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Android, destaques, Reviews

Review do Motorola Milestone 3

A terceira geração do mais famoso Android do mundo chegou. O Motorola Milestone 3 deu um grande upgrade no seu Hardware ganhando agora um processador dual core, saída HDMI além de uma linha a mais de teclas no seu famoso teclado QWERTY. Será que ele é capaz de competir com a avalanche de Android do mercado de hoje?


Acessórios e embalagens

O Milestone 3 vem basicamente com o pacote de acessórios comuns hoje em dia para os smartphones tops de linha. Porém comparando com os Milestones anteriores ele vem com um acessórios a menos, o melhor deles: a doca multimídia. A Motorola preferir não fazer uma doca especial para o M3, na verdade fez mas não vem com ele, pelo menos neste que recebi para testes. Também já vou avisando que a doca dos anteriores não funcionam nele. Na verdade o que serve nele é o acessório que vem com o Motorola RAZR, que eu nem sei o nome mas não é uma doca. Abaixo fotos dos acessórios.

 

Design e construção

Ele segue o mesmo padrão de design dos modelos anteriores, o estilo quadradão ainda continua. Como ele tem um teclado físico slide, ele não é um aparelho fino. Além disso ele cresceu em relação à segunda geração na altura e na largura e afinou quase 1 mm. Esse fato é justificável já que a tela cresceu de 3,7 polegadas para 4 polegadas. Suas dimensões são 124 x 64 x 13 mm e pesa 167 grmas. Treze milímetros de espessura está um pouco acima da média atual dos smartphones com Android top de linha que raramente ultrapassam os 10 mm.

Review_motorola_milestone_3

Embora ainda tenha o design conservador da linha Milestone, o M3 está um pouco mais elegantes com suas bordas levemente arredondadas. Diferente dos anteriores não tem nada que foge do preto e cinza, nada de detalhes azuis ou dourado. O único detalhe diferente em questão de cores são as segundas funções do teclado que são em amarelo, mas nada que se destaque.

A parte de trás assim como os anteriores é levemente emborrachada, assim a “pegada” dele é ótima, dificilmente você terá um acidente derrubando o aparelho.

Review_motorola_milestone_3_1

Comparando com as versões anteriores o teclado está mais firme na abertura. Porém ainda acho o mecanismo dos Milestones um pouco rudimentar. Gostaria de ver um sistema de abertura mais moderno e engenhoso, com certeza daria um ar de mais sofisticação ao aparelho. Um exemplo a seguir é do teclado do Nokia E7 que é infinitamente mais moderno e melhor de manusear.

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Na parte da frente do aparelho temos sua tela de 4 polegadas, os quatro botões sensitivos padrões do Android e acima a câmera frontal de vídeo chamadas VGA. Um detalhe interessante é que na parte inferior do M3 a Motorola voltou ao design do Milestone 1. A parte frontal é menor que o teclado, sendo assim fica exposta na parte inferior um pedaço do teclado, no Milestone 2 a Motorola tinha mudado isso.

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Na parte superior do celular temos o conector de fone de ouvido e o botão de ligar/ stand by. Na lateral direita os botões de volume e na lateral esquerda os conectores Micro USB e a saída Mini HDMI.

Na parte traseira há a câmera de 8MPx que grava vídeos em full HD.

Teclado QWERTY

A marca registrada da linha Milestone/ Droid com certeza é o seu teclado. Dessa vez a Motorola resolveu não mudar tanto como fez na transição da primeira para a segunda versão. Ela segue o mesmo conceito usado no Milestone 2, com as teclas direcionais no canto inferior direito sem D-Pad, ou seja, o teclado toma conta de todo o aparelho.

 

Senti que as teclas estão mais confortáveis de digitar que no M2. Estão mais maciais e como o tamanho do aparelho mudou, ele cresceu, as teclas ficaram mais separadas dando mais conforto na hora da digitação. Outra mudança bem vinda que aproveitou o aumento do aparelho, dessa vez nas laterais, foi que a Motorola colocou uma linha a mais de teclas compostas só de números como um teclado tradicional.

Tela

Ela cresceu como disse anteriormente, ela agora está com 4 polegadas e a resolução também aumentou e agora foi para 540 x 960 pixels a mesma do seu irmão Motorola Atrix. Porém achei a qualidade da tela do Milestone 3 levemente superior embora o brilho senti que é menor. Porém a interface Motoblur do M3 parece que não aproveita ao máximo a resolução da tela, não tenho confirmação técnica sobre isso, mas pareceu assim para mim. Por exemplo, ao abrir aplicativos e jogos ou mesmo vídeos a tela parece que melhora e fica mais brilhante e nítida, sinceramente acho que é problema com o Motoblur. O brilho da tela é suficiente para enxergar mesmo debaixo do sol.

No geral a tela está boa, com brilho bom e principalmente um contraste de cores ótimo. Bem diferente da tela esbranquiçada do Milestone 1.

Hardware e desempenho

A grande mudança com certeza foi na parte de Hardware, colocando o Milestone 3 com um dos tops de linha do mercado atualmente, com exceção de sua memória RAM, ele não deve nada para outros modelos tops.

Muitos esperavam que ele viesse com o processador Tegra 2 usado no Motorola Atrix, mas não aconteceu. Mas na prática isso só muda na hora de instalar jogos que são exclusivos para o Tegra, pois em desempenho a CPU dele não deve nada para a da nVidia. Abaixo suas principais características:

  • Processador Dual-core OMAP4 da Texas Instruments  com 1GHz Cortex
  • GPU PowerVR SGX540 que é a mesma usada no Galaxy original
  • 512MB de RAM
  • 16GB de armazenamento internto
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Como notaram ele tem apenas 512MB de memória RAM, ele merecia 1GB assim como tem o Atrix ou o Galaxy S2. Na ocasião do lançamento dele fiquei preocupado se a memória iria dar conta do recado ainda mais com o fato dele rodar o Motoblur, porém depois de testá-lo tive uma ótima surpresa já que em nenhum momento sua memória foi um empecilho para seu desempenho.

Na prática, ainda não existe aplicativo ou jogo que não possa ser rodado no Milestone 3. Nenhum jogo que testei siquer engasgou nele. Como ele não roda jogos da loja nVidia fica dificil testar seu desempenho para jogos já que os mais pesados estão lá. Porém existem uma versão do jogo Shadowgun para não-tegras e acreditem: o M3 rodou ela como se tivesse rodando Angry Birds. No vídeo Review logo abaixo eu demonstro.

Vou repetir mais uma vez: não levo muito em consideração testes de benchmarks já que a prática é bem diferente do que os testes mostram. Mas para os fanáticos por números o Milestone 3 fez no Quadrant, aplicativo mais utilizado para testes de benchmarks, 2249pontos – o Atrix fez algo em torno de 2600 e o Galaxy S2 passou de 3000.

Um modelo que tem um hardware praticamente igual ao do Motorola Milestone  3. Um deles é o LG optimus 3D que tem exatamente o mesmo processador e a mesma memória RAM. Abaixo fiz um vídeo comparativo entre os 2 modelos:

Software e interface

O Milestone 3 roda o Android Gingerbread em sua versão 2.3.5 e traz novamente a mais nova versão do sistema Motoblur. O Motoblulr em si embora tenha ganhado uma firulas a mais me pareceu mais rápido do que as versões anteriores e até que tem um Widgets úteis, mas mesmo assim preferiria um aparelho sem ele.

Ele agora conta com transições em 3D em forma de cubo tanto na hora de mudar de tela home screns – 5 no total – como no menu de aplicativos. Mais uma vez o Motoblur se torna o vilão, graças a essas transiçoes por diversas vezes o celular fica robotizado e lento na hora de abrir aplicativos. Note que é somente no momento dos “defeitos especiais” pois depois que o app ou jogo abre tudo fica muito rápido, resumindo: culpa do Motoblur.

Se ele tivesse mais memória RAM creio que isso seria diferente pois o RAZR tem a mesma interface – rebatizada de Motocast – e não apresenta esse lags na hora dos efeitos 3D, ele possui 1GB de RAM.

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Como disse ele vem com o Android gingerbread e teoricamente a Motorola irá atualizar para a versão Ice Cream Sandwich até o fim do ano, repararam no teoricamente? ou seja, em hipótese alguma bote fé que isso aconteça. Até pode acontecer, mas está difícil acreditar em algum fabricante ultimamente.

O Milestone 3 traz uma saída HDMI e a Motorola mudou de atitude e adotou o modo de espelhamento ao conectá-lo em uma TV ou Monitor de alta definição. Digo  mudou porque no Atrix você era obrigado a usar a interface Webtop que deixava o celular extremamente lento.

No modo espelhamento o que aparece no celular é mostrado exatamente igual na TV (espelho né?). No vídeo abaixo demonstro ele conectado na TV, e claro, jogando.

Quanto ao desempenho da bateria podemos dizer que ele está dentro da média dos Androis tops de linha. Ele aguenta um dia de uso moderado com WiFi e 3G ligados direto e usando moderadamente o GPS, o Media Player e a câmera.

A navegação na internet também é bem rápida, seu hardware contribui para isso.

Câmera

Review_Motorola_Milestone_3

O calcanhar de Aquiles da Motorola é a câmera, isso é fato. No Milestone 3 a Motorola subiu do nível ruim para regular. A câmera não é lá essas coisas, porém faz fotos satisfatórias desde que é claro tenha uma boa iluminação. Falta um pouco de contraste nas cores e também há ruidos. Abaixo uma foto comparativa entre o Milestone 3 e o Motorola RAZR – No RAZR a câmera da Motorola subiu d conceito regular para bom. Abaixo uma foto tirada com ele com bastante luz. Cliquem nela para ampliar e notem o nível de ruido.

Ele grava vídeos em HD 1080p à 30fps. A qualidade da gravação é razoável desde que tenha boa iluminação. Porém com ausência de luz, até mesmo debaixo de uma sombra, a gravação fica ruim e cheia de ruidos.

Vídeo Review

Pró e contras

Prós

  • Smartphone mito rápido, perdendo apenas para o Galaxy S2 e RAZR nesse quesito
  • Teclado bom e muito fácil e rápido para digitar
  • Tela boa com bom contraste e brilho
  • Bom desempenho para jogos

Contras

  • Aparelho pesado
  • Interface Motoblur lenta
  • Gravação de vídeos regular

Conclusão

Quem gosta de um aparelho com desempenho alto para tudo inclusive jogos e não abre de um teclado para digitação de textos longos, o Milestone 3 é a melhor opção hoje no  mercado brasileiro. Mas se você não faz questão do teclado há outros modelos similares e sem o peso e tamanho dele como o Optimus 2X, Optimus 3D ou o Motorola Atrix.

Galeria de fotos

Android, Xiaomi

5 motivos para comprar o Xiaomi Mi A1

O Xiaomi Mi A1 sem dúvidas que foi uma das maiores surpresas apresentadas no ano passado pelo mercado Chinês. Não…

O Xiaomi Mi A1 sem dúvidas que foi uma das maiores surpresas apresentadas no ano passado pelo mercado Chinês. Não é atoa que ocupa o primeiro lugar na nossa lista de melhores chineses. Mas porque ele é tão bom assim, porque tanta gente está falando dele? Confiram 5 motivos que separamos para vocês.

1 – Xiaomi Mi A1 roda Android One, praticamente um Google Pixel baratinho

O sonho de muita gente é ter um smartphone da linha Pixel do Google. Assim irá receber atualizações primeiro que todo mundo do Android, sem aplicativos duvidosos ou modificações sem sentido por parte dos fabricantes. Porém, além de não vender no Brasil, os aparelhos do Google são muito caros. É ai que entra o Android One.

xiaomi mi a1 android one

Android One é um projeto do Google em parceria com fabricantes que leva o Android Puro, direto do Google, para aparelhos mais baratos. A Xiaomi entrou na parceria e lançou o Xiaomi Mi A1. Essa é a grande diferença.

Temos um aparelho com hardwar mediano, de 2016, mas com desempenho surpreendente. Afinal, custa apenas 700 Reais. Ele já está rodando o Android 8.0 Oreo, e receberá muitas atualizações pelo menos por uns 2 anos.

2 – Câmera acima da média da categoria

O Xiaomi Mi A1 tem uma câmera acima da média. Obviamente que não estou falando que concorre com algum topo de linha, mas certeza que é melhor que a maioria dos intermediários do mercado, nacional ou importado. A câmera principal dupla tem dois sensores de, sendo um de 26 mm com abertura f/2.2 e outro com lente teleobjetiva de 500 mm e abertura f/2.6.

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Xiaomi Mi A1 dual cameras

As aberturas não são tão boas, porém o trabalho de software é excelente. Ele trás um modo retrato nativo que consegue desfocar o fundo como poucos topos de linha conseguem. Fotos durante o dia são de excelente qualidade com um belo contraste e alcance dinâmico. Achou pouco?

Então escuta essa: após instalar a câmera do Google com HDR+, os resultados melhoram muito, ficando muito, mas muito acima da média. Inclusive o modo retrato, tão eloagiado do Google Pixel, consegue no Mi A1 praticamente o mesmo resultado. Veja como instalar aqui.

3 – Acabamento e construção

Ele possui uma construção de topo de linha. Lembra inclusive aparelhos mais caros com o OnePlus 5. Tem um corpo inteiro de metal escovado super resistente. A tela possui ainda cantos 2,5D que melhora a resistência.

5 – Preço

O principal é o preço. Custando atualmente cerca de R$ 700 (somente usando o nosso link e cupom) ele é uma excelente opção de compra. Ao comprar o Xiaomi Mi A1 você terá um aparelho com bom hardware e desempenho. Confiram os links abaixo:

Comprar o Xiaomi Mi A1

Xiaomi Mi A1 Vermelho por R$ 719 (CUPOM: hsa1gb )

Xiaomi Mi A1 Preto por R$ 739

Xiaomi Mi A1 Dourado por R$ 739 

 

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Android, Samsung

Galaxy A8 deve custar R$ 2.400, o modelo mais barato

A Samsung enviou um convite a imprensa – embora tenha deixado o tekimobile de fora – essa semana sobre o…

A Samsung enviou um convite a imprensa – embora tenha deixado o tekimobile de fora – essa semana sobre o lançamento de um novo modelo da linha Galaxy, possivelmente será a chegada do Galaxy A8, novo intermediário premium da empresa. Mas o preço poderá assustar.

O evento acontecerá dia 6 de Fevereiro, mas ainda não se sabe exatamente quando ele começará a ser vendido, mas já podemos falar em preços. No Brasil, o Galaxy A8 vai custar R$ 2.399, enquanto sua versão maior, a A8+, sairá por R$ 2.699. Ambos aparecem em versões com 4 GB de memória RAM e 64 GB para armazenamento, além de suporte a dois chips ou uso do slot adicional para a instalação de cartões SD. São três opções de cores: preta, dourada e ametista.

Isso mesmo, ele vai chegar custando quase o preço do Galaxy S8, claramente a melhor opção. Quanto as diferenças do modelo comum do Plus está em dois aspectos. Enquanto o A8 chega ao Brasil com tela de 5,6 polegadas e bateria de 3.000 mAh, o A8+, como o nome já indica, é um pouco mais robusto, trazendo um display de 6 polegadas e célula de 3.500 mAh, garantindo um pouco mais de autonomia aos usuários.

Samsung Galaxy A8 e A8+ chegam ao Brasil em três opções de cores

No restante, a parte visual permanece com as mesmas características dos lançamentos internacionais. Apesar de serem classificados pela Samsung como parte de seu segmento intermediário, as configurações do A8 e A8+ herdam características de seus companheiros do topo de linha, como a tela com proporção 18,5:9 e resolução de 2960 x 1440 pixels. Ficou de fora, entretanto, a curvatura, que faz com que as imagens apareçam até as laterais do dispositivo.

Na parte de dentro está um processador Exynos octacore, com dois núcleos rodando a 2,2 GHz e os outros seis a 1,6 GHz. Outros recursos de celulares mais potentes também aparecem aqui, como a dupla de câmeras na parte da frente, com 16 MP e 8 MP, respectivamente, além de um sensor traseiro de 16 megapixels. Todas as câmeras contam com sistema de otimização para imagens noturnas, além de tecnologia de correção automática de pixels, que garante a melhor qualidade possível para as fotos e vídeos produzidos com o aparelho.

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Além disso, como não poderia deixar de ser, teremos o suporte aos óculos de realidade virtual GearVR e também a possibilidade de recarga rápida da bateria, com o carregador apropriado. As vendas, como sempre, devem começar por meio da loja oficial da Samsung e varejistas parceiros.

A fabricante, entretanto, ainda não confirmou a chegada oficial dos modelos por aqui. Mas se você se interessou pelos Galaxy A8 e A8+, já pode ir separando suas economias, pois o lançamento está mais próximo do que nunca.

Via Canaltech

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Android, Motorola

Moto G6, X5 e Z3 Play: Confiram as fotos dos supostos aparelhos

Ontem vazaram vários renders da nova geração de smartphones da Motorola apareceram. São fotos do Moto G6, X5 e Z3 Play. Todos…

Ontem vazaram vários renders da nova geração de smartphones da Motorola apareceram. São fotos do Moto G6, X5 e Z3 Play. Todos com grandes e importantes mudanças. Também foram mostrados alguns novos Moto Mods. Vejam abaixo os detalhes.

Moto G6, Moto G6 e Mot G6 Play

Seguindo a tradição, será dois Moto G6 já conhecidos; Moto G6 e Moto G6 Plus. Porém a diferença é que nos renders aparecem um novo modelo chamado Moto G6 Play.

As diferenças entre o Moto G6 e o Moto G6 Plus se destacam pelo processador. Mas há mais mudanças entre eles. Seguindo o novo padrão de design trazido pelo Moto X4, os novos Moto G6 terão traseiras de vidro com o mesmo efeito 3D. Além da câmera salda com duas lentes.

O Moo G6 deve contar com um display de 5.7″ Full HD (com aspecto 18:9 e bordas reduzidas), sensor dual-cam na parte traseira (12 + 5MP), módulo de 16MP na frontal, e leitor de impressões digitais na parte frontal.

O processador provavelmente será um Snapdragon 430, e terá 3 ou 4GB de RAM com 32 ou 64GB de armazenamento interno. A bateria seria de 300 mAh segundo os rumores.

Já o Moto G6 Plus teríamos como principal diferença o processador. Nesse caso seria um Snapdragon 630. Além disso a tela seria maior com 5,93″, bem como a bateria, que seria de 3200 mAh.

Por último teríamos o novo Moto G6 Play. Esse teria as mudanças mais interessantes. Primeiro seria a mudança do leitor de impressões digitais, que ao invés de ser na frente como acontece tradicionalmente com a linha G, ele seria movido para a traseira. O que parece bem legal é que um pedido que os fãs da Motorola fazem há anos e usar um leitor de impressões digitais embutido no famoso circulo com o logo da empresa.

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A bateria também seria maior com 4000 mAh.

Moto X5

O mais aguardado seria mesmo o Moto X5, sucessor do não tão aclamado Moto X4. Por mais que o Moto X4 não tenha feito tanto sucesso, pelo menos no Brasil, ele trouxe vida nova a linha Motorola com diferenciais como corpo em vidro e proteção contra água e poeira.

O Moto X5 manteria o design de vidro curvo e também a proteção contra água. Mas o mais interessante seria mesmo o seu formato sem bordas. Seguindo a moda de outras marcas. Notem que ele praticamente não possui bordas laterais e na parte de cima e de baixo são menores, lembra bastante o design do Galaxy S8.

Mas o mais “interessante” seria que na parte de cima o Moto X5 tem o famigerado entalhe, ou dente, que o iPhone X trouxe. Nele estaria acomodando a câmera frontal e possível sensores faciais para desbloqueio da tela. Pelo menos a solução da Motorola é colocar uma faixa preta por trás das notificações, disfarçando a existência do dente.

Conforme o banner, há um tal de “Moto Smar Ai”. Esse novo sistema de inteligência artificial deve ser o responsável por administrar o reconhecimento facial. Notem que não um leitor de impressões digitais no aparelho, mostrando que a Motorola deve estar apostando suas fichas no reconhecimento facial.

 

Há ainda uma espécie de barra de rolagem ou botão virtual abaixo do doc de aplicativos. Ele também pode estar ligado a inteligência artificial presente no aparelho.

Moto Z3 Play

Por último temos o Moto Z3 Play, que chegaria como o intermediário premium da Motorola e compatível com os Moto Snaps. Assim como o Moto X5, ele adota o padrão sem bordas, e parece que também usará reconhecimento facial como modo de desbloqueio, afinal não sinais de um leitor de impressões digitais. Uma segunda opção seria um leitor por debaixo da tela, já que a Vivo já apresentou a tecnologia na CES.

O Z3 Pay provavelmente teria um processador Snapdragon 660. Sua tela seria de 6 polegadas com aspecto 18:9 e resolução full HD+. Vale notar que mesmo aumentando a tela, o fato de reduzir as bordas laterais e superiores, além do novo aspecto 18:9, daria perfeitamente para manter o tamanho do Z2 Play e, consequentemente, a compatibilidade com os Moto Snaps atuais.

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Como de praxe, deve ter também uma versão mais potente do Moto Z3 play, talvez um Moto Z3 Force. Esse teria a mesma tela, porém com maior resolução e processador Snapdragon 845.

Moto Mod 5G

O Moto Z3 chegaria ao mercado trazendo consigo outro importante lançamento para a linha de Moto Mods; trata-se de um módulo capaz de conectar-se à redes 5g.

Levando em consideração a quantidade de vazamentos, é quase certo afirmar que conheceremos esses dispositivos (e talvez muito mais) durante a MWC 2018.

Fonte: Slashleaks, com informações do Tudocelular

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Android, Samsung

Galaxy S9 e S9+ chegam dia 26 de Fevereiro. Fonte é segura.

A Samsung ja havia confirmado que provavelment o Galaxy S9 e S9+ seriam lançados na MWC 2018 que acontece em Barcelona em…

A Samsung ja havia confirmado que provavelment o Galaxy S9 e S9+ seriam lançados na MWC 2018 que acontece em Barcelona em Fevereiro. De acordo com Evan Blass, famoso por vazar informações no Twitter, de fato os novos tops de linha da Samsung chegam mês que vem.

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De acordo com o Twitter de Evan Blass, o Galaxy S9 e Galaxy S9+ serão apresentados dia 26 de Fevereiro. Depois, a partir do dia 16 de Março, começará a distribuição global dos aparelhos. As pré-orders começarão antes, no dia primeiro de Março. Vale lembrar que no ano passado, em 2017, o Galaxy S8 atrasou um mês em relação aos anos anteriores.

A Samsung irá usar seu recém lançado chipset Exynos 9810 no Galaxy S9. Além disso, a versão americana, como sempre acontece, deverá vir com o Snapdragon 845. Não haverá alteração na relação de aspecto 18.5:9 do Infinity Display. Outra coisa que, para a felicidade de muitos, é que o conector P2 para fones de ouvido 3,5 mm continua firme e forte. Além disso é certeza que a Samsung finalmente vai abrir mão de colocar o sensor ao lado da câmera, será abaixo como em outros fabricantes. Abaixo uma foto com a suposta caixa do aparelho que vazou.

galaxy s9 caixa

A respeito das câmeras, o Galaxy S9 terá apenas um sensor. Já o Galaxy S9 Plus virá com um sensor duplo. O sensor principal será um de 12 MP como os anteriores. A novidade fica por conta da abertura que será variável entre f/1.5 e f/2.4.

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galaxy s9 galaxy s9 plus

Isso é uma novidade já apresentada pela Samsung, assim diz o Ars Technica. A Samsung já fez um sensor semelhante em um aparelho chamado W2018. No que isso ajuda? Em condições de pouca iluminação, ele usa a abertura f/1,5 para capturar o máximo possível de luz; em cenas mais brilhantes, ele usa a abertura f/2,4 para uma profundidade de campo maior. Atualmente, com a abertura f/1,6 fixa, o Galaxy S8 costuma estourar na luz em ambientes muito iluminados, já que entra muita luz no sensor pois é bem aberto.

Como você pode ver no GIF abaixo, um conjunto de lâminas de abertura abre e fecha à medida que os níveis de luz mudam, semelhante a uma câmera DSLR:

Ao que parece, o Galaxy S9 Plus terá uma qualidade ainda melhor que o Galaxy Note 8, um dos melhores no mundo atualmente.

Com informações: Tecnoblog, Twitter

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