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Review Nokia E7: Hardware perfeito, porém o Symbian…

Se o melhor smartphone fosse escolhido com base em sua beleza, o Nokia E7 com certeza seria o escolhido como o mais bonito da atualidade, mesmo estando entre iPhones, Xperias e Galaxys, o E7 foi o smartphone mais bonito e bem acabado que já testei até hoje. Podemos dizer que ele é um Nokia N8 maior e com um “Q” de Nokia N97.

É fato que a Nokia há muito tempo tempo dedica alguns dos seus aparelhos para o meio empresarial, graças principalmente ao fato de colocar um teclado deslizante completo e os aproximar de um computador. Tudo começou com a famosa série comunicator em 1996 com o lançamento do saudoso Nokia 9000 e tendo como último protagonista o Nokia E90 que rodava Symbian S60v3, este podemos dizer que é o antecessor do Nokia E7. Hoje o E7 é o carro chefe da Nokia depois do Nokia N8, que ela manteve com foco multimídia. Mas será que o E7 e o já cansado Symbian podem competir com a enxorrada de Androids que vem ocorrendo e a confiança que o iPhone conquistou nos últimos anos? Ainda mais depois da mudança interna que a Nokia vem passando ao ponto de dar apenas alguns anos mais de vida ao Symbian e depois substitui-lo pelo Windows Phone 7, fruto da parceria com a Microsoft?

O fato da Nokia lançar um smartphone desse nível mas rodando um sistema que ela mesmo já deixou claro que perderá o posto de sistema principal é um pouco estranho, parece que a Nokia quer dar uma última tentativa ao Symbian ao lançar o Nokia E7. Isso não quer dizer que ele seja ruim, me parece mais uma falta de opção da Nokia que tinha obrigação de mostrar um smartphone top para a concorrência e atualmente só tem o Symbian e nada mais. Temos em mão um celular muito bonito, potente e com software que embora seja bom é ultrapassado, assim graças ao seu preço alto, para muitos usuários talvez o Nokia E7 leve desvantagem junto a concorrência. Mas é exatamente isso que vamos analisar nesse review, apertem os cintos que vai começar pois esse é o Review mais completo que já fizemos no Tekimobile.

Antes de continuar, aconselho a leitura do review do Nokia N8, a maioria do que foi dito lá também se aplica ao E7.

Acessórios e embalagens

Review_Nokia_E7_2A Nokia mais uma vez traz a sua caixa azul ecologicamente correta e traz os acessórios essenciais para o uso do E7: carregador veicular, fones de ouvidos inear, adaptador para cabo HDMI, cabo USB e o cabo on-the-go para transformar o E7 em um host de equipamentos USB. Um destaque para o ótimo fone de ouvido que realmente é digno de um celular top.

Design

A primeira vista o Nokia E7 parece um smartphone comum como a maioria dos que vemos hoje, mas o mecanismo de abertura engenhoso do seu teclado QWERTY mostra que ele é um smartphone único pois dentro de um mercado totalmente dominado por smartphones com enormes telas touchs sem botões, ele se destaca por estar nessa categoria e também ter um teclado completo. Esse mecanismo que é uma evolução do usado no N97 é com certeza o melhor teclado QWERTY já feito em um celular (mais detalhes a frente).

Embora o celular seja relativamente grande, o seu design arredondado herdado do irmão mais velho Nokia N8 faz com que ele não pareça tão grande assim e somando ao fato de seu corpo ser todo de aço escovado, ele troná-se um dos smartphone, se não o mais, bonito que já tive a oportunidade de testar.

Hardware e construção

Não estamos falando de nenhum celular com processador dual core como a maioria dos lançamentos, mas daí podem perguntar: “mas a Nokia devia ter colocado um processador dual-core no E7 e no N8 blablabla…” eu não concordo, porque o Nokia E7 não precisa de um processador desses, ou melhor, o Symbian não precisa de tanto. O E7 possui um processador de 680 MHz ARM 11 com GPU integrada Broadcom BCM2727, 256MB de RAM e 16GB de memória interna de armazenamento e não possui suporte a cartões SD. Possui câmera de 8MPx com foco fixo (detalhes adiante) e grava em HD 720p há 25fps e sua tela tem 4 polegadas porém com resolução baixa de 360 x 640 pixels.

Review_Nokia_E7_17.3

 

As teclas são bem dimensionadas e colocadas nos lugares corretos: Acima do aparelho temos o botão liga/desliga, o conector para fone de ouvido, a saída USB e porta mini HDMI. Nas laterais se encontram o botão que desliga e liga a tela, do outro lado um botão para o volume que é bem prático, o botão da câmera e o slot para cartão SIM e na frente apenas um botão de atalho para o Menu, esse desta vez é centralizado ao corpo e não de lado como no Nokia N8, ainda na frente temos a grande e bonita tela 4 polegadas de AMOLED. Aliás, as cores são brilhantes na tela apesar de uma resolução relativamente baixa, mesmo com baixa luz a tela é boa.

Na parte de trás temos a câmera de 8MPx e o logo da Nokia. O Nokia E7 não tem tampa para remover a bateria,  então se você gosta de ver as entranhas de seu telefone, azar o seu, pois assim como seu irmão N8, ele aderiu a moda iPhone de lacrar o aparelho contra curiosos.

Sua construção é sólida, apesar dele ser composto de 2 partes, teclado e tela, ele não tem nenhuma folga e em nenhum momento alguma parte fica móvel, quem não conhece ele demora para perceber que na verdade ele tem um teclado embutido. Ele passa aquela sensação de produto resistente e que é difícil de quebrar.

O peso está bem equilibrado, não é muito leve passando a impressão de aparelho de plástico mal feito (Atrix?) já que ele é de metal e também não é muito pesado por ser de metal (Milestone?). Ele tem o peso certo para seu tamanho, ou seja, como ele é nitidamente grande também é um pouco pesado.

Teclado

Embora ao longo dos anos os teclados venham sumindo graças as enormes telas com teclados virtuais, muitos ainda preferem teclados físicos QWERTY, principalmente no meio empresarial. É para essas pessoas que o E7 existe e como todo o dispositivo foi projetado em torno da mecânica de inclinação e deslize do teclado,  não há dúvida alguma que ele é a estrela do show.

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Quando aberto, o mecanismo do teclado força a tela para cima deixando ela em uma posição inclinada em um ângulo de cerca de 30 graus. Na primeira vez que você tenta abrir o teclado normalmente faz muita força e mesmo assim não consegue, depois você descobre o segredo: basta dar um suave empurrão na borda da tela, como que forçando ela para baixo contra o teclado, depois disso empurre o teclado e ele é facilmente revelado.

Review_Nokia_E7_17.1

 

Em cada extremidade do teclado há uma saliência onde exatamente encaixa a tela, isso foi feito por razões estruturais e para a integração das antenas. A tela parece que se encaixa perfeitamente dentro do teclado. Um dos problemas que encontrei foi que a última linha de caracteres do teclado fica muito perto da borda da tela, então quem tem dedos muitos grande pode ter um pouco de dificuldade.

Esse teclado, que conforme dito evoluiu do N97 e depois do N97 Mini, tem 4 linhas de teclas sendo assim muito semelhante aos teclados tradicionais de computadores, alguns dos problemas do N97 foram resolvidos como a volta da barra de espaço para o centro do teclado. Cada tecla é ligeiramente arqueada e tem um acabamento emborrachado semelhante ao E72 – review aqui – o que proporciona uma textura aderente e facilidade na hora de digitar já que os dedos não ficam escorregando proporcionando assim muito conforto para digitar. O feedback tátil é feito através de um click que só dá para sentir, ou seja, pode digitar a vontade que ninguém vai ficar ouvindo as teclas. No quesito teclas só uma reclamação: só há uma tecla “shift” do lado esquerdo do teclado, ou seja, imaginem a dificuldade que é por exemplo digitar a letra A em maiúsculo, já que o Shift e a letra A estão muito próximos para serem digitados simultaneamente.

Praticamente todas as teclas tem segunda função, que é acionada pela seta amarela ao lado do Shift ou pressionando por um longo tempo as teclas, para acionar os acentos basta precionar e segurar a tecla “car” e depois da letra que você quer acentuar. O teclado é iluminado, com níveis de iluminação controlada pelo sensor de luz ambiente, o que significa que o teclado só acende quando é necessário, otimizando assim o consumo de energia.

Nos meus testes verifiquei que há 2 modos de digitar, um é o comum que você segura o teclado nas palmas da mão e utiliza o polegar para digitar, ai uma sacada de mestre da Nokia é que as saliências nas extremidades do teclado que dão para apoiar os dedos e descansá-los sem atrapalhar a digitação. O outro modo é bom para quem tem dedos pequenos, basta apoiar o celular em qualquer superfície e usar os dedos indicador, médio e anelar, dá para digitar quase do mesmo modo que um teclado grande.

Importante, mesmo que estejamos lidando com um teclado físico, (como mostrado acima), o E7 tem opç~pes de auto-correção e auto-completar, as mesmas que o N8 por exemplo tem. Por padrão, essas funções estão desligadas.

Software e interface

Agora, como disse anteriormente, o motivo que talvez leve o Nokia E7 a não ser o melhor em sua categoria elevada de preço: o Symbian^3. Se você já teve um Symbian antes, mesmo que seja da primeira versão logo você vai perceber que a navegação no menu é, ainda, exatamente a mesma e se caso você já tenha tido qualquer Symbian da Nokia a partir do Nokia N97 aí então você percebe que nada efetivamente mudou. Mas uma vez vou deixar claro uma coisa: eu gosto muito do Symbian e o considero um bom sistema, com ele você faz quase tudo que os outros fazem (digo Android e iOS) porém vou repetir: ao comparar com concorrência ele continua confuso. Mas isso é o que eu acho, existem muitos usuários que ainda preferem o Symbian, para esses que não pretendem abandonar o Symbian e querem se atualizar eu digo: o Nokia E7 é o melhor Symbian já feito indiscutivelmente. Vamos falar um pouco mais sob sua interface.

 

 

Há três homescreens, que podem ser preenchidas com até seis widgets retangulares, ao contrário do Android, onde você pode alterar o tamanho e forma dos Widgets, no Symbian eles são fixos. Eles simplesmente ficam empilhados um em cima do outro formando 6 linhas de Widgets, onde em cada um e possível colocar até 6 atalhos para aplicativos, fazendo as contas você consegue até 30 atalhos de aplicativos por tela. Ainda assim, é melhor que não ter nenhum. Eu procuro sempre ver o lado bom das coisas: se por um lado você não consegue personalizar os Widgets como no Android, você pelo menos os têm já que usuários do iPhone não tem siquer um Widget, não concordam?

Embora o menu do Symbian seja um pouco confuso e haja muitas funções que você precise vasculhar ele para achar, ele está rápido bem diferente dos N97s da vida, o Kinect funciona perfeitamente e a resposta aos comandos também. As transições de tela, assim como disse no Review do Nokia N8, ainda continuam um pouco atrasadas, você passa o dedo e a tela vem depois, nada que atrapalhe o uso mais acontece e dá para perceber

Embora ele tenha um processador de apenas 680MHz, ele é mais que suficiente para deixar o aparelho bem rápido na maioria de suas funções fazendo o recurso de multitarefa trabalhar no máximo.

Internet e conectividade

O Nokia E7 é muito parecido com qualquer telefone GSM existente em qualquer parte do mundo, o que significa que você pode fazer chamadas de voz em qualquer lugar, possui conexão 3G e serve em qualquer operadora do Brasil, além do 3G ele tem conectividade WiFi para acessar o ponto de rede aonde esteja disponível esse tipo de conexão. A qualidade de chamada dele mantém o alto padrão da maioria dos Nokias, alto falantes altos e antenas que pegam sinal em situações mais diversas possíveis.

internet_Nokia E7 OviMapas_Nokia_E7

Além disso, o aparelho possui aGPS, que pode ser utilizado com o Ovi Maps e também é compatível com o Bluetooth 3.0. A navegação GPS off-line gratuita através do Ovi Mapas é uma das grandes vantagens de aparelhos da Nokia nos últimos anos, já que ele funciona em quase todos os países do mundo, com cerca de 78 deles tendo a navegação offline orientada por voz. A versão mais recente permite baixar mapas de países diretamente do celular, tem linhas de transportes públicos, e check-in com os mais populares serviços baseados em localização, como lugares do Facebook.

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O Nokia E7 infelizmente não tem o transmissor FM que está presente no Nokia N8, sendo assim você não tem a facilidade de ouvir música diretamente no rádio do seu carro sem ajuda de cabos, mas mantém a porta HDMI do N8 para transmitir conteúdo multimídia para a TV, e também tem a função USB em -the-go onde você pode conectar outros dispositivos de armazenamento como pen drives diretamente com o telefone. Isso é útil, uma vez que mantém o armazenamento de 16 GB da Nokia N8, mas o E7 não dispõe de slot para cartão microSD.

O navegador padrão é o mesmo assunto de sempre, ele é ruim e ponto final. É lento, dá erros em muitos sites e trava muito, para vocês terem uma idéia, estou com o Samsumg Wave 723 para testes e ele roda o novo sistema BADA e o navegador dele é melhor que o do Symbian, o navegador do Symbian continua sendo uma adaptação do navegador do S60v3 para telas de toque, a Nokia prometeu que irá melhorar ele com a chegada do Symbian Anna, mas vamos aguardar para ver se realmente terá melhoras pois é triste saber que uma linda tela AMOLED de 4 polegadas não traz uma boa experiência de navegação na interwebs.

Contatos, ligações

Contatos e registro de chamadas são acessados através de atalhos na tela inicial e dispostos em uma exibição com lista de rolagem,  depois de transferir os contatos do SIM para a memória do telefone, podemos pesquisar através de “redes sociais” (somente Twitter e Facebook) . Nem se compara a facilidade da agenda do Android que basta logar no Gmail, Twitter e Facebook e deixar o resto para o telefone.

 

Boas ligações é marca da Nokia, no N7 é muito boa, o volume é alto e o sinal pegou em praticamente todos os lugares que testei. O único porém foi que achei o volume do Viva Voz um pouco baixo para o padrão da Nokia, que normalmente é mais alto. O discador é fácil de achar pois tem um atalho na tela principal e quem tem problema de visão não pode reclamar do tamanho do teclado que tem número imensos. Como padrão da Nokia ao digitar aparece os contatos referentes da letra correspondente ao número. A discagem por voz é ineficiente e nunca reconhece nenhum contato que falamos. Outra coisa é que ele nativamente tem suporte a foto do contato quando recebemos uma ligação.

Mensagens e emails

O aplicativos de mensagens é exatamente o mesmo usado em todos os Nokia, com o acréscimo de balõezinhos nas suas conversar por SMS.

 

Já o aplicativo OVI Mail é o melhor que já experimentei para smartphones, totalmente organizado e todas pastas facilmente acessíveis, isso era de esperar já que o foco desse aparelho é o trabalho. Somente senti falta de uma caixa de entrada unificada, já que ele tem suporte a vários tipos de protocolo, inclusive Exchange, mas como a interface é muito organizada é de fácil utilização, trocar de caixa de entrada é uma tarefa rápida que não atrapalha. A configuração dos email é automática, basta colocar em seu e-mail e senha e E7 faz o resto, ou seja, nada de ficar pesquisando endereço de servidores e portas. Ainda bem que o Nokia E7 tem um teclado fisíco, pois o Symbian teima em deixar um teclado alfanúmerico em modo retrato, digitar email nesse teclado é uma tortura.

Uma opção interessante é a opção para ouvir as mensagens de texto. Vale a pena fazer, embora a voz robótica que faz isso seja um pouco estranha, mas depois você se acostuma.

Aplicativos

A OVI Loja melhorou bastante e no E7 me pareceu bem mais rápida que no N8, as opções de aplicativos também estão boas, há aplicativos para tudo porém ainda tem o problema do preço que na média os aplicativos são bem mais caros que na concorrência.

Agora o OVI Mapas é um show a parte, com certeza ele ainda é o melhor navegador GPS mobile e além de tudo é gratuíto

Câmera

Tudo bem que caso você esteja procurando um smartphone que realmente seja um câmera-phone, tire fotos espetaculares e ainda tenha flash xenon, é evidente que a sua melhor aposta seria o Nokia N8 com sua câmera com foco automático de 12 megapixels com lente Carl Zeiss, mas pelo preço que o E7 custa e sendo ele atualmente o carro chefe, acima do N8, a Nokia poderia simplesmente ter deixado uma câmera melhor, não que ela seja ruim, longe disso, afinal ela tem 8 megapixels e normalmente celulares Nokia tem ótimas câmeras, mas o que me deixou triste foi o fato dela não ter foco automático, eu nem ligaria se a Nokia somente tivesse diminuído a resolução e ter tirado a lente Carl Zeiss, mas foco fixo? pô Nokia aí foi mancada!

 

Por outro lado, como a câmera não tem partes móveis e você não necessita fazer uma pré-focagem, a câmera é incrivelmente rápida, caso seu uso seja emergencial o foco fixo não atrapalha tanto assim, porém caso você goste de tirar fotos de tudo e ficar procurando os melhores
detalhes e ângulos, acredite, o foco automático vai fazer falta. Segue a descrição que a Nokia fez do uso e desempenho da câmera do Nokia E7.

1. “Com uma câmera com foco fixo da Nokia, você pode simplesmente captar os momentos sem o receio de que imagens ou vídeos fiquem fora de foco independentemente das condições de iluminação ou a posição de objeto a ser fotografado.
2. Não tem o lag que uma câmera com foco automático tem.
3. Os módulo da câmera é menor, sendo assim o celular pode ficar mais fino, basta comparar a câmera do N8 que tem uma saliência no local da câmera.

Eu particularmente preferiria uma câmera com foco automático, mas dá para pensar no que a Nokia tinha em mente uma vez que o E7 é direcionado para ser um aparelho para o público empresarial. Além disso, o sensor da câmera do Nokia N8 é enorme, imaginem se domarmos isso com o volume adicionado de um teclado físico, seria impossível manter a espessura do Nokia E7.

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As fotos tiradas na luz do dia e panorâmicas ou objetos a uma certa distância as fotos do E7 são ótimas e o foco manual até ajuda na hora de tirar fotos desse tipo, porém fotos de objetos pertos e com baixa iluminação as fotos decepcionam um pouco, isso acontece por falta de um foco automático, ele nem tem modo macro para deixar claro

Foto tirada de longe, ótima qualidade.

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Foto tirada de perto, elas ficam desfocadas, se você gosta de tirar fotos no modo macro, esqueça.

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Multimidia

Embora não seja da linha X e nem da linha N, o Nokia E7 está quase no mesmo nível de ambos quando o assunto é multimídia, sendo assim a Nokia mais uma vez mostra que quando o assunto é multimídia, ela é imbatível.

Executando o leitor de música, que combina os elementos habituais que esperaria de qualquer outro player, ele ostenta um belo apelo visual na forma de seu carrossel 3D para navegar através dos álbuns de artistas. Obviamente ele é inspirado no cover flow do iPhone, e não é primeira vez que tentam imitar, mas com certeza é o que mais chegou perto do iTunes, a resposta aos toques é ótima a animação do carrossel é perfeita e a navegação não deixa nada a dever para o iTunes do iPhone. O Nokia E7 é compatível com Dolby Digital Plus, sendo assim ele é capaz de executar trilhas de filmes surround perfeitamente através de sua porta HDMI. O alto-falante também é surpreendentemente poderoso para um telefone celular e consegue produzir sons com uma qualidade impressionante.

 

player_de_música vídeos_nokia_e7

 

Tocar vídeos de alta definição não é problema para o Nokia E7, consegui rodar um vídeo HD  (DivX codificado em MPEG-4) com resolução de 1280 x 720 (720p) sem o menor problema. Se juntarmos a tela AMOLED de 4 polegadas e sua capacidade de conectar-se em HD externas, temos a combinação perfeita para assistir vídeos em sua total fidelidade, a reprodução de vídeos em HD foi totalmente sem lag tornando mais uma vez a Nokia insuperável.

Se você gosta de vídeos – e tem um belo plano de dados – O Nokia E7 vem recheado com aplicativos para assistir vídeos por streaming. Um deles é o Paramount onde você tem a possibilidade de assistir gratuitamente vários trailers dos filmes produzidos por essa produtora, isso na teoria porquê os vídeo só carregam mas nenhum deles eu consegui exibir, o outro é o EFI Vídeos, esse eu consegui assistir os vídeos. Há também o canal NatGeo da National Geografic onde há belissímos vídeos do canal televisivo e por último o aplicativo Terra TV, onde você tem acesso aos vídeos postados no canal do site Terra.

A Nokia E7 vem nativamente com um editor de vídeo igual ao do N8, ele permite várias configurações que são realmente muito úteis para ediçõers rápidas como cortes, adicionar músicas de fundo, adicionar texto e outros ajustes básicos.

Sendo assim, embora não tenha sido anunciado como um dispositivo multimídia,  o Nokia E7 tem tudo o que o Nokia N8 oferece em termos de música e performance de vídeo, faltando apenas a sua câmera para brilhar ainda mais.

Bateria

A bateria de 1200 mAh interna sem possibilidade de remoção oferece, segundo a Nokia, um tempo de conversação de até nove horas. Mas afinal lembre-se: ele é um Smartphone. Com uso moderado de poucas ligações, 3G e WiFi ligados o tempo todo, um pouco de uso para músicas e vídeos além de algum tempo usando o GPS, a bateria dele durou quase 2 dias, achei isso satisfatório já que nenhum Android que testei passou de um dia com o mesmo perfil de uso.

 

Vídeo Review

Para finalisar, assistam o vídeo Review onde dá para se ter uma idéia do Nokia E7 em mãos:

Prós e Contras

Prós

  • Muito bonito
  • O melhor teclado já feito para um celular
  • Tela de AMOLED grande e visível no Sol
  • Conectividade HDMI
  • Função USB on-to-go que dá possibilidade de conectar dispositivos externos
  • Bateria razoável para um smartphone
  • Acabamento de alúminio
  • Ótima navegação GPS totalmente gratuíta (Ovi Mapas)

Contras

  • Câmera sem foco automático
  • Não tem suporte a cartão de memória
  • Ruim para navegar na internet
  • Loja de aplicativos inferior a Android Market e App Store

Conclusão

O Nokia E7 pode ser considerado uma oba prima da Nokia, como já disse anteriormente é o melhor Smartphone que a Nokia já fez: Muito bonito, ótima construção, o melhor teclado que já vi em um smartphone, tela grande e super sensível, muitas opções de conectividade inclusive HDMI, sim, ele tem alguns pontos que poderiam ser melhorados como a câmera , porém para o foco que o aparelho é, isso não faz diferença. Porém batemos no problema do Symbian, notem: não estou falando que o Symbian é ruim, porém ele ainda não é intuitivo e de fácil utilização com o Android e principalmente o iOS. Para quem já está acostumado com o Symbian e quer um aparelho mais moderno o E7 é uma boa pedida. Pois mesmo com um processador inferior a concorrência, é suficiente para o Symbian que mesmo com uso intenso se mostrou estável e rápido, nem de longe parece “pérolas” como a tartaruga chamada N97.

O software do Nokia E7 tem foco empresarial – um amplo apoio para e-mails corporativos e capacidades de gerenciamento de TI remotamente, além do teclado físico agradável onde você poderá responder seus email confortavelmente sem precisar de um computador. Adicione a isso o Ovi Maps com sua navegação offline gratuita e orientada por voz ele é quase completo para seu foco, digo quase porque seu navegador de internet precisa melhorar muito para ser digno de um aparelho desse níuvel. Como desvantagem podemos citar o pouco número de aplicativos úteis na OVI mais o fato de navegar nela ser extremamente sofrível.

Resumindo: se você é um fã da Nokia, você não ficará desapontado com o Nokia E7. Se você já abandonou a Nokia exclusivamente por causa do Symbian, não compre o Nokia E7 pois o Symbian, podemos dizer.. continua o mesmo.

Próxima página:Galeria de fotos

Comentários
  • André,apesar de não ter nada a ver com o post ,que aliais ficou ótimo,você poderia a me ajudar a configurar uma conta de email do hotmail.com.br no cliente de email do android ?

  • Muito bom o review André!

    Estou querendo trocar meu N97 mini por um E7, N8 ou C7. Ainda não tenho certeza por qual modelo trocar, não sei se abro mão do teclado físico.

    Me parece que o E7 é muito maior que o N97 mini. Isto confere?

    O acabamento do E7 é muito escorregadio? É o mesmo acabamento do N8?

    Valeu!

    • Gustavo, o E7 é maior sim que o N97 Mini e que o N97, pois sua tela e de 4 polegadas, porém é mais fino. Quanto ao acabamento é o mesmo do N8 sim e não é escorregadio. Abs

  • Sem problemas nostrono, mas o problema é o seguinte, por descuido na hora de salvar o rascunho publiquei antes de revisar o texto, que sempre faço, então editei depois de postado. O problema é que o texto via RSS é enviado automaticamente após postado, ou seja, as correções não aparecem no feed infelizmente, mas desculpa por isso e que todos que estejam lendo entendam.

    Abs.

  • "não estou falando que o Symbian é ruim, porém ele ainda não é intuitivo e de fácil utilização com o Android e principalmente o iOS"

    Desculpa , eu não acho que o Symbian tem esse problema, ele tem muitos mas esse não é um!

    • É isso o que eu sempre prego aqui no tekimobile, a diversidade de opiniões, embora a grande, bem grande maioria concorde comigo, outros preferem o Symbian ao outros Symbian. Como sempre digo o importante é o usuário estar satisfeito com o seu aparelho.

      Abs

  • Adré barabens1 vc vaas os melhores review, tudo muito bem esplicado, sitou os pontos fracos do Symbian com bazez (au-contrario de muitos q só falao mau e nao sitao o porque)

    Mesmo assim eu continuo fã da nokia

  • "…o Nokia E7 é o melhor Symbian já feito indiscutivelmente. Vamos falar um pouco mais SOBRE sua interface."
    É verdade, ele é pic*. Mas o symbian está "deixado de lado", praticamente.

  • Como todo Nokia high end observei excelente hardware, embora ainda seje usuario do symbian eu cansei dele , as atualizaçoes prometidas como anna nunca saem ……..e um OS com data de falecimento para 2016 , ou seja, irao lançar o belle e provavelmente mais nada…..nao compraria …… Vou aguardar o android 4.0 e o mango para entao decidir …..

  • Boa noite! Tenho um Nokia E5, e não me arrependo desta compra, s
    Sybiam continua para mim melhor sistema operacional, to pensando em trocar para este E7 ou N8! E para mim este sistema para smartphone já criado.

  • Tipo tenho um Nokia E7, so que to tentando resetar ele para tirar o Codigo de Segurança que aparece a todo momento no aparelho, tem alguma forma de fazer isso pois ja tentei pelo menu, e por Hard Reset, o Codigo de Segurança alteraram e não sei qual é …

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Vídeo review: 3 meses com o Moto X4, vale a pena?

Confiram o review em vídeo do Moto X4, novo smartphone da Motorola que trás um super design em vidro mas peca em suas câmeras.

Dando continuidade há uma das mais famosas linhas de smartphone da Motorola, a X, a Lenovo trás finalmente um sucessor: o Moto X4. Mas, diferente dos anteriores, é um smartphone mais barato com hardware de intermediário. Será que vale a pena? Assistam o vídeo acima e descubram.

Moto X4 – Design

O Moto X4 tem um foco maior no design. Com um acabamento inteiro de vidro, e a traseira com efeito 3D, é o smartphone mais bonito já feito pela Motorola. Além disso, ele conta com proteção IP68 contra água e poeira, sendo possível emergir o dispositivo em até 1,5 metros de profundidade.

Moto X4 – Hardware

Ele conta ainda com um bom hardware intermediário com processador Snapdragon 630, 3 GB de memória RAM e apenas 32 GB de armazenamento interno. Sendo seu armazenamento seu calcanhar de áquiles, já que somente 15 GB é disponível para o usuário. O motivo eu já expliquei aqui, mas resumidamente ele possui uma partição de 8 GB para o sistema e mais outra de 8 GB clonando a primeira. Sendo assim, mais de 16 GB são ocupados.

Moto X4 – Câmeras

Sua câmera, que deveria ser a principal feature, é dual com um sensor de 12 MP com abertura de f2.0 e outro de 8 MP com abertura de f2.2. Esse último tira fotos em preto e branco. No geral as fotos condizem com seu preço, nada de muito fantástico.

O problema são seus efeitos de profundidade. Na teoria funcionaria muito bem. Através de software, a câmera identifica o fundo e a frente da foto. Com isso, o software consegue, por exemplo, desfocar o fundo, mudar para preto e branco e até trocar por outra foto. Mas na prática não funciona muito bem. O reconhecimento só acontece quando a distância entre a imagem da frente e da traseira é grande o bastante. Em distâncias curtas o software erra bastante, borrando bordas.

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A câmera frontal também é um problema sério, pois a mesma não consegue focar o rosto, sempre ficando um meio termo entre o fundo e a frente.

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Review Galaxy S8: 6 meses depois ele ainda é o melhor

Já se passaram mais de 6 meses do lançamento do Galaxy S8, o topo de linha da Samsung atualmente, juntamente…

Já se passaram mais de 6 meses do lançamento do Galaxy S8, o topo de linha da Samsung atualmente, juntamente com o Galaxy Note 8. Depois de 6 meses usando esse aparelho resolvemos, finalmente, publicar nosso review. Será que vale a pena? Ele é realmente o melhor? Confiram os detalhes abaixo.

Review em vídeo do Galaxy S8

Review Galaxy S8 – Design

Sem dúvidas o que mais chama a atenção no Galaxy S8 é seu design. Embora a tela curva já estivesse presente no Galaxy S7 Edge e S6 Edge, as coisas ficaram menores. Se trata de um smartphone gigante mas em um corpo pequeno. O Galaxy S8 é um Galaxy S7 com tela maior, mas não com carcaça maior. Ele possui tela de 5,8 polegadas e mesmo assim é significativamente menor que qualquer smartphone de 5,5 polegadas. Para se ter uma ideia, ele é mais estreito que um Moto G5S que tem tela de 5,2 polegadas.

Review Galaxy S8 frontal

De largura ele é mais fino que o antecessor Galaxy S7 que tem tela de 5,2 polegadas. Porém é mais alto. É o novo padrão de telas 18:9. Além disso, mesmo de altura ele é pequeno. A Samsung removeu os botões físicos de início, voltar e multitarefa, que foram para a tela, como já acontece em outras fabricantes.

Review Galaxy S8 frontal

Uma tecnologia interessante nele é que o botão inicio, mesmo sendo visualmente virtual, ele ainda é fisíco. Ou seja, é um botão fisico que é virtual, entendeu? Vamos explicar. A Samsung manteve um sensor de pressão embaixo da região onde o botão de início é exibido. Isso significa que ele pode ser acionado a qualquer momento, inclusive com a tela desligada ou quando você estiver rodando um jogo em tela cheia.

No geral ele é mais premium que o Galaxy S7. Detalhes como o calombo da câmera traseira finalmente sumiu por completo (embora fosse praticamente inexistente no anterior). Ele também é mais confortável que o S7 Edge, pois as bordas curvas ficaram  mais suaves e o aro de metal também é mais suave. Claro que o tamanho fino ajuda muito. A maioria das pessoas conseguirá usar ele com apenas uma mão.

Review galaxy s8 espessura

O conector de ouvido continua lá, firme e forte do lado do conector Tipo C, que estranhamente ficou de fora na geração passada. Em uma das laterais há a bandeja para 2 SIM Cards mais o cartão micro SD: isso mesmo, há uma bandeja hibrída por aqui. Infelizmente não é tudo separado como no Galaxy A5 2017, por exemplo. Mas é um avanço já que o S7 só tinha opção Single SIM.

Review Galaxy S8 conector de fone de ouvidos

Outra coisa que reparei é que ele ficou mais resistente. Embora continue de vidro atrás e na frente, para garantir o carregamento sem fio, ele é muito resistente. Mesmo após várias quedas ele continuou intacto, até mesmo o aro de metal pouco amassa. No S7 esse aro era mais maleável, amassando facilmente, e o vidro também quebra com certa facilidade. Porém,  vidro da traseria arranha muito fácil, muito fácil mesmo. Usar sem capinha terá um resultado desastroso em dias, como podem notar abaixo.

Review Galaxy S8 traseira arranhada

Review Galaxy S8 – Tela

A linha Galaxy S tradicionalmente possui as melhores telas de smartphones do mundo. Não tinha muito o que melhorar no Galaxy S7, ele já é excelente. Mas melhorou no Galaxy S8. O painel AMOLED de 5,8 polegadas com resolução de 2960×1440 pixels é impecável, com cores equilibradas de fábrica, sem excesso de saturação, além de brilho forte, alto nível de contraste e ângulo de visão irrepreensível. A diferença para o S7 que mais reparei foi justamente a melhora no brilho, dá para usar o aparelho confortavelmente mesmo em um dia ensolarado sem nuvens. Algo raro hoje em dia.

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Review Galaxy S8 tela

Assim como aconteceu com a atualização para o Nougat no Galaxy S7, a tela agora não vem configurada no padrão para a resolução máxima. Ao invés disso, ela vem por padrão configurada em 2220×1080 pixels. Se trata de um full HD+. Ou seja, mesmo sendo a metade da capacidade da tela, é impossível ao olho nu notar essa diferença. Isso ajuda na economia de bateria: a GPU é poupada, já que não precisa renderizar textos, animações de menu e ícones de aplicativos usando o máximo de potência. Se quiser mais economia, ainda dá para diminuir para HD+ com resolução  de 1480×720 pixels, o máximo só fica mesmo para realidade virtual.

Por ter uma proporção de tela de 18,5:9, nem todos os aplicativos ocupam todo o espaço do display, ficando com faixas pretas. Você pode esperar que o desenvolvedor atualize o aplicativo ou forçar manualmente para que o software ocupe o painel inteiro — eu fiz isso em vários aplicativos e não notei problemas de compatibilidade. Quando um vídeo está rodando em tela cheia, o Galaxy S8 mostra um botão para que a imagem passe a ocupar todo o display, se você preferir assim. Mas não se preocupe, isso vai virar padrão, ainda mais que o próximo aparelho do Google (inclusive farão o próprio hardware) virá com esse padrão. É a melhor tela é pronto.

Review Galaxy S8 – Câmeras

Assim como em tela, a linha Galaxy S também é referência em câmeras. O Galaxy S7 possui uma das melhores câmeras do ano passado, considerada por muitos como a melhor. Porém, do ano passado para cá houve uma grande evolução por parte de concorrentes. Principalmente com a padronização para as câmeras dual. Com isso, esperavá-se uma câmera dual no S8, porém não veio, foi papel do Note 8 trazer. Mas mesmo assim ainda temos uma das melhores câmeras do mercado no papel e na prática.

A Samsung praticamente não mexeu na câmera traseira em relação à geração anterior. O Galaxy S8 tem sensor de 12 megapixels e lente com abertura f/1,7 — que continua sendo uma das maiores do mercado, o que em teoria permite fotos noturnas de melhor qualidade. Ele não tem exatamente o mesmo sensor do Galaxy S7, mas tem o mesmo número de pixels, o mesmo tamanho físico e as mesmas tecnologias.

Review Galaxy S8 cameras

 

Isso é ruim porque não houve um avanço realmente significativo na qualidade das fotos, mas, por outro lado, pode ser bom porque a câmera do Galaxy S7, mesmo em 2017, ainda se sobressai na multidão.

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No software, a Samsung colocou alguns efeitos especiais no aplicativo de câmera, como carimbos, stickers e máscaras em tempo real, a funcionalidade inútil mais importante e popular do momento. E houve melhorias na usabilidade, sendo possível controlar o zoom (digital, infelizmente) apenas deslizando o botão do obturador para cima ou para baixo, evitando o gesto de pinça.

Quanto à qualidade da fotografia, o Galaxy S8, como dito acima, continua uma das melhores câmeras do mercado. A principal melhoria foi na câmera frontal, que teve sua resolução elevada para 8 megapixels, o que de fato resultou em aumento de definição nas selfies. Em conjunto com a lente, que também possui abertura f/1,7, os resultados são excelentes. E para finalizar, a câmera frontal agora conta com foco manual. Não é o único, mas é o primeiro que testei com câmera frontal com essa tecnologia.

foto camera frontal galaxy s8

De praxe, se a iluminação ajudar as fotos tiradas pelo S8 são de fato excelentes. Nível de ruído baixissimo, cores fiéis como pouca intervenção de software, nível de detalhes acima do normal e um alcance dinâmico fenômenal, sendo o melhor que já testei nessa categoria. Nada de branco sempre estourado, ou sombras escondendo objetos forografados. Perfeito equilibrio, para um smartphone.

Foto camera galaxy S8 Foto camera galaxy S8 Um detalhe interessante é o modo foco seletivo. Embora sempre presente nas gerações anteriores. Dá para perceber que a Samsung melhorou o software. Isso se deve ao fato da concorrência ter duas câmeras e produzir por hardware o efeito bokeh. Porém, mesmo assim, o resultado da câmera única do Galaxy S8 é melhor que vários dual câmeras que vejo por aí.

Foto camera galaxy S8 Foto camera galaxy S8

Parabéns para a Samsung. Embora tenha um modo manual, raramente é necessário usar, pois o automático quase sempre acerta nas configurações.

Com iluminação ruim, as fotos continuam muito boas. O nível é o mesmo do Galaxy S7: a definição é muito boa, praticamente não existe ruído e as luzes não estouram. Em ambientes pouco iluminados e com luz artificial, as fotos também ficam acima da média.

Foto camera galaxy S8 noite Foto camera galaxy S8 noite Foto camera galaxy S8 noite

Review Galaxy S8 – Hardware e perfomance

O processador usado no Galaxy S8 brasileiro é o Exynos 8895, atualização do usado no Galaxy S7 que era a versão 8890. Nos EUA e alguns outros países, é utilizado o Snapdragon 835. Mas, ao contrário do que muitos pensam, no gera o processador da Samsung possui características que se sobressaem frente ao concorrente. Ele conta com quatro núcleos Exynos-M1 de 2,3 GHz de alto desempenho e quatro núcleos Cortex-A53 de 1,7 GHz de baixo consumo de energia. É o primeiro chip para dispositivos móveis com litografia de 10 nanômetros, junto com o Snapdragon 835. Lembrando que atualmente, a Samsung fabrica ambos, embora no caso do Snap a Qualcomm para ela fabricar seu projeto.

O desempenho é muito bom. Ele tem um multitarefa eficiente, que não fica matando os aplicativos em segundo plano, não apresenta sinais de engasgo e faz qualquer coisa sem o minimo de dificuldade. Resumindo: é o melhor processador do mercado. Fecha com 4GB de RAM e 64GB de armazenamento interno. O Galaxy S8+, com excessão da tela, possui o mesmo hardware, porém há ainda uma versão bem mais cara com 6GB de RAM e 128GB de armazenamento interno.

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Um destaque é o fato do Galaxy S8 ser o primeiro smartphone do mercado com Bluetooth 5.0. A nova versão da tecnologia de conexão sem fio traz novidades evolucionárias, como o dobro de velocidade de transmissão e quatro vezes mais alcance. A Samsung aproveitou a novidade para colocar o recurso Áudio Duplo, que permite transmitir simultaneamente para dois fones de ouvido (para compartilhar o som) ou dois alto-falantes (para amplificar o volume). E aind aconta com o USB 3.1, que traz possibilidades interessantes como transmitir imagem via HDMI, bastando um adaptador USB Tipo C para HDMI. O adaptador dos novos Macbooks funcionam nele.

Mas a principal novidade é o leitor de íris, que foi herdado do Galaxy Note 7. Ele é confiável e, teoricamente, funciona mesmo no escuro por meio de infravermelho. No geral não gostei tanto. A câmera precisa enxergar seus olhos, então é necessário posicionar bem o aparelho na sua frente. Embora muitos dizem o contrário, na minha experiência houve bastantes falhas ao ponto de desistir do seu uso.

Juntando o fato do leitor ser pouco útil, para meu uso, juntou o fato da Samsung ter feito a maior cagada do S8: a posição do leitor digital. Ele fica estranhamento ao lado da câmera. Além de toda hora meter o dedo na lente da câmera, devido ao posicionamento alto e o celular ser alongado, preciso sempre subir a mão no celular. Resumindo, muitas vezes deixo de usar proteção para não passar nervoso.

No quesito bateria, não houve evolução frente a geração passada. Infelizmente, continua em 3.000 mAh. A bateria do Gaalxy S7 era boa em seu lançamento, porém ela sofre de perda considerável de desempenho com o passar do tempo. Tenho um S7 com 1 ano de uso e ele deve durar a metade do tempo de que no começo, e atualização para o Nougar ajudou nisso.

O S8, depois de 6 meses, já perdeu também. Deve durar uns 10% menos desde que comprei. Pelo menos, ele está mais otimizado para o Nougat. Só espero que com a chegada do Android 8.0 Oreo, ele melhore em bateria e não piore.

Nos meus testes, tirando o aparelho da tomada às 9 horas da manhã, ouvindo duas horas de streaming de música no 4G, e navegando na web por 1h30min a 1h50min, também pela rede móvel, eu sempre cheguei em casa às 23 horas com algo entre 20% e 30% de bateria.

Review Galaxy S8 – Prós e contras

Prós

  • Câmera de alto nível
  • Melhor tela do mercado
  • Hardware de última geração
  • Proteção contra água

Contras

  • Leitor de impressões digitais mal posicionado

Review Galaxy S8 – Conclusão

Vale a pena? Sinceramente depende. Custando mais de 3 Mil Reais atualmente, na minha opinião ele não oferece tanta coisa assim a mais que um Galaxy S7 Edge por quase o dobro do preço. É melhor, obviamente que sim, mas as diferenças não serão tão notadas assim para justificar o preço. Mas, se a diferença de preço não seja problema para você, ele é disparado o melhor top de linha do mercado brasileiro atualmente rodando o sistema Android. É um celular sensacional para ser usado sem problemas por, pelo menos, uns 3 anos.

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Review Zenfone 4: Vale a pena pagar o preço?

A ASUS apresentou a quarta versão de seu smartphone: o Zenfone 4 chegou em 3 versões e fazendo barulho. O…

A ASUS apresentou a quarta versão de seu smartphone: o Zenfone 4 chegou em 3 versões e fazendo barulho. O Zenfone 4 melhorou em relação a versão passada, porém o preço aumentou e o principal motivo de comprar o Zenfone 3 não se aplica no 4: Pagar menos por mais. Testamos a versão mais parruda do Zenfone 4, confira abaixo o que achamos dele.

Review em vídeo

Design e construção

Hoje em dia smartphones são bem parecidos, então um sempre vai lembrar outro. No Caso do Zenfone 4 não é diferente. Na parte da frente temos algo bem parecido com um Galaxy ou um iPhone, mas mesmo assim se trata de um aparelho muito bonito. As bordas laterais diminuiram em relação ao Zenfone 3, porém ainda não dá para ser chamado de bordless.

Review Zenfone 4 frente

A tela possui curvatura 2,5 D em todas as suas laterais, o que garante melhor pegada e deixa o aparelho mais bonito de fato. As bordas superiores e inferiores são bem grandes, possuem o mesmo tamanho para uma perfeita simetria, algo encontrado nos iPhones. Mas é na parte traseira que ele se destaca, o famoso efeito de luzes concêntricas, característica da ASUS, está presente em todo o vidro traseiro.

Review Zenfone 4 traseira

Outro destaque é o modo que as câmeras foram montadas. Elas estão abaixo da camada de vidro, ou seja, não tem nenhum calombo, tornando assim todo aparelho totalmente plano. Aqui temos suas duas câmeras, uma normal e uma Wide-angle de 120 graus.

Embora seja muito fino, apenas 7,7 mm, ainda achei o Zenfone 4 um pouco trambolhão e não muito confortável na mão quando comparado com concorrentes. O problema não é nem o tamanho, e sim da traseira ser totalmente plana. Como ele não tem curvas nas laterais, a pegada não é tão boa assim. Com o tempo acostuma-se já que é algo bem pessoal, mas acho que bordas curvas seriam bem vindas num aparelho desse tamanho e preço. Juntando o fato dele ser de vidro e escorregadio, uma capinha é meio que obrigatório para evitar uma queda fatal. Pelo menos ele vem com uma básica de silicone.

Review Zenfone 4

Ele é todo construido sobre um chassi de aluminio, revestido de vidro com corning gorilla Glass 3 na frente e na parte de trás. Aqui um elogio: a tela está muito bem tratada, não estou falando de qualidade de imagem ainda, mas a proteção oleofóbica é uma das melhores que já vi. Raramente fica engordurada ou com marcas de dedo. Além disso ela não arranha facilmente. Usei sem pelicula por 3 semanas e não há nenhum arranhão, nem aqueles minúsculos. Para efeito de comparação, o Galaxy S8 e o Moto Z2 Force, em 2 dias já estavam cheio de arranhões apenas de colocar e tirar do bolso. Não sei se com o tempo piora, mas não vejo necessidade de peliculas nesse aparelho.

Tela

A tela dele é uma tela de 5,5 polegadas com resolução full HD. A tela é de LCD IPS. A qualidade é ok, nada de ruim mas também nada fora do normal de um intermediário premium. Você não terá problemas em enxergar mesmo em um dia ensolarado.

Review Zenfone 4 tela

O brilho é bem alto, o contraste é bom e o branco é bem fiel. Porém, o preto é meio acinzentando ou azulado dependendo do ambiente, mesmo para uma tela IPS achei que o preto poderia ser melhor. Mas nada que atrapalhe muito.

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A reclamação fica porque a ASUS poderia ter colocado a tela AMOLED que equipa o Zenfone 4 Pro, que aliás não veio ao Brasil. Ou, pelo menos, uma resolução 2K como concorrentes top de linha possuem. Afinal estamos falando de um aparelho que rompe a casa dos 2 Mil Reais.

Hardware

Na parte de hardware temos um smartphone bem poderoso. O processador é um Snapdragon 660, possui 6 GB de RAM e 64 GB de armazenamento além de entrada para cartão micro SD.

Categorizar o Snadragon 660 é bem difícil. Ele está acima de qualquer intermediário premium, que normalmente vem com o Snapdragon 625 ou 630. Temos aqui Moto Z2 Play, Moto G5S Plus, Galaxy A9, dentre outros. Porém, ele não chega a ser um top de linha. O processamento chega bem perto, praticamente equivalente ao Snapdragon 820 do ano passado. A grande diferença fica por conta da GPU, ele vem equipado com uma Adreno 512. Essa GPU é cerca de 30% mais fraca que a Adreno 530 do Snapdragon 820. Na prática temos uma perfomance que beira um top de linha, porém mais econômico energicamente.

Review Zenfone 4 antutu

Ele vai dar conta de 99% dos usuários. Até mesmo jogos mais pesados ele roda bem, com perfomance notoriamente melhor que nos intermediários premiums.

Ele fez cerca de 110 mil pontos no Antutu Benchmark. Além disso, rodou bem a maioria dos jogos pesados.

A bateria dele é de 3300 mAh. Como disse, o Snpadragon 660 é econômico em relação aos tops de linha, mas não espere desempenho de bateria de um intermediário como Zenfone 4 com Snap 630 ou Moto Z2 Play. No meu uso ele ficou na média dos tops de linha bons. Aguenta bem um dia de uso.

Aqui vai um detalhe, o gerenciador de bateria da ASUS em parceria com a Qualcoom somada ao modo doze do Android, aprendem do seu uso. Funciona assim: com o passar do tempo o sistema vai identificando quais os seus apps que gastam mais energia, os que não gastam, que ficam em segundo plano e etc. Com essas informações, o sistema vai se adaptando ao seu uso; como por exemplo deixar, ou não, determinado app na memória RAM. Com isso, o desempenho vai melhorando conforme os primeiros dias vão se passando.

No meu caso, para chegar no resultado abaixo, demoraram cerca de 8 dias. No começo a bateria não durava nem metade disso. Por isso fica a dica: só reclame das baterias de smartphones com processadores Snapdragon e com Android 7 para cima depois de alguns dias.

Tirando o aparelho da tomada às 7h da manhã, eu fiquei navegando na internet por cerca de 2:30 pelo 4G, ouvi música no spotify via Bluetooth por 3 horas no Wifi e joguei alguns jogos casualmente somando uns 30 minutos. Tudo isso sempre com o brilho no automático. Chegando em casa as 20:00, ele estava com 20% de bateria. É uma marca boa, pelo menos para meu uso.

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Review Zenfone 4 – Câmeras

O principal apelo de marketing do Zenfone 4 é o conjunto de câmeras. O slogan dele é “We love photos”. Dito isso, realmente a ASUS não fez feio. Começando por sua câmera frontal, ela possui 8 MP e abertura f2.0. No papel nada extraordinário, mas fiquei bem impressionado com o desempenho dela em boa luz.

Ela conta com um modo retrato via software bem eficaz, mas não perfeito. Notem na foto abaixo, ela aplicou um desfoque muito bom, porém nas bordas da minha orelha dá para notar erros. Além disso, as bordas das imagens tem uma perda de tonalidade de cores bem estranhas. Mas, no geral, está acima da média, incluindo até mesmo celulares tops de linha.

Review Zenfone 4 camera frontal Review Zenfone 4 camera frontal<

Na traseira são duas câmeras: uma principal, de 12 megapixels com lente de abertura f/1,8; e uma secundária, de 8 megapixels, que acompanha uma lente grande angular de 120 graus com abertura f/2,2.

Review Zenfone 4 camera dupla

A lente principal tira ótimas fotos em qualquer condição de iluminação. Mesmo durante a noite, a perda de detalhes é pouco e consegue um bom nível de nitidez. O alcance dinâmico, que sempre pesa em celulares, é bem equilibrado não estourando exageradamente os brancos ou omitindo detalhes sobre sombras. As cores são equilibradas, o contraste é bem natural e nitidez boa.

Review Zenfone 4 fotos Review Zenfone 4 fotos

Review Zenfone 4 fotos Review Zenfone 4 fotos Review Zenfone 4 fotos

Review Zenfone 4 fotos Review Zenfone 4 fotos Review Zenfone 4 fotos

Mas como acontece com 99% dos celulares com duas câmeras, a segunda (seja zoom ou seja wide angle) é bem inferior. No caso do Zenfone 4, achei inferior até mesmo do que a frontal. Mesmo tendo uma abertura de f2.2, as fotos a noite poderiam ser melhores, ficam bem ruins e indistinguiveis. Pior, mesmo durante o dia onde as fotos possuem bastante ruidos e falta de nitidez. Abaixo a mesma composição tirada primeiro com a Wide-angle e depois com a lente normal.

Review Zenfone 4 fotos Review Zenfone 4 fotos

Vale lembrar que além de abertura menor, a lente é fabricada por uma empresa diferente. Enquanto a principal é um sensor Sony IMX362 (mesmo do Zenfone 3 Zoom), o secundário é um OmniVision 8856, empresa que costuma fazer sensores para smartphones chineses mais baratos. Por isso a qualidade não é das melhores.

Eu continuo preferindo lentes Wide-angle para composições diferentes de cenas, mas acho que ficaria legal com uma lente com melhor qualidade.

Ele grava vídeos em 4 K e full HD em 60 fps. Possui um estabilizador ótico de 4 eixos que nos testes se mostrou satisfatório, porém inferior a smartphones como o Galaxy S7, que possui o mesmo sistema de estabilização.

Software

O grande problema da ASUS sempre foi o seu software, a ZEN UI é famosa por ser poluida, feia e lenta. No Zenfone 4, na versão 4 da Zen UI, a ASUS tentou melhorar, e de fato conseguiu melhorar bastante. Não está do jeito que gostaria, mas está a caminho para isso. Agora a interface reduziu drasticamente o número de aplicativos pré-instalados inúteis. Além disso, alguns recursos relativamente legais como gravação de chamadas e seu bom app de gerenciamento de arquivos continuam. Além disso perdeu um pouco do carnaval de cores e ficou mais simples.

Mas, como disse, ainda tem o que melhorar. Sinceramente o que fico mais triste é que parece que a ASUS faz uma adaptaçao da Zen UI para o português e não de fato uma versão. Erros feios de traduções estão presentes desde o primeiro Zenfone e ainda não foram corrigidos no Zenfone 4. Notem que na hora de ajustar o brilho, o minimo é escuro e o máximo é “luz”.  Ele tem a opção de mudar a fonte, legal. Então vamos lá em estilo de fonte, dai você encontrar “Fonte Padrão” e mais 3 fontes em mandarim. Ou quando configurar o tempo de compartilhar conexão começa com Após x minutos e do nada muda para Depois de. No novo app assistente de áudio, é possível configurar perfis para diferentes fones de ouvidos. Dai, quando você vai adicionar um aparece um “Adiconar” fones.

Esses são alguns exemplos. Pode parecer besteira, mas isso me passa uma sensação de amadorismo na tradução, o que não pode acontecer em uma empresa do porte da ASUS. Principalmente a falta de respeito com a língua portuguesa. Nem interfaces de marcas que nem vendem no Brasil, como a MIUI da Xiaomi ou a EMUI da Huawei eu vi erros tão absurdos na tradução.

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A parte “boa” é que em duas atualizações que ele teve alguns erros mais aparentes foram corrigidos, restando até então esses acima.

Resumindo a ASUS deu uma bela melhorada na interface, mas ainda é uma que eu menos gosto.

Conclusão

Podemos dizer que o Zenfone 4 é uma grande evolução se comparado com o Zenfone 3, que particularmente achei uma aparelho mediano. Porém, o preço também aumentou. Mesmo a versão com Snadragon 630 tá mais cara que o Zenfone 3 quando lançou. Mas tá na média.

O grande problema, que a ASUS deve estar ciente, é esse modelo que testei com o Snap 660. O aparelho é excelente e o Snadragone 660 é excelente. Mas não é um top de linha. Eu sei que não é só o processador que vai ditar se ele é um top de linha, no contexto ele compete sim com outros tops de linha. Mas se eu quero comprar um top de linha, instintivamente eu quero um processador top de linha. Além disso, o maior problema que eu acho é a concorrência, principalmente os tops de linha do ano passado que ainda são melhores que o Zenfone 4 em vários aspectos.

No preço que ele tá agora, você comprar um Samsung Galaxy S7 Edge, que é melhor em praticamente tudo, o mesmo acontece com o LG G6 que também tá na faixa de preço. E com poucas centenas de Reais, que não vai fazer tanta diferença quando a cifra passa de 2 Mil, dá para levar um Galaxy S8 que é melhor em tudo. Mas, se ele baixar o preço, que não é comum na ASUS, ai sim ele pode vir a ser a melhor opção de mercado em desempenho. Mas acho dificil, pois dai teriam que baixar muito também o Zenfone 3 com Snap 630. No fim das contas, quem vai puxar as vendas serão o Zenfone 3 e o Zenfone 3 Selfie.

Mesmo o Zenfone 4 com snapdragon 630 não acho vantagem, já que o próprio Zenfone 3 Zoom tá mais barato, com hardware pouca coisa inferior, com câmera idêntica e ainda com uma bateria enorme.

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Android, Reviews

Vídeo: Tablet com Android e Windows 10 por R$ 315

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Já pensaram em um tablet que rode Windows 10 e Android, que dê para conectar mouse e teclado, conectar em um monitor e ter um PC na hora? Ou quando quiser mais portabilidade, um tablet de 8 polegadas com bom hardware e que rode os seus jogos para Android preferidos? O Teclast X80 Power faz tudo isso.

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