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Review Moto X Force: o indestrutível

O Moto X Force é um dos melhores smartphones lançados em 2015: possui excelente qualidade de construção com uma tela quase inquebrável, uma excelente câmera e uma bateria generosa, além de um bom hardware. Porém tem pontos a serem levados em consideração antes de comprá-lo. Ficou curioso? Confiram abaixo nosso review do indestrutível Moto X Force.

Review Xperia Moto X Force – Design e construção

Já podemos começar com a frase: estamos diante do smartphone mais bem construído atualmente no Brasil, e provavelmente no mundo. A Motorola deu um atenção especial a esse quesito. E não estou falando apenas da tela inquebrável que iremos falar mais adiante, mas toda a estrutura do X Force foi bem trabalhada.

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Moto X Force: Novo topo de linha da Motorola.

Na parte da frente temos a tela de 5,4 polegadas. Acima da tela há um alto falante para chamadas no meio, de um lado a câmera de 5 MP e do outro o flash de um LED. Abaixo da tela há duas saídas de alto falantes, porém somente uma existe realmente o alto falante, a outra foi para manter a harmonia do design.

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Moto X Force tem bateria gigante, mas mesmo assim não é tão espesso.

Toda a moldura dele é de aço, o que garante resistência quanto a quedas. De um lado temos os botões de volume e também o de ligar. Do outro não há botões, já que a entrada dos dois cartões Nano SIM e também do micro SD ficam na parte superior do aparelho. Ele não é o mais fino dos aparelhos, mas também não é muito espesso. Suas medidas são: 149.8 x 78 x 9.2 mm. Mas na extrema borda ele afina ficando com apenas 7.8 mm de espessura, o que dá uma impressão de que ele seja mais fino do que aparenta.

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Moto X Force tem as laterais afinadas, melhorando a ergonomia

Vale notar que ambos os chips podem ser 4G, o moto X Force faz a escolha inteligente de qual rede é a melhor, desde que ambas estejam habilitada.

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O Moto X Force é Dual SIM, porém não dá para usar dois chips ao mesmo tempo do cartão micro SD.

Porém, assim como acontece com aparelhos da Samsung, não é possível usar ao mesmo tempo os 2 SIM Cards mais o cartão SD. O primeiro slot é usado ou para um SIM card ou para um cartão micro SD, os dois ao mesmo tempo não.

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Moto X Force não tem compatibildiade com conector Type C

Na parte inferior há somente a entrada do cabo micro USB, que por acaso não é um Type C. Os alto falantes foram para a parte frontal do aparelho, estranhamente localizados abaixo da tela.

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O Moto X Force tem traseira de Nylon Balistico além das opções de couro e silicone.

Já na parte de trás, há a câmera de 21 MP e os 2 Leds usados como flash. Em volta deles há uma moldura de metal que termina com o logo da Motorola, essa é uma identidade visual em todos seus aparelhos. O acabamento traseiro pode ser de 3 materiais diferentes, disponíveis no moto Maker: Nylon balístico, couro ou silicone.

Se por um lado ele é o mais resistente dos smartphones, não dá para dizer que ele é o mais bonito. Claro que beleza é uma questão de gosto particular. Ele ficou mais arrendodado que o antecessor moto Maxx ficando bem parecido com os outros smartphones da linha X, ficando com um visual mais moderno. Eu, particularmente prefiro o visual quadrado do Maxx, mas a maioria prefere o X Force. Gosto não se discute.

Review Moto X Force – Hardware e perfomance

Se a Motorola acertou na construção, ela fez uma aposta arriscada no hardware. Digo isso pois ela usou o chipset Snapdragon 810 da Qualcom, já que ele deu muito o que falar nos smartphones onde foi usado devido a problemas com aquecimento e, consequentemente, queda drástica do desempenho. Segundo a Motorola e a Qualcomm se trata de uma segunda versão, que se trata de alterações no software de gerenciamento do processador.

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Nas prática podemos adiantar que milagres não acontecem. Ele continua sendo esquentadinho e o Moto X Force esquenta facilmente em situações que exijam muito processamento. Porém, bem menos do que acontece com o Xperia Z3+ por exemplo. Por coincidência estava com os dois modelos, e posso afirmar que o x Force esquenta menos sem perder perfomance.

Para completar o pacote ele trás 3 GB de Memória RAM e generosos 64 GB de armazenamento interno, isso porque ele ainda conta com expansão por micro SD. Como disse a Motorola não economizou nele.

Na hora de pegar no pesado, ele não desaponta. Mesmo depois de ser “estressado” com jogos pesados e vídeos 4K e logo em seguida submetido ao Antutu Benchmark, ele conseguiu fazer 46 mil pontos. Em situação normal, sem estar quente, ele marca 56 mil pontos. Uma queda justificável.

Na hora de rodar jogos ele não desaponta. Nem preciso dizer que qualquer jogo que exista hoje na Google Play ele consegue executar sem nenhuma dificuldade. E com 3 GB de memória RAM a multitarefa também não decepciona e funciona a todo o vapor. Jogos bem pesados como Modern Combat 5 ou Need for Speed: Most wanted, ele rodou com os gráficos no máximo sem nenhum tipo de travamento. E isso acontece com qualquer jogo. O único porém é que depois de um tempo ele começa a esquentar e isso pode incomodar um pouco de sergurar.

Abaixo um resumo das especificações técnicas do Moto X Force.

  • Processador:Snapdragon 810
  • GPU:Adreno 430
  • Memória RAM:3 GB
  • Tela:5,4 polegadas com resolução 2K
  • Memória interna:64 GB
  • Câmera frontal: 5 MP com flash
  • Câmera traseira:21 MP

Review Xperia Moto X Force – Software

O Moto X Force roda o Android 5.1.1 e os testes com o Android 6.0 Marshmallow já começaram, significa que em breve ele provavelmente será atualizado. Diferente do Moto Maxx que foi abandonado pela empresa.

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Em termos de interface, não há muito o que falar pois ele roda o Android puro, sem nenhuma modificação. Temos basicamente o mesmo que você vai encontrar em toda linha da Motorola atual, do Moto G ao Moto X Style. A Motorola só colocou seus dois famosos aplicativos, que diferente de outras fabricantes são bem úteis:

Moto Connect: app que serve para ajudar na hora de conectar um dispositivo da Motorola com o seu smartphone, sendo possível conectar o Moto 360, Moto Pulse, Moto Surround, Motorola Localiza e o Power Pack Micro. Infelizmente não é possível mais conectar com o Chrome e acessar SMS, MMS e ligações do computador. Isso significa que se você não tem nada destes acessórios, o app virou desnecessário.

Moto Assist: ferramenta que agrega o antigo Assist (que permite escolher um local e dizer o que o aparelho deve fazer quando chegar lá, como deixar no silencioso quando você chega ao trabalho e até colocar para que todas as notificações sejam lidas, quando você estiver dirigindo), Ações (onde você ajusta os controles por movimento, que ligam a lanterna ao agitar duas vezes o aparelho, liga o display ao aproximar a mão da tela, liga a câmera ao girar duas vezes o celular e ativa o assistente de voz do aparelho quando você levanta ele de uma superfície e leva até a orelha), Voz (central do assistente de voz, que lê mensagens, faz ligações e até abre apps) e, por fim, o Tela. Este último ativa as notificações que gastam menos energia ao ligar uma quantidade menor de LEDs da tela, quando notificações chegam.

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E é isso, nada além de dois apps que estão visíveis na lista de aplicativos e que entregam funções que serão úteis para você. A parte de transferência de contatos aparece quando você formata o aparelho e há ainda um gerenciador de SIM cards, que permite escolher de onde

Review Moto X Force – Tela

Como já dito anteriormente, o principal aspecto a se analisar no Moto X Force é sua tela. Há anos que nada de realmente revolucionário acontece no mundo móbile, mas a nova tela do Moto X Force é algo assim. Embora ela tenha pecado em alguns pontos, como veremos, no geral se trata de uma verdadeira revolução em termos de proteção a impactos, algo que aflige todos os usuários de smartphones atualmente. Ela é inquebrável.

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Tela indestrutível do Moto X Force tem tecnologia ShatterShield trás tela com 5 camadas.

A Motorola fez um ótimo trabalho na construção do novo painel de 5,4 polegadas, com tecnologia AMOLED e resolução 2K (1440 x 2560 pixels – 544 ppi). A construção de uma tela em 5 partes reforçou a estrutura do display que resiste a impactos rotineiros. O nome da tecnologia usada foi desenvolvida por ela mesmo e se chama Moto ShatterShield. A tela é composta de 5 camadas que juntas evitam que a mesma quebra. São as seguintes:

  1. Primeira: Se trata de uma lente externa que possui uma camada protetora com revestimento especial e, teoricamente, resistência a riscos e arranhões. Essa lente substitui o uso do Gorilla Glass, por exemplo, pode ser observada facilmente na superfície do dispositivo como uma espécie de película de vidro.
  2. Segunda: Debaixo da lente externa temos uma lente integrada que foi desenvolvida para ser mais flexível do que um vidro comum. Essa lente não prejudica a reprodução de cores ou nitidez do painel, visto que a mesma foi projetada pela Motorola para manter a clareza e a fidelidade das informações exibidas no dispositivo.
  3. Terceira: Diferente de outros dispositivos, o painel de toque não está junto ao vidro superior e sim como uma terceira camada desse conjunto. A Motorola resolveu afastar o painel touch da superfície da tela para que dispositivo mantenha a resposta ao toque mesmo após algumas quedas. Ao invés de perder a sensibilidade e a resposta do painel logo na primeira queda, a camada dual-touch fica sendo protegida pelas duas primeiras camadas para garantir uma vida útil melhor ao dispositivo.
  4. Quarta: Aqui temos a tão comentada tela flexível que, tecnicamente, recebe o nome de P-OLED. A letra P que antecipa a nomenclatura OLED significa plástico (Plastic), fazendo referência a capacidade de flexibilidade desse painel. Essa tela garante que o conjunto de lentes e painéis tenha uma capacidade melhor para absorver impactos.
  5. Quinta: Para garantir maior durabilidade e proporcionar um suporte melhor ao conjunto de lentes e painéis superiores, a Motorola desenvolveu um chassi em alumínio rígido. Essa peça também serve para proteger os componentes internos do dispositivo em caso de quedas bruscas. Sem essa peça, a pressão do impacto poderia destruir os componentes que são interligados ou próximos da tela.

Mas como disse anteriormente, nem tudo é perfeito. Embora ela seja a melhor tela que exista quanto a resistir a impactos, isso sacrificou seu desempenho. No geral, a tela tem um brilho deficiente. Emboras as cores sejam boas, assim como esperamos de uma painel de AMOLED, o brilho ruim atrapalha a visualização. Principalmente sobre luz forte. Na rua, abaixo de luz forte do Sol, a visualização fica muito comprometida já que a tela além de ter um brilho baixo, reflete muito à luz solar.

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A visualização da tela do Moto X Force debaixo da luz do Sol não é muito boa.

Outro ponto negativo é a quinta camada. Embora ela seja excelente contra impactos, ela é muito suscetível a arranhões. Mas isso pode ser resolvido com uma película de vidro. Mas é estranho ter que colocar uma película em uma tela que já possui uma espécie de película.

Review Moto X Force – Câmera

O moto X Force já ganhou muitos elogios por causa da sua câmeras, colocando ele como terceiro colocado no ranking do DOmax. Aproveitando isso, a Motorola tratou de colocar exatamente o mesmo sensor de imagens dele no Moto X Force. Se trata de um sensor da Sony com 21 megapixels e ótima reprodução de cores, assim como ótima qualidade em fotos tiradas com boas condições de luz.

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O Moto X Force possui excelente câmera de 21 MP, a mesma do Moto X Style.

Além disso, fotos noturnas não ficam borradas e com muito granulado, mas notei que as fontes de luz ficaram com um reflexo exagerado e que tira parte dos detalhes da foto. Por fim, fotos noturnas não ficaram com granulado visível, graças ao trabalho de pós-processamento, que colocou um blur de leve e deixou tudo com menor quantidade de nitidez.

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Câmera frontal do Moto X Force possui Flash.

A câmera frontal é de 5 Megapixels e possui um flash, também é a mesma do Moto X Style, ou seja, garante boas fotos na balada quando a iluminação não ajuda.

Review Moto X Force – Bateria

O moto X Force é o substituto natural do Moto Maxx, sendo assim ter uma excelente bateria é uma obrigação. A Motorola para deixar ele mais leve diminui um pouco a capacidade da bateria para 3.760 mAh, mas continuou com a propaganda de autonomia de 36 horas (nos EUA estranhamente ela promete 48 horas). Mas na prática a situação muda. Ele não tem a mesma perfomance de bateria do Moto Maxx. Consegui cerca de 15 horas usando moderadamente com 4G e WiFi sempre ligado

Assim como o resto da linha X, ele é compatível com a tecnologia de Carregamento Turbo da Motorola (Turbo Power). A fabricante oferece o carregador junto com o kit do modelo, e o mesmo possui potência de 25W. O carregamento turbo do Moto X Force também pode ser utilizado em carregadores sem fio que sejam compatíveis com a mesma tecnologia.

Review Moto X Force – Vídeo Review

Review Moto X Force – Prós e contras

Prós

  • Tela inquebrável
  • Câmera de excelente qualidade
  • Excelente acabamento com chassi de aço e traseira de nylon balístico.
  • Bom desempenho

Contras

  • Tela com pouco brilho e suscetível a riscos
  • Bordas laterais maiores que o normal, deixando o aparelho mais grande do que deveria ser.

Review Moto X Force – Conclusão

Se você é um desastrado nato e sofre com quebra de telas, o Moto X Force foi feito sobre medida para você. A tela realmente é inquebrável, porém arranha na queda. Seu hardware é de top de linha e deve garantir ao menos 2 anos de um bom smartphone. Sua câmera também é de excelente qualidade e vai agradar até usuários mais avançados;

Por outro lado ele está custando caro e também não tem um visual dos mais bonitos, embora isso seja questão de gosto. Mas no geral, estamos diante do melhor smartphone de 2015 na opinião desse humilde editor que vos fala.

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Android, Motorola

Moto G6, X5 e Z3 Play: Confiram as fotos dos supostos aparelhos

Ontem vazaram vários renders da nova geração de smartphones da Motorola apareceram. São fotos do Moto G6, X5 e Z3 Play. Todos…

Ontem vazaram vários renders da nova geração de smartphones da Motorola apareceram. São fotos do Moto G6, X5 e Z3 Play. Todos com grandes e importantes mudanças. Também foram mostrados alguns novos Moto Mods. Vejam abaixo os detalhes.

Moto G6, Moto G6 e Mot G6 Play

Seguindo a tradição, será dois Moto G6 já conhecidos; Moto G6 e Moto G6 Plus. Porém a diferença é que nos renders aparecem um novo modelo chamado Moto G6 Play.

As diferenças entre o Moto G6 e o Moto G6 Plus se destacam pelo processador. Mas há mais mudanças entre eles. Seguindo o novo padrão de design trazido pelo Moto X4, os novos Moto G6 terão traseiras de vidro com o mesmo efeito 3D. Além da câmera salda com duas lentes.

O Moo G6 deve contar com um display de 5.7″ Full HD (com aspecto 18:9 e bordas reduzidas), sensor dual-cam na parte traseira (12 + 5MP), módulo de 16MP na frontal, e leitor de impressões digitais na parte frontal.

O processador provavelmente será um Snapdragon 430, e terá 3 ou 4GB de RAM com 32 ou 64GB de armazenamento interno. A bateria seria de 300 mAh segundo os rumores.

Já o Moto G6 Plus teríamos como principal diferença o processador. Nesse caso seria um Snapdragon 630. Além disso a tela seria maior com 5,93″, bem como a bateria, que seria de 3200 mAh.

Por último teríamos o novo Moto G6 Play. Esse teria as mudanças mais interessantes. Primeiro seria a mudança do leitor de impressões digitais, que ao invés de ser na frente como acontece tradicionalmente com a linha G, ele seria movido para a traseira. O que parece bem legal é que um pedido que os fãs da Motorola fazem há anos e usar um leitor de impressões digitais embutido no famoso circulo com o logo da empresa.

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A bateria também seria maior com 4000 mAh.

Moto X5

O mais aguardado seria mesmo o Moto X5, sucessor do não tão aclamado Moto X4. Por mais que o Moto X4 não tenha feito tanto sucesso, pelo menos no Brasil, ele trouxe vida nova a linha Motorola com diferenciais como corpo em vidro e proteção contra água e poeira.

O Moto X5 manteria o design de vidro curvo e também a proteção contra água. Mas o mais interessante seria mesmo o seu formato sem bordas. Seguindo a moda de outras marcas. Notem que ele praticamente não possui bordas laterais e na parte de cima e de baixo são menores, lembra bastante o design do Galaxy S8.

Mas o mais “interessante” seria que na parte de cima o Moto X5 tem o famigerado entalhe, ou dente, que o iPhone X trouxe. Nele estaria acomodando a câmera frontal e possível sensores faciais para desbloqueio da tela. Pelo menos a solução da Motorola é colocar uma faixa preta por trás das notificações, disfarçando a existência do dente.

Conforme o banner, há um tal de “Moto Smar Ai”. Esse novo sistema de inteligência artificial deve ser o responsável por administrar o reconhecimento facial. Notem que não um leitor de impressões digitais no aparelho, mostrando que a Motorola deve estar apostando suas fichas no reconhecimento facial.

 

Há ainda uma espécie de barra de rolagem ou botão virtual abaixo do doc de aplicativos. Ele também pode estar ligado a inteligência artificial presente no aparelho.

Moto Z3 Play

Por último temos o Moto Z3 Play, que chegaria como o intermediário premium da Motorola e compatível com os Moto Snaps. Assim como o Moto X5, ele adota o padrão sem bordas, e parece que também usará reconhecimento facial como modo de desbloqueio, afinal não sinais de um leitor de impressões digitais. Uma segunda opção seria um leitor por debaixo da tela, já que a Vivo já apresentou a tecnologia na CES.

O Z3 Pay provavelmente teria um processador Snapdragon 660. Sua tela seria de 6 polegadas com aspecto 18:9 e resolução full HD+. Vale notar que mesmo aumentando a tela, o fato de reduzir as bordas laterais e superiores, além do novo aspecto 18:9, daria perfeitamente para manter o tamanho do Z2 Play e, consequentemente, a compatibilidade com os Moto Snaps atuais.

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Como de praxe, deve ter também uma versão mais potente do Moto Z3 play, talvez um Moto Z3 Force. Esse teria a mesma tela, porém com maior resolução e processador Snapdragon 845.

Moto Mod 5G

O Moto Z3 chegaria ao mercado trazendo consigo outro importante lançamento para a linha de Moto Mods; trata-se de um módulo capaz de conectar-se à redes 5g.

Levando em consideração a quantidade de vazamentos, é quase certo afirmar que conheceremos esses dispositivos (e talvez muito mais) durante a MWC 2018.

Fonte: Slashleaks, com informações do Tudocelular

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Android, Motorola

Moto X4 depois do Android 8.0 Oreo? Como ficaram a câmera e o armazenamento?

Semana retrasada o Moto X4 ganhou uma esperada atualização para o Android 8.0 Oreo, mas será que melhorou? E sua…

Semana retrasada o Moto X4 ganhou uma esperada atualização para o Android 8.0 Oreo, mas será que melhorou? E sua câmera frontal e armazenamento interno, foram corrigidos os “problemas”? Saiba  no vídeo acima.

Vale notar que a câmera frontal do Moto X4 desde o começou recebeu criticas por conta do foco. Segundo a Motorola, o foco fixo da mesma é de 40 cm, ou seja, menos que isso o resultado não é bom. Porém, 40 cm é pouco, muita gente prefere selfies em uma distância menor do que isso. Sendo assim, a questão do foco não foi mexida, por outro lado, o que me pareceu é que a qualidade em si melhorou. Com a diminuição de ruídos nas fotos, a impressão é que o foco melhora. Ponto para a Motorola.

Já a questão do armazenamento houve sim melhoras. A Motorola conseguiu otimizar mais o sistema diminuindo o seu tamanho de 8 para 6 GB. Como o aparelho utiliza o Seemless update (detalhes aqui), que consiste em clonar a partição, o espaço usado diminuiu de 16 GB para 12 GB. Assim o aparelho ganhou 4 GB de espaço interno.

No geral o sistema ficou mais rápido e fluído. A bateria continuou com o mesmo desempenho, assim como também a câmera traseira.

Alguém tem um Moto X4? O que estão achando dele depois da atualização para o Android 8.0 Oreo?

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Vídeo review: 3 meses com o Moto X4, vale a pena?

Confiram o review em vídeo do Moto X4, novo smartphone da Motorola que trás um super design em vidro mas peca em suas câmeras.

Dando continuidade há uma das mais famosas linhas de smartphone da Motorola, a X, a Lenovo trás finalmente um sucessor: o Moto X4. Mas, diferente dos anteriores, é um smartphone mais barato com hardware de intermediário. Será que vale a pena? Assistam o vídeo acima e descubram.

Moto X4 – Design

O Moto X4 tem um foco maior no design. Com um acabamento inteiro de vidro, e a traseira com efeito 3D, é o smartphone mais bonito já feito pela Motorola. Além disso, ele conta com proteção IP68 contra água e poeira, sendo possível emergir o dispositivo em até 1,5 metros de profundidade.

Moto X4 – Hardware

Ele conta ainda com um bom hardware intermediário com processador Snapdragon 630, 3 GB de memória RAM e apenas 32 GB de armazenamento interno. Sendo seu armazenamento seu calcanhar de áquiles, já que somente 15 GB é disponível para o usuário. O motivo eu já expliquei aqui, mas resumidamente ele possui uma partição de 8 GB para o sistema e mais outra de 8 GB clonando a primeira. Sendo assim, mais de 16 GB são ocupados.

Moto X4 – Câmeras

Sua câmera, que deveria ser a principal feature, é dual com um sensor de 12 MP com abertura de f2.0 e outro de 8 MP com abertura de f2.2. Esse último tira fotos em preto e branco. No geral as fotos condizem com seu preço, nada de muito fantástico.

O problema são seus efeitos de profundidade. Na teoria funcionaria muito bem. Através de software, a câmera identifica o fundo e a frente da foto. Com isso, o software consegue, por exemplo, desfocar o fundo, mudar para preto e branco e até trocar por outra foto. Mas na prática não funciona muito bem. O reconhecimento só acontece quando a distância entre a imagem da frente e da traseira é grande o bastante. Em distâncias curtas o software erra bastante, borrando bordas.

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A câmera frontal também é um problema sério, pois a mesma não consegue focar o rosto, sempre ficando um meio termo entre o fundo e a frente.

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Motorola

Por que o Moto X4 tem só 15 GB de armazenamento para o usuário? Entenda

Uma das principais criticas contra o Moto X4, se não a maior, é seu espaço de armazenamento. Com 32 GB…

Uma das principais criticas contra o Moto X4, se não a maior, é seu espaço de armazenamento. Com 32 GB totais, apenas 15 está disponível ao usuário. Isso é muito, pois para efeito de comparação o Galaxy S7 que possui um sistema com mais funcionalidades tem os mesmos 32 GB mas o sistema ocupa apenas 8, e não 16 GB. Por que isso acontece? Descubra abaixo.

Mas como tudo tem um porque, resolvi dar uma pesquisada. Primeiro perguntei a própria assessoria da Motorola, a resposta foi essa ai na tela. Notem que o que mais importa é o ultimo parágrafo.

memória do Moto x4

Isso significa que a Motorola implantou pela primeira vez uma feature realativamente nova no Android. Não tão nova pois foi anunciada antes do Nougat, no Gogole IO do ano passado. Se trata do Seamless Updates.

Atualmente quando há uma atualização no Android, primeiro é feito o download de toda a atualização; após o celular é reiniciado e temos que esperar a atualização concluir; ainda depois todos os apps instalados precisam ser otimizados ao novo sistema. Isso demora muito, dependendo mais de 15 minutos. Além disso, não é raro dar problemas na atualização e estragar o smartphone. O Seamless updates veio para resolver o problema. Com ele toda a atualização é feita automaticamente em background, ou seja, o usuário nem percebe. Depois de baixada e instalada, aparece somente uma mensagem “autalização instalada, reinicialização necessária”. Reiniciando, ele já estará com a atualização sem perda de tempo.

Se foi em 2016 e para o Nougat, toda a geração de smartphones desse ano deveriam estar assim, correto? Não exatamente.  O Nougat requer algo conhecido como layout de partição A/B. Imagine isso como um segundo disco rígido com o qual seu telefone pode inicializar – mas obviamente é uma partição virtual. Ele faz isso para manter o celular funcionando normalmente durante a atualização, ele precisa de uma segunda partição que é quase um clone da primeira onde o sistema está instalado. Então ele baixa, instala tudo nessa segunda partição. Se der tudo certo, o Android depois copia essa partição para a principal. Com isso se ganha tempo e, principalmente, não há chances de dar problema, pois se der, vai ser em uma partição não usada.

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Então porque os fabricantes não usam?  O principal motivo é o espaço. Sendo um clone da outra, a partição clonada, que você não pode usar, é exatamente do mesmo tamanho da outra. O S8, por exemplo, a partição do sistema possui 11 GB. Duplicando seriam 22 GB sem poder usar.

O Moto X4 é o primeiro smartphone da Motorola a usar esse sistema de particões A/B . O problema é que o sistema dele possui 8 GB, duplicando, ficam 16 GB sem o usuário poder usar.

Mas vale ressaltar, que um Android Puro ocupa no máximo 4 GB. Sendo assim, isso prova que além de não ser um Android Puro, o sistema do Moto X4 está mal otimizado, excessivamente grande já que possui apenas alguns apps a mais. Mas o erro maior foi implantar isso em um aparelho com apenas 32 GB.

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