicativos, todas as tendências desse mercado aparecem primeiro por lá, sendo que o aplicativo com mais sucesso é o Alibaba que concentra bilhões em vendas. Em 2017, os consumidores também consumiram 4 vezes a mais do que no ano de 2015.

As indústrias que mais crescem dentro do mercado de aplicativos é de entretenimento e de social media. Ou seja, esse é uma mercado em franco desenvolvimento e quem tem ainda muito espaço para crescer.

O que você faz com o seu celular no curso de um dia?

Ao acordar, você provavelmente confere as suas redes sociais no aplicativo do Facebook e do Instagram, as suas mensagens no WhatsApp, os seus correios eletrônicos no Gmail, e as notícias nos aplicativos dos seus jornais favoritos. Depois, deve colocar uma música no Spotify e ir se arrumar para começar o dia.

Ao escolher a roupa, confere a temperatura e a probabilidade de chuva no aplicativo do tempo. Aproveita para checar também o trânsito e planejar o melhor caminho. Decide pegar um Uber, e lembra de pedir o almoço pelo aplicativo de delivery iFood, pois, esqueceu de pegar algo para comer em casa.

No caminho fica a navegar na sua loja favorita e enchendo a lista de favoritos até decidir o que vai colocar na sacola de compras. Faz também o download de um jogo novo, o qual todo mundo está comentando sobre. Chega ao trabalho e usa um monte de aplicativos de gestão e de produtividade. No caminho de volta, provavelmente, tudo se repete.

Comprando on-line com smartphone e cartão. Crédito: nudatasecurity.com

O boom dos aplicativos pagos e de pagamento

Ficou claro pelo exemplo acima que hoje dá para resolver tudo pelo celular, basta ter um cartão de crédito conectado aos inúmeros serviços disponíveis.

Muitas das ferramentas são gratuitas, mas o que antes era mais inacessível, hoje é muito mais barato e graças aos aplicativos.

Hoje dá para ter motorista particular pelo Uber e outros aplicativos similares. Dá também para ter acesso a uma rede infinita de entretenimento: assinando Netflix, a Amazon Prime ou o Hulu; comprando videogames RPG como Portal Knights, ou jogando slots, blackjack e roleta no Betway Casino, ou ainda comprar o altamente refinado e interativo jogo de aventura Monument Valley 2 no App Store por 16 reais; lendo livros no aplicativo do Kindle e escutando o novo CD do cantor favorito.

Já no quesito compras, encontra-se que quiser pela Amazon, pelo Alibaba e pelos aplicativos das maiores lojas em todos os segmentos possíveis e imagináveis. Dá até para mandar e receber dinheiro pelos aplicativos de banco, do PayPal, e até mesmo pelo WhatsApp, Facebook e GMail, dependendo da localização do usuário.

Como podem notar, não há mais necessidade de perder tempo indo de um lugar para outro para resolver as pendências da vida cotidiana e rotineira, tudo dá para ser resolvido se transportando de um lugar para o outro com uma boa conexão de internet, um cartão de crédito e um aparelho.

E o que o ano de 2018 vai trazer neste mercado?

O ano de 2018, muito provavelmente, vai continuar trazendo ainda mais crescimento para o mundo dos aplicativos. Espera-se que com o aumento da internet das coisas, vai haver mais aplicativos conectando o homem com a sua casa. Além disso, espera-se que os aplicativos migrem para as nuvens, liberando as memórias dos celulares. E por fim, acredita-se que os pagamentos através dos aplicativos vão ultrapassar a casa dos trilhões de dólares.

Por que as meninas perdem o interesse em Exatas? Estudo da Microsoft dá algumas respostas

Apesar de haver muitas escolas dando mais prioridade para as Ciências Exatas, ainda é necessário ampliar esforços para expandir o interesse feminino nessas disciplinas e em ciências da computação. Essa é uma das conclusões de um estudo da Microsoft recém lançado sobre educação nas disciplinas STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática, na sigla em inglês).

Realizada com mais de 6 mil meninas e mulheres entre 10 e 30 anos nos Estados Unidos, a pesquisa mostra, por exemplo, que o interesse do público feminino pelas exatas diminui conforme a idade avança. Por outro lado, sinaliza a importância da presença de mulheres nesse universo para que se tornem referência para outras que estão começando.

Enquanto o Departamento de Estatísticas do Trabalho dos Estados Unidos prevê que os profissionais de tecnologia vão experimentar o maior crescimento no número de empregos de de hoje até 2030, apenas uma fração de meninas e mulheres provavelmente seguirá carreiras que lhes permitam exercer as novas funções.

As razões variam desde a pressão dos pares até a falta de modelos e o suporte dos pais e dos professores, para uma percepção geral de como as carreiras de Exatas são no mundo real. Mas a pesquisa também aponta para maneiras de apoiar melhor meninas e mulheres jovens em Exatas, incluindo:

  • Fornecer aos professores currículo de Exatas mais envolvente e confiável, como projetos 3D e hands-on, tipos de atividade que provaram ajudar a manter o interesse das meninas em Exatas a longo prazo. (“Meu professor está me fazendo construir um foguete com alguns outros alunos, de modo que me interessou um pouco por Exatas porque eu gosto de construir e criar”, diz uma garota do ensino médio entrevistada para o estudo).
  • Aumentar o número de mentores de Exatas e modelos a seguir – incluindo os pais – para ajudar a criar a confiança das jovens que podem ter sucesso em Exatas. As meninas encorajadas pelos pais são duas vezes mais propensas a ficar em Exatas e, em algumas áreas como a ciência da computação, os pais podem ter uma maior influência sobre suas filhas do que as mães, mas são menos propensos do que as mães a conversar com suas filhas sobre Exatas, revela o estudo. (“Eu cresci com minha mãe sempre me encorajando a aprender mais, um pai engenheiro e um avô químico, os dois que sempre estavam prontos a responder minhas perguntas, apoiar e me ensinar”, diz uma mulher de 27 anos entrevistada para o estudo.)
  • Criar salas de aula e locais de trabalho que valorizem as opiniões femininas. É importante comemorar as histórias de mulheres que estão em Exatas agora. (“Seria muito legal ver as mulheres nas carreiras de Exatas em cartazes no corredor, nos nossos textos de história e ciência, e visitar nossas aulas”, diz uma garota de 14 anos que está na oitava série. “Eu não sei em que me concentrar. Mas meus testes dizem que eu serei uma boa engenheira e gostaria de saber com o que isso parece na vida real.”)
Embora um professor da faculdade tenha tentado desencorajá-la a prosseguir em engenharia, Peggy Johnson persistiu.

Peggy Johnson, engenheira que agora é vice-presidente executiva de desenvolvimento de negócios da Microsoft, não sabia como era um engenheiro até chegar à faculdade. Ela começou o curso superior para se especializar em negócios. Era novata, trabalhava com entregas no correio do campus, quando levou pacotes para o departamento de engenharia – e tudo mudou.

“Duas senhoras atrás da mesa ficaram superanimadas quando viram uma mulher entrando, porque achavam que eu iria fazer perguntas sobre engenharia, mas eu não ia”, diz Johnson. “Eu estava apenas entregando a correspondência, não consegui entender sua animação. E elas falaram comigo sobre engenharia, abrindo o mundo do que uma graduação poderia fazer por mim. Disseram que em engenharia você pode trabalhar nos maiores problemas do mundo e ajudar a resolvê-los.”

Naquela noite, Johnson pensou sobre o que as mulheres haviam dito. No dia seguinte, ela mudou de curso para engenharia. Os pais apoiaram sua escolha. “Foi realmente minha mãe, que cresceu em um momento diferente, quando muitas mulheres não iam para a faculdade, quem disse: ‘Acho que vai ser uma carreira fantástica para você!’ Porque ela me viu amar matemática e ciência todos esses anos”.

Sua mãe encorajou-a a “persistir”, durante os “desafiadores altos e baixos da busca ao meu diploma de engenharia”, diz Johnson. Os “baixos” incluíram um professor que tentou desencorajá-la a continuar em seu curso.

“Eu cursava engenharia elétrica, mas tive que fazer algumas aulas de engenharia mecânica. Por algum motivo, não era tão habilidosa nesse campo, então eu lutava. Fui falar com o professor várias vezes. E ele dizia: ‘Não acho que este seja o curso certo para você’.”

Ele “quase me convenceu”, diz ela. Mas sua mãe tinha outra opinião, mais uma vez. “Sei que você vai continuar” – e Johnson continuou.

Amy Hood, CFO da Microsoft, fala a meninas estudantes da escola Franklin High, em Seattle, no Dia Internacional da Mulher, 8 de março de 2018. (Foto: Dan DeLong)

Prosseguir é algo que as meninas precisam ser encorajadas a aprender, diz Reshma Saujani, fundadora e CEO da Girls Who Code, cuja missão é acabar com a diferença de gênero na tecnologia. Essa é uma das muitas organizações sem fins lucrativos da área de Ciências Exatas apoiadas pela Microsoft Philanthropies.

“Temos que repensar a maneira como criamos nossas meninas”, diz Saujani. “Os meninos são incentivados a assumir riscos; as meninas não são. Na verdade, elas sentem que precisam ser perfeitas em tudo o que fazem; tirar B na aula de matemática é algo ruim.”

“Temos que ensinar as meninas a serem imperfeitas.”

Quando se trata de ciência da computação, “O processo para aprender a codificação é aprender a falhar”, diz Saujani. “Precisamos ensinar às garotas que está certo sentar com esse desconforto de não saber a resposta certa imediatamente.”

Ela também enfatizou a importância de ter um pai que “não mime você”, que a encoraje a tentar coisas novas. “Você tem que inspirar as meninas a tentar coisas nas quais elas não sejam boas”, afirma.

John Sheehan, engenheiro da Microsoft, diz que sempre incentivou o interesse de sua filha Kaley em matemática. (Foto: cortesia de John Sheehan)

A filha de John Sheehan sempre foi boa em matemática, mas mesmo assim, ele a viu desencorajada nas aulas, embora indiretamente.

“Costumava ir a sua escola, para as atividades de pais por um dia, e lembro-me de professores de matemática elogiando os meninos” regularmente, mas as meninas, não tanto.

Isso não era aceitável para Sheehan, engenheiro da Microsoft. Embora sua filha não dissesse que se sentia desanimada, às vezes ele percebia que ela estava.

“Ela dizia: ‘Oh, essa matéria é difícil’, e eu rebatia: ‘Sim, é difícil para todos – mas você pode fazer isso.’ Havia esse tipo de sentimento subjacente de que a sociedade estava dizendo a ela que os meninos são melhores em matemática. Isso fez com que ela pensasse que quando tinha problemas com algum tópico específico, poderia ter algo a ver com o fato de ser uma menina. Meu trabalho como pai era dissipar essa crença.”

Sheehan está entre os funcionários da Microsoft que se oferecem para educar as meninas sobre ciência da computação e Exatas. Ele também iniciou um fundo para meninas e Ciências Exatas em sua instituição de ensino em Boston.

Toni Townes-Whitley, vice-presidente corporativa da Microsoft para a indústria, teve uma experiência similar na escola, como a filha de Johnson e Sheehan. Uma professora de química da escola secundária era “parcial com os meninos”, e “não encorajava as meninas a seguir as ciências ‘difíceis’”.

Townes-Whitley não deixou que isso a parasse. “Uma vez que reconheci o viés, me conectei com as outras estudantes, estudando juntas e superando coletivamente a classe”, conta ela.

Esse espírito de determinação continua em seu cargo atual. “É fundamental orientar as meninas da sala de aula para a sala de reuniões, em toda a carreira em Ciências Exatas”, afirma. “A pesquisa indicou que há ‘rampas’ em diferentes níveis educacionais, em que meninas deixam programas de Exatas durante o ensino fundamental, ensino médio e a graduação” na faculdade.

“É importante encorajar, inspirar e apoiar para seguir o curso e apresentar carreiras em Exatas de forma diferente.”

Mary Snapp, vice-presidente corporativa e diretora da Microsoft Philanthropies, concorda. “A menos que as coisas mudem muito rápido, muitas nesta geração brilhante e esperançosa não entrarão nessas áreas”, escreveu ela em um post recente. “Essa é uma das razões pelas quais a Microsoft Philanthropies oferece subsídios para organizações sem fins lucrativos que priorizam o aumento da diversidade em ciência da computação, e mais da metade dos beneficiários são mulheres.”

Snapp acrescenta que a Microsoft encomendou a pesquisa para entender melhor o que faz com que meninas e mulheres jovens se desvinculem dos estudos de Ciências Exatas, o que pode ser feito para resolver o problema e compartilhar essas aprendizagens com outras pessoas.

Helen Chiang, gerente-geral da Minecraft Franchise, diz que seus pais incentivaram seu interesse precoce em Ciências Exatas. Quando ela estava na escola secundária, sua mãe a levava na escola de ensino médio local “todos os dias para que eu pudesse aprender matemática e ciência com os estudantes de ensino médio.”

Quando Chiang não estava se sentindo suficientemente desafiada em seu currículo regular do ensino médio – e foi “considerada uma estranha/nerd/geek pelo resto da classe porque se destacava em matemática e ciências” – seus pais entraram em ação novamente.

“Eles apoiaram minha paixão e meus interesses por encontrar um programa de matemática e ciência no ensino médio para que eu pudesse aprender e ser desafiada em um ambiente com outras crianças como eu”, diz ela, observando: “É incrivelmente difícil ser diferente, especialmente durante a adolescência”.

“Aprender em uma comunidade de colegas que tinham interesses semelhantes me impediu de deixar as Exatas cedo, só porque não era considerado popular na minha escola.”

“Tenho duas filhas pequenas, então estou motivada a garantir que elas cresçam em um mundo onde possam ser tudo o que quiserem ser”, diz Helen Chiang, gerente-geral da Minecraft Franchise.

Chiang fala sobre onde cresceu: “Não era comum que as meninas fossem inteligentes ou interessadas em assuntos desafiadores dentro de Exatas. Passei por um período de dúvida se eu deveria fingir que não entendia os assuntos, ou me fazer de burra para que fosse popular. Tenho que creditar meus pais, que reforçaram, desde cedo, que é muito mais importante ser sempre curioso, sempre aprender e continuar se desafiando, do que querer ser popular. Os amigos e a popularidade vêm e desaparecem, mas o que está no seu cérebro fica com você para sempre.”

Peggy Johnson sabe bem o que é isso. Depois que ela se formou na faculdade, fez uma entrevista de emprego em uma empresa com sede em outro país.

“Não acho que eles soubessem que Peggy era um nome feminino”, conta. “Entrei pela porta e me sentei, e o entrevistador olhou para mim e disse: ‘Oh, por que você está aqui?’ eu disse: ‘Você publicou essa vaga de engenharia.’ “E ele disse: ‘Ah, não contratamos engenheiras.’ “E então ele se levantou e saiu.”

Johnson se lembra de olhar para as paredes ao redor e pensar: “Bem, acho que essa entrevista acabou.”

Ela pegou seu currículo e saiu, não deixando que esse golpe a derrotasse. Logo, a perda seria dessa empresa, a Qualcomm, e mais tarde, o ganho da Microsoft. E em 2017, Johnson ocupou o primeiro lugar como engenheira mais poderosa dos Estados Unidos pela Business Insider.

Samsung lança aplicativo SporTV 4K na Rússia e TV QLED Q6F

aplicativo samsung sportv

Assistir às grandes partidas de futebol nas Smart TVs 4K Samsung será uma experiência ainda mais emocionante neste ano. Em parceria com o SporTV, a Samsung  lançou ontem em um evento para jornalistas em SP,  a disponibilidade do app SporTV 4K na Rússia, que vai transmitir, ao vivo, os grandes jogos de futebol de 2018 em 4K.

Agora, além de filmes e séries, o esporte mais amado no país também entra para a interessante lista de conteúdos em ultra resolução disponível aos brasileiros, valorizando ainda mais o portfólio de TVs 4K de Verdade da Samsung e reiterando que chegou o momento de adquirir um televisor capaz de exibir cenas e jogadas com 4 vezes mais resolução do que nas TVs Full HD.

Além dos jogos ao vivo em ultra resolução, o app conta com conteúdos em VOD (vídeos on demand) – onde os consumidores podem ter acesso à reprise dos jogos, também em 4K. O app também permitirá acompanhar, em tempo real, notícias do que acontece dentro e fora do campo, estatísticas dos jogos, classificação e tabela de artilharia.

Conteúdos e transmissões exclusivas também fazem parte do pacote: uma câmera 180º diretamente dos estádios dará uma visão completamente nova do jogo, enquanto alguns programas do SporTV na íntegra completam o divertimento do usuário enquanto a bola não estiver rolando.

Para auxiliar o consumidor, o técnico Tite, um dos maiores ícones do futebol brasileiro, ensina, em vídeo tutorial, como acessar o app disponível nas TVs UHD 4K da Samsung, modelos de 2016, 2017 e 2018 – as únicas a oferecer por streaming a emoção de assistir aos jogos de futebol em 4K.

No filme, Tite mostra como a navegação do app é fácil e, por meio de poucos cliques no controle remoto, os consumidores das TVs 4K Samsung conseguem baixar e aproveitar ao máximo essa exclusividade.

“Como líder global por 12 anos consecutivos no segmento de TV, a Samsung tem papel fundamental em liderar o desenvolvimento de novas tecnologias como a resolução 4K”, afirma Erico Traldi, Diretor Associado de produto das áreas de TV e Áudio e Vídeo da Samsung Brasil. “Com o aplicativo SporTV 4K na Rússia, exclusivo nas TVs 4K Samsung, o consumidor poderá assistir aos jogos ao vivo em 4K, trazendo uma razão real para aderir a nova tecnologia”, completa.

“Estamos sempre atentos aos desejos dos nossos consumidores. A Copa do Mundo é um dos eventos esportivos mais assistidos no mundo todo, sendo que na última edição mais de 33 milhões de pessoas foram impactadas pelos canais SporTV durante o evento.

E esse público quer assistir a um produto de qualidade, transmitido com excelência, lembrando que estamos falando de um esporte que é uma paixão nacional. No aplicativo SportTV 4K na Rússia, o consumidor encontrará 56 dos 64 jogos da Copa do mundo, ao vivo e em 4K, além de conteúdos exclusivos com a qualidade SportTV. Nossa parceria com a Samsung vem de longa data e unimos forças para levar a melhor experiência ao público onde ele estiver”, afirma Bianca Maksud, Diretora de Marketing do Esporte Grupo Globo.

Acesse o vídeo tutorial do aplicativo com o Tite: https://youtu.be/RKIwx4N2zL8

Conheça o app SporTV 4K na Rússia: https://youtu.be/jOKZmLOG9ss 

Para mais detalhes, acesse: https://www.samsung.com.br/4kdeverdade/

Smart TV QLED Q6F

Junto com o lançamento do app SporTV, a Samsung lançou  também um novo modelo de Smart TV da sua linha de luxo, a QLED. O aparelho é chamado Q6F, tem tela 4K de 55 polegadas e conta com a tecnologia de pontos quânticos, que permite a reprodução de 100% do volume de cores das imagens exibidas.

Samsung QLED Q6F

 (Samsung/Divulgação)

Assim como outros integrantes dessa série, o recurso de HDR (High Dynamic Range) equilibra brilho e contraste, consegue mostrar ao usuário a cena em detalhes que imitam nossa visão do mundo real. Isso ajuda, por exemplo, a visualização de tons escuros com diferentes nuances.

O preço do novo modelo Q6F é de 8.999 reais. O preço sugerido é menor do que o do modelo mais simples de QLED lançado no ano passado–ele custava 9.999 reais. Como diferença em relação à Q7F, em 2017, a TV não tem compatibilidade com o suporte No Gap, um acessório que permite colocar a TV bem rente à parede.

Família Galaxy J da Samsung é a mais vendida durante 2017

review galaxy j7 pro tela

A família Galaxy J da Samsung  foi reconhecida,pelo segundo ano consecutivo, como a linha de smartphones mais vendida do Brasil. Segundo a pesquisa do IDC1, eles representaram 42% dos aparelhos comercializados no Brasil em 2017.

Uma das vantagens da famílias J, é que a Samsung consegue abranger uma gama mais variada de cosumidores. Abaixo a própria Samsung destacou modelos para ajudar a escolher o smartphone ideal que melhor se adequa às necessidades de cada um.

Linha Galaxy J Pro

Os Galaxy J7 Pro, J5 Pro e J2 Pro são os smartphones mais completos, que trazem benefícios às pessoas no trabalho ao mesmo tempo em que oferecem opções de entretenimento para os momentos de lazer.

Com design elegante, ótimo desempenho e espaço suficiente2 para salvar todas as imagens, vídeos e documentos importantes, os modelos vêm com o recurso Dual Messenger, que permite duplicar de forma simples e rápida os aplicativos de mensagem instantânea, possibilitando separar as informações e conversas pessoais das profissionais.

Leia também – Review do Galaxy J7 Pro

Além disso, os J5 Pro e J7 Pro contam com tela Super AMOLED, que reproduz cores mais realistas e vibrantes e proporciona maior eficiência da energia do aparelho. A Samsung também expandiu, recentemente, os aparelhos compatíveis com o Samsung Pay, serviço de pagamento móvel simples e seguro, e estes modelos3 permitem aos usuários realizar transações móveis com muito mais facilidade, apenas aproximando os smartphones da máquina de pagamento.

Linha Galaxy J Prime

Para quem busca câmeras de alta qualidade para registrar os melhores momentos com os amigos, família e até mesmo selfies, o Galaxy J5 Prime e J7 Prime são ideais. O J5 Prime tem uma câmera frontal de 5MP desenvolvida especialmente para selfies, que traz recursos que a diferenciam das demais, como o modo Selfie Panorâmica, que permite incluir ainda mais amigos nas fotos em grupo e capturar belas paisagens com mais fidelidade.

Com um incrível acabamento em metal escovado, o J7 Prime é um aparelho elegante com design ultrafino. O smartphone possui 8MP na câmera frontal, flash LED e lente com abertura f1.9, que possibilita registrar imagens com maior nitidez mesmo em ambientes escuros. Já o Galaxy J2 Prime também traz recursos para fotos, com câmera frontal de 5MP e flash LED, bem como início rápido da câmera, bastando apertar o botão Início duas vezes.

O maior diferencial do J2 Prime é o receptor de sinal de TV digital* com alta resolução, oferecendo ao usuário a possibilidade de acompanhar seus programas de TV favoritos onde e quando quiser. A experiência fica ainda melhor e mais imersiva graças à tela sAMOLED de 5″.

Galaxy J7 Neo

Desenvolvido para quem busca um smartphone com bom poder de processamento, mas que também ofereça boas opções de entretenimento, o Galaxy J7 Neo conta com o recurso TV Digital HD*, para que o usuário não perca seu programa favorito independentemente de onde estiver.

A experiência se torna ainda melhor graças ao display Super AMOLED de 5,5″, que dá mais cor, brilho e realismo às imagens. Com câmera traseira de 13MP e abertura f1.9, e frontal de 5MP com flash LED, o usuário consegue fotos mais nítidas e brilhantes até mesmo no escuro.

Saiba mais sobre os produtos pelos links abaixo:

49% dos adolescentes brasileiros tem celular como melhor amigo

smartphones e jovens

A Motorola fez um interessante estudo para analisar a relação dos jovens, da chamada geração Z (16 a 20 anos), com seus smartphones. O resultado aponta que 49% dos jovens brasileiros consideram o smartphone como “seu melhor amigo”.

A pesquisa faz parte do movimento global criado pela marca, chamado Phone Life Balance, que incentiva o uso inteligente e equilibrado do smartphone. Como, por exemplo, conectar-se com um velho amigo ou um parente que vive em outro país, ao invés de gastar várias horas conferindo perfis de outras pessoas nas redes pessoais.

O estudo, publicado pela empresa independente Ipsos, foi feito em parceria com a Dra. Nancy Etcoff, especialista renomada em Comportamento Mente-Cérebro e na Ciência da Felicidade pela Universidade de Harvard e psicóloga do Departamento de Psiquiatria do Hospital Geral de Massachusetts. O levantamento investigou comportamentos e hábitos de utilização do celular de diferentes gerações para entender o impacto do smartphone nas relações com o usuário, com outras pessoas e com o ambiente físico e social.

A pesquisa contou com participação de entrevistados de quatro países (Brasil, França, Estados Unidos e Índia) e trouxe dados para comprovar que 33% dos participantes priorizam o smartphone em vez de passar mais tempo com os amigos, a família ou pessoas importantes. Quando considerado apenas o universo brasileiro, o número aumenta para 36%. O País fica atrás da Índia, que fica em primeiro lugar, com 47%, seguido por Estados Unidos (30%) e França (18%).

Também foi constatado que os usuários reconhecem a necessidade de equilíbrio maior. De fato, 61% dos entrevistados concordam que querem aproveitar o aparelho ao máximo enquanto o utilizam e, ao mesmo tempo, querem aproveitar o melhor da vida quando não estão com ele. O percentual é o mesmo no recorte brasileiro. Além disso, 60% dos participantes afirmam que é importante ter uma vida separada do celular, no Brasil este número cai para 48%.

“Para a maioria dos usuários de smartphones, o comportamento problemático é uma resposta impensada, e os hábitos impróprios somente serão superados com ajuda”, afirma Nancy. “Cutucadas comportamentais, controle ambiental e consciência são fatores que ajudarão, junto com os esforços daqueles que trabalham na indústria de smartphones. O extenso padrão social descoberto na pesquisa em múltiplos países destaca a necessidade de compreensão e de ações coletivas”, completa a psicóloga.

Foram identificados ainda três principais comportamentos ligados ao smartphone que impactam as relações interpessoais. A pesquisa mostra que é mais provável que as gerações mais novas adotem os seguintes hábitos, já que cresceram em um mundo digital:

• Verificação compulsiva – Metade (49%) concorda que verifica o celular com mais frequência do que gostaria (quase seis em cada dez para a geração Z e a geração do milênio) e concorda que se sente compelida a verificar o celular constantemente (44%). No Brasil, os percentuais são similares (48% e 42%, respectivamente).

• Tempo demais no celular – Um terço (35%) concorda que passa tempo demais utilizando o smartphone (44% da geração Z) e acredita que estaria mais feliz se passasse menos tempo no celular (34%). Quando se considera apenas o Brasil, os números diminuem um pouco (33%, 38% e 30%, respectivamente).

• Superdependência emocional – Dois terços (65%) admitem que entram em pânico quando acham que perderam o celular (aproximadamente três em cada quatro da geração Z e da geração do milênio), e três em cada dez (29%) concordam que, quando não estão usando o celular, “estão pensando em usá-lo ou planejando o próximo uso do dispositivo”. No Brasil, boa parte dos usuários também se preocupa com a possível perda do dispositivo (56%, dos quais 69% da geração Z e 68% da geração do milênio). Em relação ao pensamento do próximo uso, o percentual sobe para 31% dos participantes.

Além de oferecer inovação e tecnologia que melhore a vida dos usuários, a Motorola vem se preocupando há anos em entender melhor a relação entre os usuários e os smartphones.

“O uso em excesso do celular é um tema em exposição crescente e, por causa disso, é importante estimular debates a respeito. Como uma das principais empresas do setor, a Motorola vê o assunto como prioridade e quer auxiliar os usuários a obterem o melhor dos seus aparelhos, sem que se tornem dependentes dele”, afirma Renata Altenfelder, diretora de marketing para América Latina da Motorola.

Pensando nisso, a empresa desenvolveu algumas iniciativas e programas para ajudar os usuários a encontrar mais equilíbrio na utilização do celular. Entre elas, está um teste online para saber o nível de dependência do aparelho e até mesmo a análise do comportamento na própria Motorola, que estimula seus funcionários a adotar o uso mais equilibrado do smartphone.

Além disso, a companhia está trabalhando em parceria com aplicativo Space, que oferece um programa de 60 dias para ajudar os usuários de smartphones a se tornarem mais conscientes nesta relação. A Motorola também possui uma plataforma de marca que propõe que o usuário se reconecte com a sua cidade, chamada #HelloCidades. Por fim, a empresa ainda disponibiliza em alguns de seus dispositivos as Moto Ações, que ajudam a apoiar interações móveis mais intuitivas. Por exemplo, a Moto Tela permite responder facilmente às notificações sem ficar imerso nem se perder no smartphone.

PlayerUnknown’s Battlegrounds lançado Android e iOS

PlayerUnknown’s Battlegrounds android ios

Um dos jogos mais famosos dos últimos tempos acaba de oficialmente chegar para os dispositivos Android e iOS. Ao contrário da versão para PCs e Xbox One, a edição mobile de um dos títulos de maior sucesso dos últimos tempos é gratuita, e com a óbvia exceção dos esquemas de controle adaptados, traz a mesma experiência de seus irmãos maiores, só que na telinha dos celulares.

No game do estilo Battle Royale, o jogador pode jogar sozinho ou se unir a um grupo de dois ou quatro jogadores com um objetivo que soa até simples: ser o último a sobreviver. Isso é mais fácil dito do que feito, uma vez que o game traz ação intensa e exige a coleta de recursos no próprio mapa, com os personagens chegando à ilha em que a batalha acontece sem itens de cura ou armas.

O mundo é aberto e a versão móvel de PlayerUnknwon’s Battlegrounds chega com os dois mapas disponíveis na edição PC ou Xbox One. Na medida em que o tempo vai passando, o mapa vai se fechando, obrigando os jogadores a deixarem suas posições seguras e seguirem para locais determinados. Com isso, a quantidade de encontros e confrontos também vai aumentando, assim como a tensão.

A versão móvel de PlayerUnknown’s Battlegrounds vinha sendo tópico de atenção há algumas semanas, não apenas pela chegada do popular título para celulares, em si, mas também pela metodologia de lançamento. Primeiro, a versão chegou apenas às lojas online da China, e nos últimos dias deu as caras também na App Store e Google Play Store canadenses, um indicativo de que a liberação mundial estava próxima.

Agora a espera chega ao fim. A intenção dos desenvolvedores da PUBG Corp é entregar, nos celulares, a mesma experiência dos PCs ou consoles. Microtransações, claro, estão presentes, mas elas servem apenas para compra de itens cosméticos, como roupas ou trocas de aparência nos personagens, elementos que não interferem na jogabilidade principal, que é totalmente gratuita.

A versão “original” de PlayerUnknown’s Battlegrounds para celulares é apenas o primeito fruto de uma parceria entre a desenvolvedora original do título e a Tencent, que trabalha exclusivamente nas edições mobile. No segundo game, ainda com poucas informações divulgadas, a ideia é apresentar uma jogabilidade mais “arcade”, com desenvolvimento pensado para a dinâmica dos celulares e ares do clássico Batalha Naval, seja lá o que isso signifique.

O download da versão mobile de PlayerUnknown’s Battlegrounds pode ser feito por meio da App Store, do iOS, e da Google Play Store, no Android.

Fonte: PUBG Corp

ANATEL diz que TIM foi a melhor operadora do Brasil em 2017. Concorda?

tim melhor operadora do brasil

Semana passada publicamos aqui no tekimobile a pesquisa que a ANATEL fez mostrando como as operadoras brasileiras se sairam, levando em conta as reclamações feitas pela agência. A TIM, na média, foi a melhor dentre as 4 grandes. Concorda? Veja abaixo.

Vale ressaltar que nós, do Tekimobile, estamos levando em consideração somente as 4 operadoras grandes (Vivo, Claro, TIM e Oi), pois elas operam em todos estados brasileiros. A ANATEL levou em consideração todas operadoras, inclusive as que operam em apena 1 estado ou apenas 1 cidade, como a Porto Seguro Conecta que seria a melhor de todas, porém só opera na cidade de São Paulo.

Calculando-se a média das notas de todos os serviços avaliados das quatro maiores operadoras, descritos na matéria anterior, a operadora TIM fica com a maior média, ou seja, é mais bem avaliada pela ANATEL. A média ficou em 7,27. Na sequência, encontra-se Claro (7,13) e Vivo (6,90). Refletindo a crise financeira que se encontra, a Oi foi a pior com uma média de 6,44 pontos. 

A pesquisa que a ANATEL se basiou, levou em conta 7 indicadores de qualidade indicados pelos consumidores que entrarão em contato com o órgão durante 2017: canais de atendimento, atendimento telefônico, oferta e contratação, funcionamento, cobrança e recarga, reparo e instalação, e capacidade de resolução das demandas dos consumidores.

Todo ano, desde 2002, a ANATEL divulga uma lista para mostrar qual a melhor operadora de celular do Brasil. O estudo é feito usando a pesquisa de satisfação da agência. Ou seja, é baseado apenas nas reclamações que os usuários fazem ao órgão. Esse ano foram ouvidos pouco mais de 33 mil clientes, que em número não é praticamente nada frente as linhas ativas no Brasil.

E ai, concorda que a TIM é a melhor operadora do Brasil?

Compre um Xperia XZ2 e ganhe um Playstation 4. Na Europa.

xperia xz2 frente

O Xperia XZ2 foi anunciado mês passado na MWC 2018. Nós até já fizemos um hands-on dele. Semana passada ele entrou em pré venda em vários mercados, inclusive na Europa. Lá ele virá com um Playstation 4 de graça.

O recém lançado Xperia XZ2 da Sony, novo topo de linha da empresa japonesa, entrou em pré-venda em algumas partes da Europa na semana passada. Mas em algumas lojas do Reino Unido a Sony preparou uma interessante promoção: Compre um Xperia XZ2 e ganha um console Playstation 4 gratuitamente.

Caso você já tenha o console, pode optar também pelo Playstation VR, o novo óculos de realidade virtual compatível com o console da Sony.  Tem mais: o usuário também ganha a assinatura de 1 ano do Playstation Plus.

O XZ2 estará disponível no Reino Unido em 6 de abril, e até então você deve decidir se deve pré-encomendar um juntamente com o PS4 ou o PSVR grátis. Observe que as entregas para pré-pedidos estão marcadas para acontecer “até 5 de abril”.

Especificações técnicas do Xperia XZ2

  • Tela LCD de 5,7 polegadas Full HD+ (2160 x 1080) HDR e Corning Gorilla Glass 5
  • Processador Qualcomm Snapdragon 845
  • 4 GB de memória RAM e 64 GB de armazenamento interno
  • Leitor de impressões digitais na traseira
  • Jack de áudio de 3,5mm
  • Câmera traseira de 19MP (f/2.0)
  • Câmera frontal de 5MP (f/2.2)
  • Wi-Fi 802.11ac, Bluetooth 5.0, NFC, USB 3.1, GPS
  • Bateria de 3180 mAh (compatível com carregamento sem fio)
  • Android 8.1 Oreo
  • Dimensões: 153 x 72 x 11.1mm
  • Peso: 198g
  • Cores: prata, preto, verde e rosa